Educadora 950

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 A Rádio da Família Cristã

Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos, bispo da Diocese de Sobral, também esteve presente ao Encontro dos Bispos da Região Nordeste

De 07 a 10 de agosto, cerca de 80 bispos, dos nove estados do Nordeste, se encontraram em Fortaleza (CE) no Encontro dos Bispos da Região Nordeste. Outras 40 pessoas (entre assessores e religiosos) e também a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), composta pelo cardeal Sergio da Rocha (presidente), dom Murilo Krieger (vice-presidente) e dom Leonardo Steiner (secretário-geral) participaram do significativo evento para a região e para o País.
O arcebispo de Brasília (DF) e presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha, disse que o encontro era uma necessidade para que os bispos da região se encontrassem. “Desde que eu era bispo de Fortaleza eu tinha o desejo de realizar um encontro como este”, disse o cardeal, que foi bispo auxiliar da capital cearense de 2001 a 2007.
Como fruto do encontro, cujo objetivo foi construir linhas comuns de evangelização para o Nordeste, além de fomentar a comunhão entre a CNBB e as dioceses e arquidioceses da região, os bispos publicaram o “Documento de Fortaleza”, no qual oferecem uma síntese de suas preocupações e propostas sistematizadas no encontro. No documento, encontra-se também um decálogo de recomendações e compromissos pastorais para a Igreja presente no Nordeste.
O documento, entre outros pontos, reforça o compromisso com “uma Igreja despojada e samaritana, sensível às novas faces da pobreza e revigorada em sua atuação sociotransformadora”. Os bispos afirmam que o sistema social no Nordeste ainda mantém sinais da velha cultura escravocrata e desigual. O atual acirramento das polarizações, a falta de memória histórica e a disseminação do ódio e da intolerância são pontos que mereceram a preocupação dos bispos, conforme o documento.

Fonte: Correio da Semana

Não existe um único instante do dia em que não experimentamos um humor, bom ou ruim. E a ciência tem muito a dizer sobre isso

Pesquisas recentes em neurociência e sua aplicação ao desenvolvimento pessoal mostram que somos seres emocionais com capacidade para a razão.

As emoções não são necessariamente as inimigas da razão. A crença de que alguém que usa emoções para tomar decisões – sem ter uma cabeça centrada e uma atitude puramente racional – não estaria fazendo o certo reflete uma visão incompleta dos seres humanos.

Hoje, a teoria da inteligência emocional nos lembra que as pessoas que são hiper-racionais e tentam argumentar através de suas decisões sem um componente emocional são realmente incapazes de tomar decisões corretas, precisamente porque estão incompletas.

As emoções são o contexto em que a nossa vida ocorre. Não existe um único instante do dia em que não experimentamos um humor, bom ou ruim. Nosso estado de humor ou emocional envolve aspectos físicos e mentais que mudam dependendo da nossa emoção prevalecente.

Com raiva, medo ou tristeza:

– Nosso corpo percebe um estado de perigo para sua sobrevivência, o que faz com que vários processos fisiológicos parem ou sejam alterados.

 

– Nossa circulação sanguínea é direcionada principalmente aos nossos braços e pernas, o que significa que menos sangue chega ao nosso cérebro.

– Não podemos pensar com clareza; consequentemente, nossas decisões e ações são muitas vezes incorretas.

– Nós reagimos automaticamente, então nossos pensamentos nesta situação geralmente são baseados em experiências negativas passadas.

Com emoções relacionadas ao amor e à felicidade:

– Nosso corpo e cérebro estão em um estado de harmonia, de modo que todos os nossos processos fisiológicos funcionam normalmente.

– Nosso cérebro está trabalhando com todo seu potencial, e pode tomar decisões corretas e tomar as ações adequadas.

– Nosso cérebro está trabalhando criativamente, e nossos pensamentos estão focados no aqui e agora.

Nosso humor está intimamente relacionado ao nosso bem-estar físico, e ao lidar com certas doenças, nosso estado emocional pode ser um fator determinante para melhorar nossa qualidade de vida.

Com emoções como medo, raiva e tristeza, a qualidade de nossa vida emocional é precária e pode até dar origem a certas doenças. O amor e a felicidade, pelo contrário, criam harmonia emocional e incentivam a abertura às muitas possibilidades da vida.

O humor é uma maneira de ver a realidade a partir de uma perspectiva positiva com felicidade e otimismo, permitindo minimizar a gravidade de qualquer situação.

Quando temos senso de humor, temos uma grande capacidade de criar estados de espírito positivos, tanto para nós como para outras pessoas. Ao mesmo tempo, isso pode ter uma influência positiva sobre o nosso desempenho mental e/ou físico.

O fortalecimento dos aspectos positivos de nossa vida depende, em parte, de nós. Se você quer melhorar a qualidade de sua vida pessoal e social, você pode:

– Colocar suas preocupações em perspectiva: elas são parte da vida, mas também são suas vitórias, e, ocasionalmente, você deve ter tempo para aproveitar a vitória mais recente e conceder a você mesmo tempo para descansar em um ambiente agradável.

– Reforçar a comunicação positiva: aproxime-se de pessoas com quem você tem algo em comum e converse com elas, propondo tópicos de conversa a partir do qual emergem opiniões interessantes, respeitando possíveis diferenças de opinião.

– Trabalhar por uma boa causa: fazer algo para outras pessoas irá fazer você se sentir melhor também.

– Tentar concentrar sua atenção no positivo: podemos aprender algo novo de todas as experiências – e isso é bom para nós em longo prazo.

– Não seja muito exigente consigo mesmo: realize suas responsabilidades e trabalhe com entusiasmo, mas lembre-se que o trabalho não é tudo. Você também tem uma vida para viver.

Fonte: Aleteia

Santa Beatriz da Silva foi uma religiosa católica portuguesa que fundou a Ordem da Imaculada Conceição (Concepcionistas Franciscanas), dedicada à oração contemplativa.

A santa nasceu em 1426 em Ceuta, cidade do norte da África, que naquela época estava sob o domínio da coroa de Portugal.

A mãe de Beatriz, seguindo a tradição familiar, era muito devota da Ordem de São Francisco e, por isso, encomendou a educação religiosa de seus onze filhos aos padres franciscanos, que semearam em suas almas um amor especial pela Imaculada Conceição.

O quinto dos irmãos de Beatriz, chamado João – mais tarde Beato Amadeu da Silva –, tomou o hábito de São Francisco e fundou a associação chamada “amadeístas”.

Beatriz chegou a Castela em 1447, acompanhando como donzela de Isabel de Portugal, que partia de seu reino para contrair matrimônio com o rei de Castela, João II.

Entretanto, passado certo tempo, como sua beleza provocava a admiração dos nobres ou, talvez, porque a própria rainha temia ver nela uma perigosa rival, Beatriz abandonou a corte real que estava em Tordesilhas (Valladolid) e ingressou no mosteiro cisterciense de Santo Domingo de Silos, em Toledo, no qual duramente 30 anos dedicou-se unicamente a Deus.

Depois desses quase trinta anos de dedicação a Deus, decidiu fundar um novo mosteiro que foi a primeira sede da Ordem da Imaculada Conceição.

Em 1489, a pedido de Beatriz e da rainha Isabel a católica, o Papa Inocêncio VIII autorizou a fundação do novo mosteiro e aprovou as principais regras. Entretanto, antes que começasse a vida regular no novo mosteiro, Beatriz faleceu em 1492.

A nova família religiosa se difundiu rapidamente por diversas nações europeias e depois também na América. Atualmente, é formada por cerca de 3 mil religiosas que vivem em 150 mosteiros espalhados por todo o mundo.

O culto a Santa Beatriz foi confirmado por Pio XI em 28 de julho de 1926, com o título de Beata. Foi canonizada em 3 de outubro de 1976 pelo Papa Paulo VI e seus restos mortais se conservam para veneração pública na Casa Mãe de Toledo, na Espanha.

Fonte: ACI

Pouco mais de uma semana antes de cantar para o Papa Francisco no Encontro Mundial das Famílias (EMF), na Irlanda, Andrea Bocelli falou sobre a importância de ter fé e como esta ajuda a compreender o sentido da vida.

Em uma recente entrevista concedida a Vatican News, o cantor recordou que Santo Agostinho costumava dizer que “quem canta reza duas vezes”. “Eu realmente gosto de acreditar nisso, porque se for verdade, eu rezei muito em minha vida”, afirmou.

Explicou que um cantor “o objetivo de dar alegria, propiciar um momento de leveza no qual o espírito voa e você pode refletir, meditar no sentido da vida, nas coisas que realmente contam”, o canto “faz sua parte, é claro”.

Do mesmo modo, Bocelli afirmou que “a fé é um caminho que fazemos na tentativa de entender, compreender o sentido da vida”.

O tenor italiano disse que pensar “que somos filhos do acaso” é “um acidente intelectual”, porque é “um pouco como estar frente à Pietà de Michelangelo e não acreditar na autoria dessa escultura, ou seja, pensar que a Pietà foi encontrada um dia nos Alpes Apuanos, por casualidade, porque o acaso a esculpiu assim”. “Os que não têm fé são um pouco assim”, indicou.

Nesse sentido, relatou que chegar à fé foi para ele “um caminho racional”. “Achei que o mundo só poderia ser o resultado de uma vontade inteligente, muito maior que a nossa, e a partir daquele momento também esperei que fosse uma vontade de amor, uma vontade que Ele realmente nos amasse”, continuou.

Bocelli explicou que há duas formas de ter fé: a primeira é a “do cristão que deposita em Deus toda esperança e confiança possíveis”.

A segunda é “a de Iago, no ‘Otelo’ de Shakespeare, que disse: ‘Eu acredito em um Deus cruel que me criou semelhante a si’. Você pode até acreditar desta maneira. Isso é mais lógico do que não crer”.

Do mesmo modo, disse que a música, “como todos os talentos deste mundo, é um dom de Deus, não há dúvida sobre isso. No homem não há mérito, porque tudo o que o homem pode alcançar na vida o faz através de dons, de talentos que recebe”.

Sobre a oportunidade de cantar para o Papa Francisco durante o Festival das Famílias que acontecerá no Croke Park Stadium (Dublin) no sábado, 25 de agosto, Bocelli disse a Vatican News que para ele é “um privilégio”.

“Cantar diante do Santo Padre é algo prazeroso, sobretudo por causa desse tipo de fragilidade humana que nos faz sentir felizes quando nos aproximamos de personalidades carismáticas como a sua”, comentou.

Acrescentou que “também é uma responsabilidade, precisamente porque nesses contextos são passadas mensagens, que devem ser corretas”.

“Por isso vou tentar me preparar, vou dar o melhor de mim e depois espero que tudo corra bem, que as famílias levem para casa uma bela lembrança deste momento musical”, manifestou.

Esta não é a primeira vez que Andrea Bocelli, que se declara católica, canta em um Encontro Mundial das Famílias. Ele participou do evento que aconteceu em 2015, na Filadélfia (Estados Unidos).

Também cantou par ao Papa Francisco no Vaticano em 2015 e 2017 e suas interpretações comoveram os presentes e o próprio Pontífice.

Fonte: ACI

Em um percurso de cerca de 12 quilômetros, uma multidão de fiéis tomou as ruas de Fortaleza (CE) para celebrar sua padroeira, Nossa Senhora da Assunção, na quarta-feira, 15 de agosto, em uma tradicional caminhada.

A Caminhada com Maria, promovida pela Arquidiocese de Fortaleza chegou a sua 16ª edição neste ano, com o tema “Caminhamos com Maria, Mãe da Igreja”, e o lema "Mulher eis aí o teu Filho. Filho, eis aí a tua Mãe”.

Segundo a Autarquia Municipal de Trânsito (AMC), mais de um milhão de pessoas participaram da caminhada, que saiu do Santuário de Nossa Senhora da Assunção, no bairro Vila Velha, e seguiu até a Catedral Metropolitana, no Centro da capital cearense, onde a imagem da Virgem foi coroada.

Este evento já é tradicional na cidade e, em 2015, foi proclamado patrimônio cultural imaterial do Brasil. A Lei Nº 13.130, que estabeleceu este título ao evento, tem como objetivo, “reconhecer a importância da Caminhada com Maria, como forma de expressão do patrimônio histórico-cultural-religioso brasileiro”.

“O dia 15 de agosto tem uma significação muito especial para a comunidade católica da Arquidiocese de Fortaleza e agora podemos dizer do Estado (do Ceará), porque a festa já se tornou grande demais e já ultrapassou as fronteiras”, disse ao site ‘Diário do Nordeste’ o pároco da Catedral, Pe. Clairton Oliveira.

Segundo o sacerdote, a caminhada “é estar com Maria na consciência de que Ela ocupa um lugar destacado na vida do povo cristão, porque Ela, antes de conceber o Filho no seu ventre, concebeu a Palavra no seu coração”.

A caminhada teve início logo após a Missa das 12h no Santuário de Nossa Senhora da Assunção e o Arcebispo de Fortaleza, Dom José Antonio Tosi Marques, recordou aos fiéis que a Virgem “caminha conosco”.

“Estamos todos a caminho e é isto que nos quer lembrar há dezesseis anos esta nossa caminhada”, expressou o Prelado, assinalando que, “quem faz o caminho deve pegar a estrada sabendo para onde vai”.

“Seria loucura viajar sem direção e objetivo. Na celebração desta solenidade, a Igreja quer nos lembrar da estrada que Maria percorreu desde a anunciação do anjo. Foi um caminho de momentos gloriosos e outros de preocupação e desafios”, pontuou.

Nesse sentido, afirmou que “temos uma graça e uma missão: ser cooperadores na construção cidadã da cidade terrena na caminhada para a cidade celeste”.

“Maria elevada à glória do céu, Mãe da Igreja, nos acompanha com seu amor materno no seguimento de Jesus e na realização do Evangelho para que, atentos às coisas do alto, acenda-se em nossos corações o desejo de chegar à glória da ressurreição”, completou.

 

Durante todo o trajeto, os fiéis demonstram seu amor à Nossa Senhora por meio de cânticos e orações, enquanto muitos moradores enfeitaram suas casas, montando altares e estendendo flâmulas, para a passagem da Mãe de Deus.

Fonte: ACI

Equipe da Secretaria conheceu as instalações da comunidade 
terapêutica instalada em Patriarca, distrito de Sobral

O secretário de Cultura, Juventude, Esporte e Lazer de Sobral, Igor Bezerra, junto de sua equipe, conheceu nesta quarta-feira (8) as instalações da Fazenda da Esperança São Bento, comunidade terapêutica que atua na recuperação de dependentes químicos, localizada em Patriarca, distrito de Sobral.
A comitiva conheceu as atividades desenvolvidas pela instituição, cujo método de recuperação tem como tripé o trabalho, a espiritualidade e a convivência. A equipe foi recebida no Santuário de São Bento pelos recuperandos, pelos padres Ítalo Arcanjo (diretor espiritual) e Uli Endres e pelas Irmãs Missionárias Reparadoras do Coração de Jesus que residem na comunidade terapêutica.
Na oportunidade, o jovem Carlos Eduardo contou sua experiência vivida ao longo de 10 meses de caminhada. “A Fazenda da Esperança tem me ensinado a ver os meus limites, me reconhecer como cidadão”, pontuou.
O secretário elogiou o trabalho desenvolvido pela entidade e destacou a importância do cuidado no enfrentamento das drogas. “A Fazenda tem ensinado nossa cidade a cuidar desses jovens usuários de drogas. Precisamos que esses jovens perseverem para depois contribuir e poderem ajudar o próximo”, enfatizou.

Fazenda da Esperança São Bento – Sobral/CE – Fone: +55 (88) 3611-0054 – Skype: fazenda.sobral

Fonte: Correio da Semana

“Vocação é chamado de Deus. O Senhor nos chama cotidianamente de vários modos; chama-nos para rezar e para amar, como dizia São João Maria Vianney, padroeiro dos sacerdotes”, ressalta o bispo diocesano Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos em santa missa solene na Catedral Nossa Senhora da Conceição (Sé) no domingo, 5. A celebração de abertura oficial do mês vocacional também reinaugura a Obra das Vocações Sacerdotais (OVS), movimento que pede ao povo de Deus oração pelo surgimento de novas vocações e ajuda material para a manutenção dos seminários. A programação teve início às 8h com a Hora Santa Vocacional com adoração ao Santíssimo Sacramento.
A santa missa foi concelebrada por Pe. Airton Liberato (pároco da Paróquia São Paulo Apóstolo), Pe. Fábio Barbosa (sacerdote responsável pela pastoral vocacional e Vigário Paroquial da Paróquia de São Sebastião de Ipu), Pe. Jocélio Medeiros (Reitor do Seminário Propedêutico São José e um dos responsáveis pela OVS) e Pe José Lucione Queiroz Holanda (pároco da Catedral).

Dom Vasconcelos explica que o mês vocacional chama à oração por todas as vocações. No primeiro domingo, celebramos a vocação sacerdotal. No segundo, dia dos pais, ressaltamos a vocação matrimonial e abrimos a Semana da Família. No terceiro domingo, o destaque é para a vocação religiosa e consagrada. Os leigos e leigas, ministros, catequistas e missionários são tema do quarto domingo. “A vocação maior não é ser padre, freira ou leigo, mas é ser santo. Este é o chamado de todo cristão. Não fostes vós que me escolhestes. Eu que vos escolhi”, completa Dom Vasconcelos.

Pe. Fábio Barbosa louvou a Deus pelos diversos carismas e apresentou a Campanha Vocacional deste ano “Uma vocação por comunidade”. “Todo o povo de Deus é chamado a rezar uma dezena antes de cada celebração pelas vocações”. Também haverá pequenos vídeos sobre o valor da vida vocacional. Pe. Jocélio Medeiros apresentou a Obra das Vocações Sacerdotais com as duas perspectivas de oração e responsabilidade em prover as futuras vocações. “A OVS pretende criar uma cultura vocacional na Diocese de rezar pelo surgimento de novas vocações e ajudar materialmente”, explica. A Diocese conta com 13 seminaristas no Seminário Propedêutico São José, outros nove no seminário filosófico São João Paulo II e cinco no seminário teológico Imaculada Conceição, além de outros três seminaristas em Belo Horizonte cursando teologia.

Mês eucarístico
Agosto, além de ser um mês vocacional, é também eucarístico. “Neste ano, estamos acompanhando evangelho de São Marcos, primeiro a ser escrito e o menor de todos. Mas nos domingos de agosto, refletimos o capítulo sexto de João, cujo tema central é a eucaristia, maior dom porque a Eucaristia é o próprio Cristo. Jesus instituiu o ministério sacerdotal na primeira missa que celebrou, transformando pão e vinho em corpo e sangue”, ressalta Dom Vasconcelos durante sua homilia. O bispo refletiu ainda sobre a multiplicação dos pães e como Jesus antecipa com milagre a graça da eucaristia. “‘Eu sou o pão da vida descido do Céu’, diz Jesus, Precisamos nos alimentar desse pão vivo descido do Céu”, ressalta
A palavra de Deus na liturgia do dia aborda aspectos fundamentais. O primeiro deles é a vocação como chamado e discernimento. “Deus quer que eu seja padre, religioso? É preciso saber qual a vontade de Deus e lembrar que o Senhor nos diz: Não fostes vós que me escolhestes, eu que vos escolhi.” O segundo aspecto é a conversão. “É preciso revestir-se do homem novo e modelar-se como barro nas mãos do oleiro”, explica. Na primeira leitura, aparece Moisés que libertou o povo da escravidão do Egito e o conduziu ao deserto.
“Também precisamos de um deserto, do silêncio para escutar a Deus. O primeiro mandamento é ‘Ouve, ó Israel, o Senhor teu Deus’. Para ouvir, precisamos fazer um deserto”, garante. Neste tempo que deveria ser de escuta atenta do Senhor, o povo começa a reclamar e falta discernimento. Deus em sua misericórdia envia o maná do deserto e as codornizes e ensina o povo a confiar em sua providência. “Eles não podem guardar o maná de um dia para outro ou apodrece. O pão nosso de cada dia nos dai hoje! Mas tem gente que quer acumular e falta pão na mesa de outros. Eu preciso me despojar e aprender que o maná é um sinal do pão do Céu”, completa.

Serviço
Doações aos seminaristas
Caixa Econômica Federal
Agência: 0554
Operação: 003
Conta Corrente: 5065-0

Vocação sacerdotal
Pe. Airton Liberato, pároco da paróquia São Paulo Apóstolo
O sacerdote é sempre um promotor e um animador vocacional, segundo o Pe. Airton Liberato, pároco da paróquia São Paulo Apóstolo. “A missão do sacerdote é manter a obra salvífica do Senhor por meio dos sacramentos, em especial a penitência e a Eucaristia. Sem sacerdote, não é possível celebrar a Eucaristia”, ressalta. Pe. Airton explica ainda que não só durante o mês vocacional, mas durante o ano inteiro os sacerdotes são chamados a auxiliar no discernimento e promoção de novas vocações. “Todo padre é um promotor vocacional e essa promoção se intensifica durante este mês”, completa.

Ser família
José Stélio Cavalcante Pinheiro, 68, médico, e Tereza Maria Magalhães Pinheiro, 57, funcionária pública
Berço de todas as vocações, é na família que os filhos podem aprender a amar e a conhecer a Deus, segundo o médico José Stélio Cavalcante Pinheiro, 68. “A família é o princípio. Os pais precisam ser espelhos de cristãos para os filhos”, ressalta. Ao lado da esposa, Tereza Maria Magalhães Pinheiro, 57, funcionária pública, Stélio sempre participa dos movimentos da Igreja e ressalta que abraçar a Obra das Vocações (OVS) também é missão dos leigos. “Quando eu era criança, já existia a OVS e agora a Diocese está revitalizando este movimento”, completa.

Consagração a Deus

Irmã Damile Azevedo, Missionária Reparadora do Coração de Jesus e coordenadora da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) na Diocese de Sobral
“A vida religiosa é maravilhosa. Eu me sinto muito feliz por ser consagrada a Deus”, garante irmã Damile Azevedo, Missionária Reparadora do Coração de Jesus e coordenadora da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) na Diocese de Sobral. Ela lembra que a vocação religiosa é celebrada no terceiro domingo do mês de agosto. Em Sobral, são oito congregações religiosas com seus diversos carismas a serviço da Igreja.

Sal e luz

Mariana Helena Lopes, 54, funcionária pública e missionária da Comunidade Shalom
Chamados a ser sal e luz do mundo, os leigos têm como vocação ser sinal de Cristo em suas casas, nos locais de trabalho, segundo a missionária da Comunidade Shalom, a funcionária pública Mariana Helena Lopes, 54. “Neste ano do laicato de forma especial, nós leigos precisamos viver nossa missão de sermos sal da terra e luz do mundo na sociedade, no mundo atual. Sermos presença de Jesus Cristo nos nossos trabalhos, na nossa família. Que nossa vida seja luz que brilha para o mundo e aponta para Cristo. Neste mundo que tanto precisa da luz de Cristo, precisamos também nos amparar na estrela da evangelização, a Imaculada Conceição, a Mãe de Deus”, ressalta.

Fonte: Correio da Semana

Objetivo do encontro é construir linhas comuns de evangelização para o Nordeste

O Encontro dos bispos da Região Nordeste, realizado no período de 7 a 10 de agosto, em Fortaleza (CE), reuniu 92 participantes, entre os quais 82 bispos, 5 Secretários Regionais, 3 assessores, o ecônomo da CNBB e representante da Adveniat. O bispo diocesano de Sobral, Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos também esteve presente ao evento. O objetivo foi construir linhas comuns de evangelização para o Nordeste, além de fomentar a comunhão entre a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e as dioceses e arquidioceses da Região. O evento contou com a participação do Cardeal da Arquidiocese de Brasília e Presidente da CNBB, Dom Sérgio da Rocha.
Dom Sérgio da Rocha iniciou sua palavra dizendo ser um prazer e alegria encontrar os bispos do Nordeste. De acordo com ele, o encontro foi sendo construído aos poucos e tem como objetivo geral a comunhão. “É claro que o principal objetivo é encontrar-se, estar juntos, partilhar a vida dentre outros. É claro que estamos aqui, também, para trabalhar e refletir nossa caminhada como Igreja a partir da realidade eclesial, social e cultural do Nordeste. Existe algo que nos une e também é comum os desafios que nos afetam, por isso, juntos queremos buscar pistas para iluminar a Evangelização da Igreja no Nordeste”, explica.
A perspectiva de sinodalidade se faz unindo a todos, mas também valorizando cada realidade e cada situação da Igreja, de acordo com o cardeal. “A Igreja no Brasil conta com a colaboração da Igreja que está no Nordeste para cumprir cada vez mais e melhor sua missão evangelizadora”, ressalta.
O encontro também contribui para a unidade na fraternidade própria da Igreja. “Esse encontro contribui para que a sinodalidade da Igreja possa acontecer não apenas de maneira geral, mas valorizando as diferentes realidades da Igreja do Brasil. E nós temos a Igreja presente nos cinco regionais do Nordeste com a sua história, sua cultura, contribuição própria, seus valores, seus desafios e nós queremos valorizar a Igreja que está no Nordeste a fim de caminhar cada vez mais juntos. Sinodalidade quer dizer caminhar juntos e não é só de modo geral. Nós queremos valorizar, dar a devida atenção às diferentes realidades que estão presentes na Igreja do Brasil e nós queremos reconhecer o valor imenso que tem a Igreja no Nordeste e a Igreja no Brasil”, completa Dom Sérgio da Rocha.
Com o seu sorriso largo, marca já registrada, Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, anfitrião, salientou que “é uma graça muito grande ter aqui os representantes episcopais dos cinco regionais da CNBB que compõem a Região Nordeste”. (Com informações das arquidioceses de Natal e Fortaleza).

Fonte: Correio da Semana

Religiosos jovens missionários estiveram em missão no mês de julho. Foram 26 religiosos de 18 congregações e 8 estados do Brasil

As comunidades ribeirinhas de Anajás, na Prelazia de Marajó, foram a terra de missão no mês de julho de 26 religiosos de 18 congregações e 8 estados do Brasil, incluindo missionários naturais do México e do Vietnã que estão em missão no País. Todos eram jovens com idades entre 24 e 35 anos e permaneceram em missão de 14 a 29 de julho. Única cearense no grupo, a Missionária Reparadora do Coração de Jesus Irmã Maria Silveira, 31, também representou a Diocese de Sobral na expedição missionária.
“Foi diferente de tudo o que eu já vivi. É algo renovador. A consagração de vida ganha um novo sentido e a experiência com Deus é profunda. Não levamos Deus para as pessoas porque Deus já está lá”, garante Irmã Maria. Muitos foram os desafios: as distâncias entre as casas nas comunidades ribeirinhas, o forte sol e, principalmente, muito tempo de barco sobre as águas, mas muitas também as alegrias ao ver a fé do povo sendo confirmada pela presença dos missionários.
O Projeto Missão da Vida Religiosa Jovem na Amazônia foi criado em 2013, pela iniciativa das Comissões Episcopais para a Amazônia, Comissão Missionária Nacional, Conferência dos Religiosos do Brasil – CRB Nacional e Pontifícias Obras Missionárias. Além do envio missionário, a CRB também conta com ações formativas como cursos e eventos.
Irmã Maria lembra que todos os missionários chegaram no dia 14 de julho a Belém (PA) para um momento de confraternização. No dia seguinte, os religiosos foram conhecer a cidade e passaram por uma formação missionária. Na terça-feira, 17, foram de barco de Belém a Anajás, uma distância de cerca de 250 km e 16h de viagem. Na quarta-feira, 18, tiveram uma formação sobre a realidade das comunidades ribeirinhas e na quinta-feira, 19, visitaram as casas da cidade de Anajás. A missão foi até o domingo, 29 de julho.

Comunidades ribeirinhas
A visitação às comunidades ribeirinhas do setor Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ocorreu na sexta-feira, 20. Foram designados sete missionários, entre os quais Irmã Maria, que em trio visitou as 36 famílias da Comunidade São Francisco no sábado, 21 e no domingo, 22.
“Há muitos problemas sociais como a precariedade da saúde, educação e questões sociais, mas fiquei impressionada com a fé e a generosidade das pessoas. É um povo que tem uma fé bonita e genuína. Não tem quase nada material, mas acredita em Deus, no poder de Deus”, garante Irmã Maria. Também há outras mazelas como a droga, os furtos, as precárias condições de trabalho e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
Ela explica que nas visitas os missionários vão mais para escutar as pessoas que para falar. Só há um padre para abranger a sede Anajás e as comunidades ribeirinhas. Por isso, a santa missa ocorre apenas uma vez por mês. Nos demais dias, ocorre celebração da Palavra e em alguns momentos adoração ao Santíssimo.
As famílias ribeirinhas sobrevivem do plantio e da venda de Açaí, além da caça e da pesca. Quando pescam um animal de grande porte, costumam dividir com os vizinhos. “É um povo materialmente pobre, mas sabe acolher e partilhar. É um povo que vive a teologia e o Evangelho mesmo sem saber. Eu te louvo, ó Pai, porque escondestes essas coisas aos sábios e aos entendidos e as revelastes aos pequeninos”, diz. Os alimentos que precisam ser comprados, como o feijão, são muito caros. A gasolina custa em média R$ 6 o litro. Também não há na maioria das casas energia elétrica nem banheiros e as famílias são muito numerosas. A maioria das mães têm mais de cinco crianças.
Várias foram as histórias tocantes com as quais irmã Maria se deparou, mas uma em especial chamou sua atenção. Um jovem recém-casado pediu uma bênção dos missionários sobre sua casa. As casas são construídas acima do volume das águas do rio para que os moradores possam se precaver quando a maré estiver alta e naquela casa específica o dono ainda não havia construído as escadas. Irmã Maria precisou subir em um tronco de árvore para alcançar a porta. “Pensei muitas vezes em ir embora e não subir, mas é um chamado de Deus para superar nossos limites”, garante. Ao saírem da casa, caiu uma chuva fina. “Para nós nordestinos, a chuva é bênção de Deus. Para ele, era Deus abençoando sua casa”, ressalta.

Fonte: Correio d Semana

Desde agosto do ano passado, doze novos bispos foram nomeados para a Igreja no Brasil, além de transferências de prelados para outras dioceses. Mesmo assim, ainda há 15 Igrejas Particulares vacantes, num universo de 277 circunscrições eclesiásticas. A diocese de Carolina (MA) é a que aguarda há mais tempo, desde julho do ano passado.

Renúncia, transferência, falecimento ou perda de ofício são alguns dos motivos que podem tornar uma sede vacante, expressão oriunda do latim que significa trono vazio e que é usada pela Igreja para dizer que uma Sede Episcopal está sem o seu ocupante no governo pastoral. Neste período, a Igreja Particular fica aos cuidados de um administrador diocesano, eleito pelo Colégio de Consultores, que pode desempenhar algumas funções limitadas pelo Código de Direito Canônico; ou por um administrador apostólico, um bispo nomeado pelo papa.

Padre Djalma Lopes de Siqueira, da diocese de São José dos Campos, explica que a escolha de um novo bispo se dá através de um longo e criterioso processo que se inicia na Nunciatura Apostólica de cada país. Na sequência, é encaminhado para a Congregação para os Bispos, no Vaticano, até chegar ao papa, a quem compete a nomeação dos bispos.

“Neste processo se busca obter através de consultas, sob segredo pontifício, a opinião de muitas pessoas para se chegar ao máximo de informações pertinentes acerca dos candidatos. Isto demonstra o quanto a Igreja tem consciência da importância da nomeação dos bispos. Muitas pessoas investem muitos anos de suas vidas e ministérios na dedicação a este serviço eclesial”, conta padre Djalma.

Confira as 15 dioceses vacantes, até esta data, na Igreja no Brasil:

Apucarana (PR), vacante desde 13 de dezembro de 2017, quando Dom Celso Antônio Marchiori foi nomeado bispo de São José dos Pinhais (PR).

Bagé (RS), vacante desde a acolhida do pedido de renúncia de Dom Gílio Felício, em 6 de junho de 2018.

Bonfim (BA), vacante desde o dia 3 de janeiro de 2018, quando Dom Francisco Canindé Palhano foi nomeado o novo bispo da diocese de Petrolina (PE).

Cachoeira do Sul (RS), vacante desde o falecimento de Dom Remídio Bohn, em 6 de janeiro de 2018.

Campinas (SP), vacante desde a nomeação de Dom Airton José dos Santos para a arquidiocese de Mariana (MG), em 25 de abril de 2018.

Carolina (MA), vacante desde que o Papa Francisco aceitou a renúncia de Dom José Soares Filho, em 5 de julho de 2017.

Formosa (GO), está sob os cuidados de um administrador apostólico: Dom Paulo Mendes Peixoto, desde 21 de março deste ano.

Ganhães (MG), vacante desde a acolhida do pedido de renúncia apresentado por Dom Jeremias Antônio de Jesus, em 4 de junho.

Ipameri (GO), vacante desde 7 de fevereiro de 2018, quando Dom Guilherme Antônio Werlang foi nomeado para a diocese de Lages (SC).

Eparquia de Nossa Senhora do Paraíso em São Paulo dos Greco-Melquitas, vacante desde fevereiro, quando o Papa Francisco autorizou a transferência de Dom Joseph Gébara para a arquieparquia de Petra e Filadélfia (Jordânia) dos Greco-Melquitas.

Palmeira dos Índios (AL), vacante desde a nomeação de Dom Dulcênio Fontes de Matos para a diocese de Campina Grande (PB), em 11 de outubro de 2017.

São João del Rei (MG), vacante desde o dia 19 de janeiro deste ano, quando faleceu o bispo Dom Célio de Oliveira Goulart, aos 73 anos.

Teófilo Otoni (MG), ficou vacante em 20 de setembro de 2017, quando Aloísio Jorge Pena Vitral foi nomeado bispo de Sete Lagoas (MG).

União da Vitória (PR), vacante desde 8 de fevereiro, quando Dom Agenor Girardi faleceu vítima de um quadro infeccioso grave que evoluiu para a falência múltipla de órgãos.

Viana (MA), vacante após a transferência de Dom Sebastião Lima Duarte para a diocese de Caxias do Maranhão, no mesmo estado, em 20 de dezembro de 2017.

Fonte: Canção Nova