Educadora 950

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 A Rádio da Família Cristã

A cidade de São Paulo voltou a ser o palco de uma Marcha pela Vida no último domingo, 2 de dezembro, quando cerca de 15 mil pessoas saíram às ruas para unir suas vozes e proclamar “salvemos as 2 vidas”, em uma manifestação que os organizadores classificaram como uma “grande festa”. “Foi, na verdade, uma grande festa pela vida, com músicas, gritos de guerra, frases, todos cantando o hino”, contou um dos coordenadores do evento, Guilherme Montoro Mellim. “Antes de começar a Marcha – recordou –, abriu o sol e, minutos depois que terminou, começou a chover. Isso nos alegrou bastante”. Segundo Mellim, que esteve à frente da marcha juntamente com Fábio Gonçalves, um dos destaques deste evento foi a capacidade de “reunir tantas pessoas em torno de uma causa comum, isto é a defesa da vida”. “Muitos foram para a Marcha preocupados com os abusos do STF (Supremo Tribunal Federal), com seu ativismo que vem se sobrepondo às competências do Congresso; outros se uniram porque acreditam e defendem a sacralidade da vida humana”, sublinhou o coordenador, ressaltado que em todos a “defesa da vida” era o que os unia. Além disso, o coordenador da Marcha indicou que o evento teve ainda “impacto nas outras pessoas que passavam pelo local”, algumas das quais “paravam por cinco, dez minutos para ouvir o que estava sendo dito”. Para Guilherme Mellim, outro destaque desta marcha foi ter unido diferentes pessoas, como “autoridades religiosas, políticos, jornalistas, professores universitários, médicos, advogados”. Entre os diferentes nomes que fizeram parte deste evento estiveram, por exemplo, Padre Paulo Ricardo; o intelectual católico Bernardo Pires Küster; o especialista em Bioética e coordenador do Movimento Legislação e Vida, Prof. Hermes Rodrigues Nery; a deputada estadual eleita Dra. Janaína Paschoal; entre outros. “Várias pessoas foram para a Marcha para ouvir o que eles tinham a dizer, a explicar”, indicou Guilherme Mellim, citando, por exemplo, a questão do ativismo judicial, os “problemas jurídicos, como o STF tem passado por cima do Congresso para tentar legislar sobre o aborto”. Uma das pessoas que falaram aos participantes da Marcha foi Pe. Paulo Ricardo, o qual alertou que “existem onze pessoas, os ministros do Supremo Tribunal Federal, que estão usurpando, em muitas decisões o poder que não lhes compete”. “Eles não foram eleitos por nós, eles não foram escolhidos por nós, eles não nos representam. Eles foram colocados lá para interpretar a Constituição e reescrevem ao seu bel prazer a Constituição brasileira, reescrevem sem nenhuma vergonha”, afirmou. Além disso, o sacerdote advertiu que as pessoas que buscam impor o aborto no Brasil usam “dois recursos”. “Número 1 é fazer com que a nossa religiosidade, católicos, todos os cristãos, todas as pessoas de boa vontade que têm religião e que são a favor da vida, eles querem que nossas convicções sejam colocadas para dentro de casa”. Enquanto isso, “os nossos filhos e nossas filhas estão sendo doutrinados miseravelmente em nossas escolas”. “O segundo argumento: eles estão dizendo que a defesas da vida, que é contra a descriminalização do aborto, é uma convicção religiosa que não tem fundamento racional. Não, nós somos racionais e a ciência e a verdade estão do nosso lado”, assinalou. Nesse sentido, recordou que, desde a fecundação, “cientificamente falando, já tem tudo o que é necessário para o desenvolvimento daquela vida”. “Desde o ovo no tubo uterino, é vida humana plenamente. A mãe não acrescenta mais nada, além de alimentação, oxigênio e ambiente propício. A ciência está do lado da vida. Isso não é uma questão de argumentos religiosos”, reforçou. “Se vamos dar ao brasileiro o direitos de tirar a vida de um inocente – isso começa no útero da mãe –, quem vai deter a escalada de violência, quem vai deter a escalada da morte, da cultura da morte no nosso país?”, questionou o sacerdote. Fonte: ACI
Iniciativa da Cáritas Brasileira deve acolher e integrar 612 migrantes venezuelanos em seis capitais brasileiras Nesta quinta e sexta-feira, 29 e 30, mais um grupo de imigrantes venezuelanos chegará em Brasília. Por volta das 13h50 de hoje, 80 pessoas provenientes de Boa Vista, Roraima, irão desembarcar na Base Aérea de Brasília. E amanhã mais um grupo de 22 venezuelanos, totalizando 102 migrantes. O deslocamento faz parte do programa de integração da Cáritas Brasileira e é coordenado pelo Governo Federal em parceria com agências da ONU. Com o Programa Pana: de resposta à Crise Humanitária, entre os dias 29 de novembro a 19 de dezembro, seis capitais brasileiras (Porto Velho (RO), Recife (PE), Brasília (DF), São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC)), vão acolher e integrar 612 migrantes venezuelanos. Programação em Brasília Na capital federal, os venezuelanos serão acolhidos na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Rua 48, s/n lt 450 – Centro – São Sebastião, onde vão almoçar e receber as primeiras orientações. Em seguida, serão acompanhados até as casas, com mobiliário e equipamentos básicos, alugadas pela Cáritas Brasileira, Cáritas Suíça e o Departamento de Estado dos Estados Unidos. Neste sábado, 1º,, haverá Missa de acolhida, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, às 16h, com as presenças do bispo auxiliar de Brasília, Dom Marcony Vinícius Ferreira, padres das paróquias da região e comunidades. Na ocasião, haverá a bênção aos migrantes e um chá de casa nova solidário, a partir das doações que estão sendo arrecadadas. Antes do deslocamento, em que os migrantes se inscreveram de forma voluntária para viajar, eles receberam as vacinas contra sarampo, caxumba, rubéola, febre amarela, difteria, tétano e coqueluche. Passaram por regularização migratória junto à Polícia Federal, seja por meio de solicitação de refúgio ou de residência temporária e receberam documentação como: Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM), Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e a Carteira de Trabalho. Em todas as capitais, os migrantes vão receber uma estrutura de acolhimento que passa pela concessão de aluguéis sociais, itens de necessidades básicas, como alimentos, roupas, kits de higiene pessoal e limpeza, bem como apoio jurídico e psicossocial. O Governo Federal, por meio do Exército Brasileiro vai oferecer, às famílias migrantes, alimentação por três meses. Programa Pana O Pana é uma iniciativa desenvolvida pela Cáritas Brasileira e pela Cáritas Suíça, com apoio do Departamento de Estado dos Estados Unidos, e, visa contribuir com a assistência humanitária e a integração de migrantes e refugiados, em especial os venezuelanos, que estejam em situação de vulnerabilidade social e que buscam reconstruir a vida no Brasil. O projeto tem como objetivo, ao longo de um ano, favorecer mais de 3.500 pessoas, sendo, pelo menos, 1.224 delas migrantes venezuelanas, a partir da integração em sete capitais do Brasil: Boa Vista, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Porto Velho, Recife e São Paulo, e conta com parceiros locais que contribuem para a integração dos migrantes. Pana é uma palavra da língua da etnia indígena Warao e significa amigo, parceiro. Diante da crise política e econômica na Venezuela, os Warao foram os primeiros a atravessar a fronteira do país com o Brasil em busca de ajuda para sobreviver. Fonte: Canção Nova
A professora de um colégio no Reino Unido denunciou que o centro educativo enganou 17 estudantes autistas, fazendo-os acreditar que deveriam ter nascido mulheres e que precisavam passar por um processo de mudança de sexo. O jornal britânico ‘The Mail on Sunday’, que publicou a denúncia em 17 de novembro, decidiu manter em segredo o nome da escola e a identidade da professora, que tinha medo de ser demitida depois de 20 anos de carreira. A informante assinalou que estes alunos foram convencidos de sofrer de "disforia de gênero" – termo psiquiátrico que descreve a discordância ou desconforto com corporeidade ou o sexo biológico –, e que "são facilmente influenciados e se prendem à crença errada de que eles são do sexo equivocado como uma maneira de enfrentar os problemas causados ​​pelo autismo". "Eu acho que eles realmente não são transgênero, são apenas jovens com problemas complexos de saúde mental", disse. Do mesmo modo, explicou ao jornal que se sentia obrigada a falar porque temia que muitos estudantes pudessem estar tomando bloqueadores hormonais de puberdade e acrescentou que alguns já estariam em um processo de passar por uma cirurgia. No início deste ano, ‘The Mail on Sunday’ revelou que 150 adolescentes autistas foram levados à Clínica Tavistock, a "única clínica de identidade de gênero para menores" do Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês), onde foi determinado que mostravam "características autistas moderadas e graves" e começaram a receber bloqueadores hormonais de puberdade. A professora também revelou que foi aconselhada junto com outros professores a manter os pais na ignorância se um estudante afirmasse ser "transgênero", e que os alunos mais velhos que já tinham feito a cirurgia de mudança de sexo "prepararam" os mais novos para seguir o seu exemplo. Por exemplo, disse que um adolescente autista "está programado para se submeter a uma dupla mastectomia". O estudante, que nasceu mulher, disse que queria ser identificado como "não binário" – sem sexo específico –, em janeiro de 2014, aos 16 anos e dois anos depois de ter sido diagnosticado como autista. Depois de consultar seus pais, a escola fez um acordo de mudar o nome do aluno no registro para que tivesse um nome que fosse "neutro". "Aquela criança foi diagnosticada autista aos 14 anos e com certeza não era transgênero. Ela tinha outros problemas complicados de saúde mental. É uma tragédia que a sua reclamação tenha sido aceita com tanta facilidade. Agora ela vai mutilar o seu corpo", disse. O deputado David Davies parabenizou a professora pela denúncia. "Parabenizo esta professora por vir até aqui e nos contar o que eu suspeitava que estivesse acontecendo há muito tempo nas escolas. É horrível que outros estudantes os encorajem a se identificarem como transgênero, especialmente se tiverem autismo", indicou a ‘The Mail on Sunday’. "Os pais não são informados acerca disso e não há como desafiar estes alunos que são convencidos por outros de que eles têm um problema que quase não têm. Tragicamente, o resultado final poderia ser procedimentos cirúrgicos irreversíveis. Isso é escandaloso", acrescentou. ‘The Mail on Sunday’ assinalou em seu artigo que "o aumento dramático no número de estudantes que queriam mudar de gênero coincidiu com um clamor crescente de ativistas que exigiam mais direitos para as pessoas transgênero". "Eu acho que as crianças autistas que não são transgêneros estão sendo exploradas pelo lobby transgênero. Eles estão fazendo lavagem cerebral neles, para que acreditem que são transgênero", acrescentou a professora. Fonte: ACI
Neste dia 30 de novembro, é celebrada a festa de Santo André Apóstolo, irmão de Pedro e patrono da Igreja Ortodoxa. As passagens dos Evangelhos que mostram como André aproximou algumas pessoas de Jesus lhe renderam o título de “ponte do Salvador”. Santo André nasceu na Betsaida. De início, foi discípulo de João Batista e logo começou a seguir Jesus. Foi por intermédio dele que Pedro conheceu o Senhor. “Encontramos o Messias”, disse ao seu irmão. Aparece ainda no episódio da multiplicação dos pães e dos peixes, quando indica a Jesus um jovem que tinha apenas cinco pães e dois peixes. Além disso, ao lado de Filipe, dirige-se a alguns gregos e os leva a conhecer o Salvador. A tradição assinala que, depois do Pentecostes, o apóstolo André pregou em muitas regiões e foi crucificado na Acaia, Grécia. Diz-se que a cruz em que morreu tinha forma de “X”, a qual ficou conhecida popularmente como “cruz de Santo André”. Esta cruz recebeu as seguintes palavras do apóstolo: “Salve Santa Cruz, tão desejada, tão amada. Tira-me do meio dos homens e entrega-me ao meu Mestre e Senhor, para que eu de ti receba o que por ti me salvou!”. Santo André é também fundador da Igreja em Constantinopla, nome antigo da atual cidade do Istambul, na Turquia. Em um dia como este em 2014, o Papa Francisco, sucessor do Pedro, e o Patriarca Bartolomeu, herdeiro de Santo André, renovaram na Turquia os laços de irmandade entre ambas as Igrejas. Naquela ocasião, durante a homilia, Francisco dirigiu estas palavras ao Patriarca: “Amado irmão, caríssimo irmão, estamos já a caminho, a caminho para a plena comunhão e já podemos viver sinais eloquentes de uma unidade real, embora ainda parcial. Isso nos conforta e sustenta na prossecução deste caminho”. Por fim, declarou: “Temos a certeza de que, ao longo desta estrada, somos apoiados pela intercessão do Apóstolo André e do seu irmão Pedro, considerados pela tradição os fundadores das Igrejas de Constantinopla e de Roma. Imploramos de Deus o grande dom da unidade plena e a capacidade de o acolher nas nossas vidas. E não nos esqueçamos jamais de rezar uns pelos outros”. Fonte: ACI
Na festa de Santo André (30/11), o Papa Francisco celebrou a missa na capela da Casa Santa Marta, convidando os fiéis a estarem “próximos da Igreja de Constantinopla”, a Igreja de André, rezando “pela unidade das Igrejas”. Coerência em anunciar Cristo Na homilia, o Pontífice exortou a deixar de lado “aquela atitude, o pecado, o vício” que cada um de nós tem “dentro” de si, para ser “mais coerente” e anunciar Jesus de modo que as pessoas creiam com o nosso testemunho. Refletindo sobre a Primeira Leitura, em que São Paulo explica como a fé provenha da escuta e a escuta diz respeito à Palavra de Cristo, o Papa recordou como é “importante o anúncio do Evangelho”, o anúncio de que “Cristo nos salvou, de que Cristo morreu e ressuscitou por nós”. De fato, o anúncio de Jesus Cristo não é levar “uma simples notícia”, mas “a única grande Boa Notícia”. Francisco explicou então o que significa o anúncio: Não é um trabalho de publicidade, fazer propaganda para uma pessoa muito boa, que fez o bem, curou tantas pessoas e nos ensinou coisas belas. Não, não é publicidade. Tampouco é fazer proselitismo. Se alguém vai falar de Jesus Cristo, pregar Jesus Cristo para fazer proselitismo, não, isso não é anúncio de Cristo: isso é um trabalho, de pregador, feito com a lógica do marketing. Que é o anúncio de Cristo? Não é nem proselitismo nem propaganda nem marketing: vai além. Como é possível compreender isso? É antes de tudo ser enviado. Portanto, ser enviado “à missão”, fazendo entrar “em jogo a própria vida”. O apóstolo, o enviado que “leva o anúncio de Jesus Cristo”, explicou Francisco, “o faz com a condição de que coloque em jogo a própria vida, o próprio tempo, os próprios interesses, a própria carne”. O Papa citou um ditado argentino, que implica “colocar a própria carne sobre o fogo”, isto é, colocar-se em jogo. Esta viagem, de ir ao anúncio, arriscando a vida, porque jogo a minha vida, a minha carne – esta viagem – tem somente passagem de ida, não de volta. Voltar é apostasia. Anunciar Jesus Cristo com o testemunho. Testemunhar significa colocar em jogo a própria vida. Faço aquilo que digo. Os mártires experimentam o verdadeiro anúncio A palavra, “para ser anúncio”, deve ser testemunho, reiterou Francisco, que fala de “escândalo” a propósito dos cristãos que dizem sê-lo e depois vivem “como pagãos, como descrentes”, como se não tivessem “fé”. O Papa então convida à “coerência entre a palavra e a própria vida: isso – evidenciou – se chama testemunho”. O apóstolo, o anunciador, “aquele que leva a Palavra de Deus, é uma testemunha”, que coloca em jogo a própria vida “até o fim”, e é “também um mártir”. De outro lado, foi Deus Pai que para “fazer-se conhecer” enviou “seu Filho em carne, arriscando a própria vida”. Um fato que “escandalizava assim tanto e continua a escandalizar”, porque Deus se fez “um de nós”, numa viagem “com passagem somente de ida”. O diabo tentou convencê-lo a tomar outra estrada, e Ele não quis, fez a vontade do Pai até o fim. E anúncio Dele deve ir para a mesma estrada: o testemunho, porque Ele foi a testemunha do Pai feito carne. E nós devemos fazer-nos carne, isto é, fazer-nos testemunhas: fazer, fazer aquilo que dizemos. E isso é o anúncio de Cristo. Os mártires são aqueles que [demonstram] que o anúncio foi verdadeiro. Homens e mulheres que deram a vida – os apóstolos deram a vida – com o sangue; mas também tantos homens e mulheres escondidos na nossa sociedade e nas nossas famílias, que dão testemunho todos os dias, em silêncio, de Jesus Cristo, mas com a própria vida, com aquela coerência de fazer aquilo que dizem. Um anúncio frutuoso O Papa recordou que todos nós, com o Batismo, assumimos “a missão” de anunciar Cristo”: vivendo como Jesus “nos ensinou a viver”, “em harmonia com aquilo que pregamos”, o anúncio será “frutuoso”. Se, ao invés, vivemos “sem coerência”, “dizendo uma coisa e fazendo outra contrária”, o resultado será o escândalo. E o escândalo dos cristãos, concluiu, faz muito mal “ao povo de Deus”. Via Vatican News
Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano “Com o coração cheio de esperança”, a Cáritas Brasileira prepara sua participação na Jornada Mundial da Juventude no Panamá, no final de janeiro de 2019. O assessor nacional para a juventude da Cáritas, LeonPatrick Afonso de Souza, está em Roma para um série de reuniões na sede da entidade e visitou os estúdios da Rádio Vaticano/Vatican News. Na entrevista, que é possível ouvir na íntegra no Programa Porta Aberta, Leon aborda a questão na juventude a partir do Sínodo realizado em outubro no Vaticano, alargando sua incidência para a Igreja brasileira. Em vista da JMJ, o assessor da Cáritas fala da expectativa para o encontro com o Papa e destaca a realização do evento na América Central, num período marcado por extrema violência contra a juventude em Honduras, Nicarágua e El Salvador. Para Leon, a JMJ no Panamá reforça a intenção do Papa de dar visibilidade às periferias, assim como o Sínodo Amazônico e a canonização de Dom Oscar Romero. Fonte: Vatican News
Os fundos arrecadados no 26° Concerto de Natal, no Vaticano, serão destinados a projetos nos dois países Os fundos arrecadados no 26° Concerto de Natal, no Vaticano, serão destinados a projetos nos dois países A Congregação para a Educação Católica promove, em 15 de dezembro, na Sala Paulo VI, no Vaticano, o 26° Concerto de Natal, uma iniciativa de Scholas Occurentes e Missão Dom Bosco em favor de dois países: Iraque e Uganda. “Uma pequena gota de solução para grandes problemas”, disse o secretário do organismo vaticano, Dom Angelo Vincenzo Zani, a propósito da iniciativa. Os fundos arrecadados no 26° Concerto de Natal, no Vaticano, serão destinados aos dois países. “Façamos uma rede com a educação” é o slogan do evento que, depois dos projetos dedicados ao cyberbullismo, no ano passado, quer promover o desenvolvimento de realidades que estão crescendo, em Irbil, no Iraque, e Palabek, em Uganda. Scholas Occurentes está ajudando as crianças iraquianas, criando redes entre as entidades educacionais e promovendo a troca de experiências entre escolas e universidades italianas. Os missionários salesianos se dedicam às 40 mil pessoas que fugiram da guerra no Sudão do Sul, ensinando algumas profissões aos jovens que vivem no campo de Palabek que fugiram do conflito com suas mães. Para financiar os projetos foi ativado o número solidário na Itália 45530 para o envio de mensagens. O Concerto de Natal será transmitido ao mundo inteiro no dia 24 de dezembro pelo Canal 5 de televisão. Participam desta 26ª edição os cantores Dee Dee Bridgewater, Anastacia, Raphael Gualazzi, Edoardo Bennato, Alessandra Amoroso, Elisa, Ermal Meta, e os bailarinos argentinos Miguel Angel Zotto e Daiana Guspero. A Orquestra Universal Sinfônica Italiana será dirigida pelos maestros Renato Serio e Stefano Zavattoni. O coral gospel estadunidense será o New Direction Tennessee State Gospel Choir, o conjunto vocal que acompanhará os solistas será a Art Voic Academy, e as vozes brancas do Pequeno Coral ‘Le Dolci Note’, dirigido pelo maestro Alessandro Bellomaria. Fonte: VaticanNews
Na sua catequese oferecida aos milhares de peregrinos que compareceram à Sala Paulo VI para a Audiência geral desta quarta-feira, 28, o Santo Padre concluiu o ciclo de reflexões sobre os Dez Mandamentos que vinha fazendo e afirmou que em Jesus o Decálogo ganha sua plenitude e que, portanto, para o cristão não há melhor forma de viver os mandamentos que contemplar Jesus e levar uma vida segundo os desejos que o Espírito Santo semeia em nossos corações. “Na catequese de hoje, que conclui o caminho dos Dez Mandamentos, podemos usar como um tema-chave aquele dos desejos, o que nos permite refazer a jornada e reassumir as etapas realizadas pela leitura do texto do Decálogo, sempre à luz da plenitude revelação em Cristo”, afirmou o Papa ao início do seu discurso. “Nós partimos da gratidão como base do relacionamento de confiança e obediência: Deus, nós vimos, não pede nada antes de ter dado muito mais. Ele nos convida à obediência para nos resgatar do engano das idolatrias que têm tanto poder sobre nós. De fato, buscar a própria realização nos ídolos deste mundo nos esvazia e nos escraviza, enquanto o que nos dá estatura e coerência é a relação com Ele que, em Cristo, nos faz filhos de sua paternidade”. Segundo o Pontífice isto “implica um processo de bênção e libertação, que é o descanso autêntico”. Assim, o Santo Padre citou o Salmo 62 que diz: "Só em Deus repousa a minha alma: nele está a minha salvação". Passando à reflexão dos mandamentos que falam da relação com o próximo, o Santo Padre disse que “a partir do amor que Deus mostra em Jesus Cristo”, recebemos “um apelo à beleza da fidelidade, da generosidade e autenticidade”. Mas para viver assim precisamos de um novo coração, afirmou o Pontífice que logo perguntou: “Mas como ocorre esse "transplante de coração"? “Através do dom dos novos desejos (cf. Rm 8: 6), que são semeados em nós pela graça de Deus, especialmente através dos Dez Mandamentos levados ao plano cumprimento por Jesus, como Ele mesmo ensina no "sermão da montanha". “De fato, na contemplação da vida descrita pelo Decálogo, ou melhor, numa existência grata, livre, autêntica, abençoada, adulta, zelosa e amante da vida, fiel, generosa e sincera, nós, quase sem perceber, nos encontramos diante de Cristo”, pontuou. O Papa Francisco afirmou ainda que o Decálogo é a como a "radiografia" de Cristo. Os Mandamentos descrevem Jesus “como um negativo fotográfico, que deixa seu rosto aparecer - como no Santo Sudário. É então que o Espírito Santo fertiliza nosso coração colocando nele os desejos que são um dom de si mesmo, os desejos do Espírito”. “Assim, descobrimos melhor o que significa que o Senhor Jesus não veio para abolir a lei mas para cumpri-la, e enquanto a lei segundo a carne era uma série de prescrições e proibições, de acordo com o Espírito esta mesma lei se torna vida, porque não é mais uma norma, mas a própria carne de Cristo, que nos ama, nos busca, nos perdoa, nos consola e em seu corpo recompõe a comunhão com o Pai, perdida pela desobediência do pecado”. “Aqui está o que o Decálogo para nós cristãos é: contemplar a Cristo para nos abrir e assim receber seu coração, seus desejos, seu Espírito Santo”, concluiu o Papa Francisco. No final do encontro do Santo Padre com os peregrinos, Ele ofereceu uma saudação aos fiéis de língua portuguesa, logo após a síntese de sua catequese, lida em português: “Ao concluir as catequeses sobre os 10 mandamentos, podemos ver como eles são um caminho para preencher o nosso coração de desejos de amor autêntico, vivido à luz de tudo o que Jesus nos ensinou. Os três primeiros mandamentos, que se referem à nossa relação direta com Deus, nos conduzem à gratidão onde assenta a nossa fidelidade e obediência ao nosso Pai celestial: uma relação que nos liberta e onde encontramos o nosso verdadeiro repouso. E, a partir dessa experiência de uma vida libertada, vemos como os outros mandamentos nos levam a viver a nossa relação com o próximo a partir do amor de Deus, numa existência agradecida, livre, autêntica, abençoada, fiel, generosa e sincera. De fato, os mandamentos são como uma radiografia que nos deixa ver a face de Cristo e, por isso, compreendemos que Ele não veio abolir a Lei, mas leva-la ao pleno cumprimento, suscitando no nosso coração os desejos do Espírito, marcados pela fé, a esperança e o amor”. “Dirijo uma cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa aqui presentes. Ao concluir o Ano Litúrgico, somos convidados a ir ao encontro de Jesus, que nos espera em cada dia nos sacramentos, na oração e no próximo, sobretudo nos mais necessitados. Que Deus vos abençoe!”, finalizou o Pontífice. Fonte: ACI
Desde o ano de 2017, o saldo de empregos passou de negativo para positivo com ampliação nas vagas de comércio, indústria, serviços e construção civil. Sobral tem apresentado saldos positivos na geração de emprego desde o ano passado. Nos últimos 12 meses, foram criados 1.242 novos postos de trabalho, o resultado entre a variação de admissões (10.524) e desligamentos (9.282) entre outubro de 2017 e setembro de 2018, dado mais recente divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho. Desde o ano de 2017, o saldo de empregos passou de negativo para positivo com ampliação nas vagas de comércio, indústria, serviços e construção civil. “Olhando para Sobral, percebemos que tem melhorado o mercado de trabalho e que temos avançado na indústria alimentícia, calçadista, nos serviços e de forma especial no comércio. Sobral é polo comercial para a Região”, ressalta Antônio Lourenço Portela, coordenador Regional Norte do Sine/IDT (Sistema Nacional de Emprego – Sine / Instituto de Desenvolvimento do Trabalho – IDT) . Portela explica que há vagas para vários perfis de profissionais, com destaque para vendedores lojistas, auxiliares de produção, além de montadores, eletricistas, bombeiros, pedreiros, até vagas como cirurgião-dentista. Por isso, de acordo com ele, é preciso que quem busca uma colocação profissional possa fazer seu cadastro no Sine/IDT. O Sine conta ainda com oficinas de orientação para o mercado de trabalho e orientação profissional. “O Sine busca estar presente na vida do trabalhador e do empregador”, garante. Na hora da contratação, três pontos são essenciais: competência, habilidades e atitude. Confiando nesses pontos, a zeladora Vládia de Oliveira Sousa, 40, foi ao Sine/IDT procurar uma vaga de emprego. “Já tenho experiência de dez anos na profissão e isso conta muito”, garante. Postos de trabalho O Ceará também mantém uma série de resultados positivos de postos de trabalho. O saldo acumulado em 12 meses foi também positivo em 22.385 vagas com carteira assinada, o que representa uma variação de 1,99 por cento no estoque de empregados no Ceará. Os dados são de acordo com o CAGED. Os setores que mais contribuíram com o resultado do Ceará, em setembro de 2018, segundo o analista de Políticas Públicas Alexsandre Lira Cavalcante, da Diretoria de Estudos Econômicos do Ipece, foram Agropecuária, com 1.092 postos; Administração de Imóveis, Valores Mobiliários e Serviços Técnicos (986)) e Comércio Varejista (911 vagas). Fortaleza foi responsável por quase 40,0 por cento (2.537 postos) do resultado mensal de setembro deste ano. Cerca de 20 por cento (530) do resultado de Fortaleza foi decorrente do setor de Comercialização e Administração de Imóveis, Valores Mobiliários e Serviços Técnicos; 16,8 por cento (425 postos) a Serviços Médicos e 15,9 por cento (404 postos) ao Comércio Varejista. O Brasil apresentou saldo positivo, entre admissões e demissões, na ordem de 137.336 novos contratos trabalhistas formais para o mês de setembro de 2018. O resultado é superior a setembro de 2017, quando foi registrado um saldo positivo de 49.283 empregos. Já o saldo acumulado em 12 meses segue positivo em 459.217 postos de trabalho, o que representa uma variação de 1,2 por cento no estoque total de empregados no país. Esse resultado foi puxado principalmente pelos subsetores de Comercialização e Administração de Imóveis, Valores Mobiliários e Serviços Técnicos (25.872 postos) e Indústria de Produtos Alimentícios, Bebidas e Álcool Etílico (29.652 postos). (Com informações do Governo do Estado) Multidisciplinar Valdilene Anatalina Monteiro, 40 Com várias atividades no currículo e múltiplas habilidades, Valdilene Anatalina Monteiro, 40, já foi caixa, atendente de prevenção, agente disciplinar penitenciário e agora busca uma recolocação no mercado de trabalho. “Tenho muitas habilidades e vim aqui cadastrar meu currículo em busca de uma vaga”, ressalta. Fonte: Correio da Semana
Carrinho de água de coco de um lado, picolé do outro, roupas em um bazar, lápis no meio praça, flores em um canto, artesanato no outro; bancos disponíveis. Todo um ambiente propício ao conforto se não fosse uma alta temperatura que provoca em quem anda pelas ruas a vontade de apressar o passo em direção a uma sombra. Segundo dados da Funceme (Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos) no mês de novembro, Sobral já alcançou temperatura superior a 37° C. Protetor solar, óculos de sol, guarda-chuvas e hidratação são algumas soluções encontradas pelos moradores para amenizar o calor. Mesmo acostumados com a alta sensação de calor, sobralenses se incomodam com as máximas temperaturas que esse período do ano registra. De acordo com a missionária do Instituto Céu na Terra, Milena Barbosa: “Com esse calor não temos coragem para sair de casa, sem contar que dentro de casa também é quente”, destaca ela que em casa não desliga o ventilador e toma cerca de três banhos por dia. Milena organiza junto com outros missionários um bazar na Praça de Cuba uma vez por semana. “Entre manhã e tarde a sensação de calor vem empatando, mas a tarde o clima é mais abafado”, reflete ela enquanto comprava um picolé. Segundo a Funceme, Sobral proporciona maior calor por estar situada longe do litoral e ter circulação de vento alterada por conta do relevo ao redor do município. Nanda Costa, 18 anos, passava pela cidade apenas para resolver negócios, mas não deixou de se prevenir contra um sol que tem fama de “escaldante”, aponta ela. Com óculos de sol e protetor em todo o corpo, Nanda que mora no município de Alcântaras, na Serra da Meruoca, diz se hidratar bastante com água quando está em Sobral. “Para um calor anormal, procurar uma sombra sempre ajuda”, destaca ela que pretendia voltar para casa antes do período do dia que segundo a Funceme o município atinge picos de calor entre 12h e 15h. Fonte de renda A pensionista Conceição Freire, 76 anos, enxergou na onda de altas temperaturas uma oportunidade para incrementar a renda. “Pensei ontem em vender gelinho quando lembrei que tinha um isopor e hoje estou aqui”, destaca ela que mora no bairro Parque Silvana II e oferecia pela praça o “verdadeiro remédio para todos aqueles que estavam fugindo do calor”, brinca ela. O vendedor Jerônimo Marcos de Araújo, 49 anos, há 15 anos leva todos os dias seu carrinho com água mineral e água de coco ao mesmo local na Praça de Cuba: “Fico manhã e tarde disponibilizando um alívio para o calor. Para passar o dia aqui, me preparo com boné, protetor solar e quando o sol chega onde estou corro para me acomodar em qualquer sombra”, afirma ele que escuta muita reclamação sobre a forte sensação térmica. “O comércio fica um pouco mais fraco, as pessoas andam quase correndo, mas a gente sempre tem esperança de melhorar”, conclui ele. Liduina Costa, 57, dona de casa Indispensável Andando pelas ruas de Sobral, o acessório na mão de Liduina é mais charmoso que qualquer outro: um guarda-chuva lhe acompanha todo dia para amenizar a sensação que o calor lhe provoca. “Sempre ando a pé e meu guarda-chuva me acompanha para qualquer lugar; principalmente nesse período. Mas também não podemos esquecer de beber muita água e passar protetor solar”, indica ela. Fonte: Correio da Semana