Educadora 950

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 A Rádio da Família Cristã

Programação especial terá início às 16h na Paróquia de Fátima, no bairro Sinhá Sabóia e seguirá até a Catedral de Nossa Senhora da Conceição (Sé)

Em comemoração ao dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, no dia 12 de outubro, a Diocese de Sobral realiza a III Edição da Caminhada com Maria. Em vídeo, o bispo diocesano Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos, convocou todos os fiéis da Diocese de Sobral a se fazerem presentes. A programação terá início às 16h na Paróquia de Fátima, no bairro Sinhá Sabóia, com o Ofício da Imaculada Conceição e acolhida das paróquias e comunidades. Às 17h haverá a santa missa presidida por Dom Vasconcelos. Participarão as paróquias e comunidades de toda a Diocese. Na caminhada, haverá uma participação especial dos coroinhas e dos ministros da sagrada eucaristia.
A programação seguirá com caminhada luminosa com velas desde a Paróquia de Fátima até o Arco de Nossa Senhora onde ocorrerá a primeira parada. Haverá uma homenagem às crianças pela passagem do seu dia com a organização da catequese, da Infância Missionária e de outras pastorais e movimentos ligados às crianças. A caminhada seguirá para a Catedral de Nossa Senhora da Conceição (Sé) onde os fiéis entoarão a Consagração a Nossa Senhora e haverá a Bênção do Santíssimo Sacramento.
“Dia 12 de outubro é dia de festa no céu e na terra, dia da padroeira do Brasil, rainha e padroeira do Brasil. Nós queremos celebrar este dia. É também dia das crianças e nós também um dia fomos crianças e muitas são as crianças que nos rodeiam. Neste dia 12 de outubro, nós queremos caminhar com Maria. A Diocese de Sobral está promovendo a terceira edição da Caminhada com Maria. Maria, mãe dos caminhantes, ensina-nos a caminhar. Queremos Caminhar com Maria nos passos de Jesus”, ressalta Dom Vasconcelos em vídeo.
O bispo diocesano também relembrou a programação convidando todas as paróquias da Diocese de Sobral a se fazerem presentes. “Vamos com todo o povo de Deus caminhar juntos com Maria. Toda a Diocese de Sobral deve estar presente na III Edição da Caminhada com Maria. Dia 12 de outubro não é somente um feriado nacional, mas é um dia de oração e caminhada”, garante.
O tema da III Caminhada com Maria da Diocese de Sobral é “Maria, mãe da Vida e da Paz”. “O objetivo é homenagear Nossa Senhora Aparecida e fortalecer nossa identidade católica. Maria é rainha, padroeira do Brasil, mãe da Igreja e protetora milagrosa. A devoção a Nossa Senhora Aparecida é mais intensa no Sul e Sudeste e ainda não chegou forte no Nordeste”, ressalta Dom Vasconcelos. Neste ano, o tema central pede pela vida e pela Paz para o povo de Deus. “Queremos suplicar a Maria que interceda pelo nosso País em especial nestes tempos difíceis de mudança de Governo. Pedimos pela paz no Brasil”, completa.

III Caminhada com Maria da Diocese de Sobral
Quando: 12 de outubro a partir das 16h – Onde: Paróquia de Fátima, no bairro Sinhá Sabóia, em direção à Catedral de Nossa Senhora da Conceição (Sé)

Fonte: Correio da Semana

O presidente da Comissão Episcopal do Laicado e da Família de Portugal, Dom Joaquim Mendes, participou do Encontro Mundial das Famílias, em Dublin, Irlanda, e assinalou que o Papa Francisco levou ao evento uma mensagem “muito forte” contra os abusos cometidos por membros da Igreja.

Para o Prelado, o EMF, “por um lado, foi a vivência de uma Igreja que é família de famílias, e de uma Igreja que ama as famílias, mas depois há esse aspeto doloroso, que a Igreja carrega, de uma Igreja que é santa e pecadora”.

Dom Mendes comentou sobre o evento à ‘Agência Ecclesia’, do episcopado português, salientando que, além de uma “experiência marcante” de “alegria e beleza”, foi também de “sofrimento por toda a situação que a Igreja Católica está vivendo” em relação às denúncias de casos de abusos de poder, de consciência e sexual.

Durante o Encontro Mundial das Famílias que aconteceu de 21 a 26 de agosto em Dublin, o Papa Francisco esteve presente nos dois últimos dias e condenou os abusos cometidos por parte de membros da Igreja em diversas ocasiões, desde o seu primeiro discurso, diante das autoridades civis, até o último momento na Santa Missa de encerramento, quando pediu perdão durante o ato penitencial.

“O ato penitencial que o Papa fez na Missa final, eu estava a assistir, estava a concelebrar, foi muito forte”, declarou o também Bispo auxiliar de Lisboa.

Para o Prelado, foi importante o Pontífice ter abordado uma problemática que “toca a todos” os que fazem parte do “corpo eclesial”, que “confunde e envergonha”, mas que “é preciso olhar para ela”.

“O participar desta dor, desta situação toda muito penosa, marcou também este encontro. Ver a santidade da família, a beleza, a alegria, a esperança da família, o reacender do dom do matrimônio, ao serviço da vida e no testemunho do amor, mas por outro esta parte mais escura, esta sombra pesada”, assinalou Dom Mendes.

Entretanto, o Bispo ressaltou que “a Igreja não pode ficar no pecado”, e sim prosseguir no desenvolvimento de mecanismos que permitam prevenir mais situações de abuso, ou de encobrimento de abusos.

“Há muita gente santa, que dá a vida e que defende a dignidade humana, que defende a dignidade dos pobres, das crianças. Não podemos tomar uma parte pelo todo”, acrescentou.

O testemunho de famílias

O presidente da Comissão Episcopal do Laicado e da Família também destacou a participação e o testemunho deixado por tantas famílias durante o EMF.

“Foi admirável ver famílias inteiras com três, quatro, cinco filhos, com os pais, algumas traziam também os avós. Pessoas que amam, que valorizam a família, que têm uma experiência de família. E neste sentido são também uma luz e uma esperança para a Igreja e para o mundo”, declarou à ‘Agência Ecclesia’, do episcopado português.

Além disso, afirmou ter sido “muito interessante ouvir o testemunho de famílias a dizerem que se reencontraram na Amoris Laetitia”. “E estou certo que os casais que participaram vieram tocados e reforçados na sua vivência e realidade como esposos e como famílias”, comentou.

Por fim, Dom Joaquim Mendes expressou o desejo de “que estas famílias contagiem outras na descoberta da família como caminho de amor, como comunidade, como Igreja doméstica, como espaço de crescimento e de realização”.

“Nós temos de reforçar, a todos os níveis, social, político, temos de reforçar as famílias e apoiar as famílias e acompanhar as famílias para que elas possam cumprir a sua missão de cuidar da vida dos filhos, acompanhar, proteger, defender. Isto é uma missão de todos”, concluiu.

Fonte ACI

A Pastoral Judiciária e o processo de declaração de nulidade matrimonial foi tema de um Seminário organizado pela Região Episcopal Sede, Pastoral Familiar Diocesana e Câmara Eclesiástica de Sobral. O seminário foi realizado no Auditório Dom Walfrido da Cúria Diocesana desde a sexta-feira, 24 de agosto, até sábado, 25 de agosto. O público-alvo são padres, secretários paroquiais, agentes da pastoral familiar, Encontro de Casais com Cristo (ECC), Equipes de Nossa Senhora (ENS), Novas Comunidades e demais interessados.

O  presidente do Tribunal Eclesiástico Regional e de Apelação do Ceará (Terace), Pe. Antonio Carlos, explica que o seminário é importante para fortalecer a pastoral judiciária. “O trabalho da pastoral judiciária é também de escutar as pessoas e orientá-las”, ressalta.

A programação também faz eco com a Semana da Família, já que busca abordar os casos especiais de famílias em situação irregular, segundo o vigário episcopal da Região Sede e juiz auditor da Câmara Eclesiástica, Pe. Agnaldo Temóteo. “O Seminário evidencia uma preocupação e uma necessidade da Igreja de acolher e mostrar um cuidado materno. Esses casais são acolhidos na Igreja e acompanhados para que possam viver e educar seus filhos na fé”, garante.

Francisco encontra jornalistas no voo papal de retorno a Roma: responde a sete perguntas

O espaço para dizer o que neste momento carrega no coração – oferecer um pensamento sobre a viagem que acaba de terminar – Francisco tira para si mesmo no final, depois de mais de 40 minutos dedicados a temas ditados pela crônica do dia e pelo interesse de seus interlocutores. A sua não é uma verdadeira resposta, porque tecnicamente não havia dúvida, mas é todavia a convicção que o Papa traz consigo depois de dois dias intensos. “Eu encontrei muita fé na Irlanda”, disse aos jornalistas no voo de Dublin a Roma. Os irlandeses sofreram muito por causa dos escândalos, mas sabem distinguir, disse, “a verdade das meias-verdades”, como lhe disse algumas horas antes um bispo. E se no “processo de cura em andamento” há coisas que parecem afastar da fé, essa fé permanece sólida.

“Não direi uma palavra”
As sete perguntas que precedem a resposta não solicitada de Francisco são como planetas que giram em torno do sol trágico dos abusos. O que chama a atenção dos ouvidos e faz escrever mais freneticamente no teclado do computador é a resposta que o Papa dá ao caso do dia. O segundo dia em Dublin começou com o documento do ex-núncio apostólico nos Estados Unidos, o arcebispo Carlo Maria Viganò, que chama em causa o Papa no episódio do Card. McCarrick, acusado de assédio sexual contra jovens seminaristas. Francisco é breve e convida os jornalistas a tirarem suas próprias conclusões. “Eu sinceramente digo isto: leiam com cuidado e façam o seu próprio julgamento. Não vou dizer uma palavra sobre isso. Creio que o documento fala por si “.

Em vez disso, fala e explica outros aspectos delicados e complexos, como a modalidade de levar ao tribunal um bispo acusado de abuso. Rejeita com delicadeza o desejo de Marie Collins – ex-membro da Pontifícia Comissão instituída para combater o fenômeno e vítima ela mesma de violências por um padre irlandês – de criar um tribunal especial, conforme indicado no Motu proprio “Como uma mãe amorosa”. Na realidade, temos visto, disse Francisco, que mais do que um júri, é mais eficaz a criação de um colégio “ad hoc” para cada caso. “Funciona melhor assim”, assegura o Papa, que recorda como o último a ser submetido ao tribunal foi o arcebispo de Guam e que outro procedimento está em andamento.

Vatican News 

O crescente número de notícias informando o risco da volta de doenças já erradicadas no Brasil como Sarampo e Poliomielite tem preocupado autoridades sanitárias e profissionais de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, Amazonas, Roraima, Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro são alguns dos estados que já confirmaram casos de sarampo este ano.

As baixas coberturas vacinais, de acordo com o próprio Ministério, acendem um alerta nos especialistas. Apenas no Amazonas e em Roraima, com o surto de sarampo, há cerca de 500 casos confirmados e mais de 1,5 mil em investigação.

Diante dessa realidade, a Pastoral da Saúde da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponibiliza todos os seus agentes para a realização de campanhas de esclarecimento e conscientização das populações que possam ser vulneráveis a doenças transmissíveis.

“A pastoral contribui, especialmente, na prevenção defendendo estratégias de cuidado ambiental como saneamento básico, higiene, alimentação e nutrição saudável”, destaca o bispo de Campos e referencial da Pastoral da Saúde, dom Roberto Francisco Ferreria Paz.

Em recente artigo publicado, a especialista em Sociedade e Cultura na Amazônia e uma das assessoras da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil), professora Márcia Maria de Oliveira, fez uma análise sobre a relação entre migrações e sarampo na Amazônia.

No texto, a professora ressalta que a circulação das pessoas pode fazer circular também as doenças virais ao redor do mundo. Entretanto, as migrações representam apenas uma parte dessa circulação de pessoas. A especialista esclarece ainda que em um nível planetário, há muito mais circulação de turistas internacionais do que de migrantes entre os continentes.

“Dadas as proporções, um turista europeu que vem visitar o Brasil ou um turista brasileiro que viaja pela Europa, carrega as mesmas possibilidades de transmissão de doenças virais que um migrante latino-americano que adentra as fronteiras sanitárias do Brasil. Mas, então, porque culpar apenas os migrantes e criminalizar as migrações pelo reaparecimento do sarampo?”, destaca Márcia.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a aplicação de todas as vacinas do calendário adulto está abaixo da meta no Brasil – incluindo a dose que protege contra o sarampo. Entre as crianças, a situação não é muito diferente.

Pastoral da Saúde

Para dom Roberto Francisco Ferreria Paz, o trabalho da Pastoral da Saúde na conscientização da vacinação tem feito toda a diferença. “Verdadeiramente decisiva uma vez que a vacinação é parte de um processo da educação sanitária que exige acompanhamento. Também para aumentar a eficácia cidadã no processo, pois a vacinação é aplicada em pessoas que merecem respeito, participação e observância nos seus direitos, sendo a saúde uma consequência de um povo mobilizado sujeito ao seu destino”.

A assessora da REPAM-Brasil, aponta ainda no artigo que no Brasil, um fator importante para a queda da taxa de vacinação é o desabastecimento de diversas vacinas observado no país e especialmente na Amazônia. A professora destaca também que um exemplo disso é que desde 2016 tem havido acesso limitado à vacina pentavalente acelular, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, meningite provocada pela bactéria Haemophilus influenzae tipo B e poliomielite. Em muitas regiões nota-se também desabastecimento da BCG – Bacilo de Calmette e Guérin, que protege recém-nascidos contra a tuberculose. “Privar a população dessas vacinas essenciais é no mínimo um crime político”, ressalta.

O avanço dessas doenças e o risco do retorno está relacionado ao efeito imediato do desmonte do Estado, da lei do teto, que congela os investimentos em saúde e educação por 20 anos, ressalta o bispo referencial da Pastoral da Saúde.

“Deixar o SUS a míngua prejudica a Vigilância Sanitária. O sistema excludente que temos optou por uma economia que mata, aumentando a vulnerabilidade da população a doenças a muito tempo já superadas”, sublinha.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), alerta que esse grupo de doenças pode voltar a circular no Brasil caso a cobertura vacinal, especialmente, entre crianças, não aumente. A entidade defende uma taxa de imunização de 95% do público-alvo.

Com informações da CNBB

A Diocese de Sobral está promovendo o Encontro de Formação em Gestão Eclesial na segunda-feira, 27, e nesta terça-feira, 28, no Centro de Treinamento de Sobral (Cetreso). O evento abrange questões dos setores contábil, financeiro e patrimonial e tem como público-alvo sacerdotes, secretários paroquiais e membros de setores financeiros, contábeis e patrimoniais.

O bispo da diocese de Sobral, Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos, explica que o principal objetivo é capacitar cada vez mais os sacerdotes e secretários (as) para uma boa administração paroquial. “Temos uma responsabilidade muito grande em administrar o que é do povo de Deus. Sacerdotes são responsáveis por uma comunidade paroquial que não tem fins lucrativos, mas lida com recursos. Precisa ser transparente e saber investir seus recursos para que o evangelho seja anunciado cada vez mais”, ressalta.

Um dos assessores é Monsenhor Nereudo Freire Henrique, ecônomo da CNBB. A gestão eclesial está diretamente ligada à profissionalização, segundo Monsenhor Nereudo. “A organização religiosa é uma pessoa jurídica e requer a observância à legislação. Assim, vamos construir um ambiente mais transparente e no qual todos entendam que a gestão é uma ferramenta importante para a evangelização”, completa.

Foi dado início em Dublin ao Encontro Mundial das Famílias deste ano. Nesta terça-feira à noite, 21 de agosto de 2018, teve a cerimônia oficial de abertura, simultânea com 26 dioceses da Irlanda, como você pode acompanhar no vídeo.

Igreja celebra neste dia 23 de agosto Santa Rosa de Lima, primeira santa das Américas, virgem e padroeira do Peru, do continente americano e das Filipinas, que viveu dedicada à oração, à mortificação e à ajuda aos mais necessitados. Em seu país natal, é celebrada no dia 30 de agosto.

Entre as principais virtudes da primeira santa da América, sobressai a solidariedade e amor aos doentes pobres, aos quais atendia em sua própria casa.

Nasceu em Lima (Peru) em 30 de abril de 1586, sendo batizada com o nome Isabel Flores de Oliva. Todos a chamavam Rosa porque, segundo a tradição, quando era apenas uma bebê seu rosto era muito rosado. Posteriormente, ela mesma quis se chamar Rosa de Santa Maria.

Rosa tinha como modelo Santa Catarina de Sena. Dedicou-se a atacar o amor próprio mediante a humildade, a obediência e a abnegação da vontade própria.

Ingressou na Ordem Terceira de São Domingos (Terciárias Dominicanas) e, a partir de então, encerrou-se em uma cabana que tinha construído na horta de sua casa.

Levava sobre a cabeça um estreito cinto de prata, cujo interior estava cheio de pontas, era uma espécie de coroa de espinhos.

Seu amor pelo Senhor era tanto que, quando falava Dele, mudava o tom de sua voz e seu rosto se acendia como um reflexo do sentimento que embargava sua alma.

Santa Rosa morreu em 24 de agosto de 1617, festa de São Bartolomeu, aos 31 anos de idade como ela mesma profetizou. O Papa Clemente X a canonizou em 1671. Hoje, seus restos mortais são venerados na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Lima (São Domingos) com uma grande devoção do povo peruano e da América. Em Lima, foi erguido um Santuário em sua honra.

Fonte: ACI

A maioria dos brasileiros continua sendo contrário à legalização do aborto no país, indicam dados de uma recente pesquisa divulgada nesta semana, segundo a qual 59% dos entrevistados não concordam em alterar a legislação atual sobre esta prática.

O levantamento foi feito pelo Instituto Datafolha e ouviu 8.433 pessoas de 313 municípios, nos dias 20 e 21 de agosto, e se deu dias após o Supremo Tribunal Federal realizar em 3 e 6 de agosto uma audiência pública sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 442/2017 (ADPF 442), que propõe a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.

De acordo com a pesquisa, cuja margem de erro é de dois pontos percentuais, as pessoas favoráveis à manutenção das atuais regras em relação ao aborto passou de 67% em 2015 para 59%.

Entretanto, este recuo não representa necessariamente aumento dos que são a favor da descriminalização do aborto, pois a taxa de brasileiros que acreditam que o aborto deveria ser legalizado em qualquer situação passou de 11%, em 2015, para 14%.

Estes dados vêm ao encontro de outras pesquisas anteriores sobre o aborto no Brasil, como os levantamentos dos Institutos Locomotiva de Pesquisa e Paraná Pesquisas, divulgadas em dezembro de 2017.

A pesquisa domiciliar do Instituto Locomotiva ouviu 1.600 pessoas em 12 regiões metropolitanas de 27 de outubro a 6 de novembro do ano passado, indicando que 62% dos brasileiros são contrários a que “as mulheres possam decidir por interromper a gravidez”.

Por sua vez, Paraná Pesquisas fez um levantamento online com 2.056 pessoas nos 26 estados brasileiros, entre 28 de novembro e 1º de dezembro. Os dados mostraram que 86,5% dos brasileiros são contrários à “legalização do aborto em qualquer situação”.

Além disso, em março de 2017, pesquisa Ipsos “sobre apoio ao direito à interrupção de gravidez”, revelou que o Brasil é o segundo país que mais rechaça o aborto, entre 24 que participaram do estudo.

De acordo com este levantamento, apenas 13% dos brasileiros apoiam o aborto quando a mulher desejar. A pesquisa sinalizou ainda que, no Brasil, 17% são totalmente contra o aborto, independente do cenário; e 21% afirmam que o aborto não deve ser realizado, exceto em casos em que a vidada mãe esteja em perigo.

Mensagem ao STF

Após a divulgação da mais recente pesquisa sobre a aprovação do aborto no Brasil, a presidente do Movimento Brasil Sem Aborto, Lenise Garcia, assinalou ao site ‘Gazeta do Povo’, que uma pesquisa de opinião pode não ser de “muita relevância” para a decisão dos ministros.

Entretanto, ressaltou, “tem sido usado o argumento de que é importante o Supremo Tribunal Federal entrar nesse assunto, porque o Congresso Nacional não ‘avança’, como se houvesse um posicionamento contrário ao da população brasileira”.

“Havendo evidências de que a população brasileira também não demanda mudanças na lei, qualquer justificativa para que o Supremo analise a questão fica prejudicada”, completou.

Por sua vez, Angela Martins, doutora em Filosofia do Direito e professora visitante de Harvard, a pesquisa que confirma que a população não deseja alterar a legislação do aborto “demonstra que não deveríamos ter deslocado esse debate para o Supremo, e sem representatividade”.

“Essa pesquisa pode auxiliar a demonstrar que a vontade política de muitos brasileiros seria frustrada nesse sentido, e ainda, em uma matéria de extrema relevância para a vida social do país”, observou.

Martins explicou que atualmente se vive “em uma era que chamamos filosoficamente de pós-verdade, que é uma verdade mais subjetiva e emotiva”. Foi o que disse a acadêmica ao referir-se à sua experiência em Brasília, quando participou da audiência pública sobre a ADPF 442.

Segundo a especialista, mais que argumentos sendo discutidos havia “um desejo de comoção em relação ao fato”. “Isso não nos leva a pensar sobre as consequências a longo prazo”, assinalou sobre o pedido ajuizado pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSol).

Segundo nota de imprensa publicada no site oficial do STF, na ADPF 442, “o partido questiona os artigos 124 e 126 do Código Penal, que criminalizam a prática do aborto. O PSOL pede que se exclua do âmbito de incidência dos dois artigos a interrupção voluntária da gravidez nas primeiras 12 semanas de gestação, alegando a violação de diversos princípios fundamentais”.

Ainda segundo o texto, para o PSOL, que é o autor da ação, “os dispositivos questionados ferem princípios constitucionais como a dignidade da pessoa humana, a cidadania, a não discriminação, a inviolabilidade da vida, a liberdade, a igualdade, a proibição de tortura ou o tratamento desumano e degradante, a saúde e o planejamento familiar das mulheres e os direitos sexuais e reprodutivos”.

Fonte: ACI

No dia 09 de agosto, ocorreu no Sobral Shopping o evento HOMENS DE SUCESSO do blogueiro César Macêdo, que teve como objetivo principal reconhecer, reverenciar, aplaudir e, principalmente homenagear empreendedores de sucesso que fazem história por seu trabalho, sua garra, credibilidade, confiança e honestidade na cidade de Sobral.
E, para receber o troféu e representar os Médicos Cooperados da Operadora Unimed Sobral foi escolhido em votação o Dr. Paulo Rogers, especialista em oftalmologia e cooperado há 15 anos.
O mesmo ficou bastante alegre e honrado pela escolha, ressaltando que “fazer parte da cooperativa Unimed Sobral é saber que todos estamos unidos em prol de todos e é interessante saber que não estamos sós, mas que estamos construindo algo que outros também estão, em um mesmo objetivo: levar o melhor para nossos clientes.”
A entrega do troféu foi feita pelos diretores da Unimed Sobral: Dr. Vicente Carvalho e a Dra. Gertrudes Ouriques, em uma noite memorável.

Fonte: Correio da Semana