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Religiosos jovens missionários estiveram em missão no mês de julho. Foram 26 religiosos de 18 congregações e 8 estados do Brasil

As comunidades ribeirinhas de Anajás, na Prelazia de Marajó, foram a terra de missão no mês de julho de 26 religiosos de 18 congregações e 8 estados do Brasil, incluindo missionários naturais do México e do Vietnã que estão em missão no País. Todos eram jovens com idades entre 24 e 35 anos e permaneceram em missão de 14 a 29 de julho. Única cearense no grupo, a Missionária Reparadora do Coração de Jesus Irmã Maria Silveira, 31, também representou a Diocese de Sobral na expedição missionária.
“Foi diferente de tudo o que eu já vivi. É algo renovador. A consagração de vida ganha um novo sentido e a experiência com Deus é profunda. Não levamos Deus para as pessoas porque Deus já está lá”, garante Irmã Maria. Muitos foram os desafios: as distâncias entre as casas nas comunidades ribeirinhas, o forte sol e, principalmente, muito tempo de barco sobre as águas, mas muitas também as alegrias ao ver a fé do povo sendo confirmada pela presença dos missionários.
O Projeto Missão da Vida Religiosa Jovem na Amazônia foi criado em 2013, pela iniciativa das Comissões Episcopais para a Amazônia, Comissão Missionária Nacional, Conferência dos Religiosos do Brasil – CRB Nacional e Pontifícias Obras Missionárias. Além do envio missionário, a CRB também conta com ações formativas como cursos e eventos.
Irmã Maria lembra que todos os missionários chegaram no dia 14 de julho a Belém (PA) para um momento de confraternização. No dia seguinte, os religiosos foram conhecer a cidade e passaram por uma formação missionária. Na terça-feira, 17, foram de barco de Belém a Anajás, uma distância de cerca de 250 km e 16h de viagem. Na quarta-feira, 18, tiveram uma formação sobre a realidade das comunidades ribeirinhas e na quinta-feira, 19, visitaram as casas da cidade de Anajás. A missão foi até o domingo, 29 de julho.

Comunidades ribeirinhas
A visitação às comunidades ribeirinhas do setor Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ocorreu na sexta-feira, 20. Foram designados sete missionários, entre os quais Irmã Maria, que em trio visitou as 36 famílias da Comunidade São Francisco no sábado, 21 e no domingo, 22.
“Há muitos problemas sociais como a precariedade da saúde, educação e questões sociais, mas fiquei impressionada com a fé e a generosidade das pessoas. É um povo que tem uma fé bonita e genuína. Não tem quase nada material, mas acredita em Deus, no poder de Deus”, garante Irmã Maria. Também há outras mazelas como a droga, os furtos, as precárias condições de trabalho e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
Ela explica que nas visitas os missionários vão mais para escutar as pessoas que para falar. Só há um padre para abranger a sede Anajás e as comunidades ribeirinhas. Por isso, a santa missa ocorre apenas uma vez por mês. Nos demais dias, ocorre celebração da Palavra e em alguns momentos adoração ao Santíssimo.
As famílias ribeirinhas sobrevivem do plantio e da venda de Açaí, além da caça e da pesca. Quando pescam um animal de grande porte, costumam dividir com os vizinhos. “É um povo materialmente pobre, mas sabe acolher e partilhar. É um povo que vive a teologia e o Evangelho mesmo sem saber. Eu te louvo, ó Pai, porque escondestes essas coisas aos sábios e aos entendidos e as revelastes aos pequeninos”, diz. Os alimentos que precisam ser comprados, como o feijão, são muito caros. A gasolina custa em média R$ 6 o litro. Também não há na maioria das casas energia elétrica nem banheiros e as famílias são muito numerosas. A maioria das mães têm mais de cinco crianças.
Várias foram as histórias tocantes com as quais irmã Maria se deparou, mas uma em especial chamou sua atenção. Um jovem recém-casado pediu uma bênção dos missionários sobre sua casa. As casas são construídas acima do volume das águas do rio para que os moradores possam se precaver quando a maré estiver alta e naquela casa específica o dono ainda não havia construído as escadas. Irmã Maria precisou subir em um tronco de árvore para alcançar a porta. “Pensei muitas vezes em ir embora e não subir, mas é um chamado de Deus para superar nossos limites”, garante. Ao saírem da casa, caiu uma chuva fina. “Para nós nordestinos, a chuva é bênção de Deus. Para ele, era Deus abençoando sua casa”, ressalta.

Fonte: Correio d Semana

Desde agosto do ano passado, doze novos bispos foram nomeados para a Igreja no Brasil, além de transferências de prelados para outras dioceses. Mesmo assim, ainda há 15 Igrejas Particulares vacantes, num universo de 277 circunscrições eclesiásticas. A diocese de Carolina (MA) é a que aguarda há mais tempo, desde julho do ano passado.

Renúncia, transferência, falecimento ou perda de ofício são alguns dos motivos que podem tornar uma sede vacante, expressão oriunda do latim que significa trono vazio e que é usada pela Igreja para dizer que uma Sede Episcopal está sem o seu ocupante no governo pastoral. Neste período, a Igreja Particular fica aos cuidados de um administrador diocesano, eleito pelo Colégio de Consultores, que pode desempenhar algumas funções limitadas pelo Código de Direito Canônico; ou por um administrador apostólico, um bispo nomeado pelo papa.

Padre Djalma Lopes de Siqueira, da diocese de São José dos Campos, explica que a escolha de um novo bispo se dá através de um longo e criterioso processo que se inicia na Nunciatura Apostólica de cada país. Na sequência, é encaminhado para a Congregação para os Bispos, no Vaticano, até chegar ao papa, a quem compete a nomeação dos bispos.

“Neste processo se busca obter através de consultas, sob segredo pontifício, a opinião de muitas pessoas para se chegar ao máximo de informações pertinentes acerca dos candidatos. Isto demonstra o quanto a Igreja tem consciência da importância da nomeação dos bispos. Muitas pessoas investem muitos anos de suas vidas e ministérios na dedicação a este serviço eclesial”, conta padre Djalma.

Confira as 15 dioceses vacantes, até esta data, na Igreja no Brasil:

Apucarana (PR), vacante desde 13 de dezembro de 2017, quando Dom Celso Antônio Marchiori foi nomeado bispo de São José dos Pinhais (PR).

Bagé (RS), vacante desde a acolhida do pedido de renúncia de Dom Gílio Felício, em 6 de junho de 2018.

Bonfim (BA), vacante desde o dia 3 de janeiro de 2018, quando Dom Francisco Canindé Palhano foi nomeado o novo bispo da diocese de Petrolina (PE).

Cachoeira do Sul (RS), vacante desde o falecimento de Dom Remídio Bohn, em 6 de janeiro de 2018.

Campinas (SP), vacante desde a nomeação de Dom Airton José dos Santos para a arquidiocese de Mariana (MG), em 25 de abril de 2018.

Carolina (MA), vacante desde que o Papa Francisco aceitou a renúncia de Dom José Soares Filho, em 5 de julho de 2017.

Formosa (GO), está sob os cuidados de um administrador apostólico: Dom Paulo Mendes Peixoto, desde 21 de março deste ano.

Ganhães (MG), vacante desde a acolhida do pedido de renúncia apresentado por Dom Jeremias Antônio de Jesus, em 4 de junho.

Ipameri (GO), vacante desde 7 de fevereiro de 2018, quando Dom Guilherme Antônio Werlang foi nomeado para a diocese de Lages (SC).

Eparquia de Nossa Senhora do Paraíso em São Paulo dos Greco-Melquitas, vacante desde fevereiro, quando o Papa Francisco autorizou a transferência de Dom Joseph Gébara para a arquieparquia de Petra e Filadélfia (Jordânia) dos Greco-Melquitas.

Palmeira dos Índios (AL), vacante desde a nomeação de Dom Dulcênio Fontes de Matos para a diocese de Campina Grande (PB), em 11 de outubro de 2017.

São João del Rei (MG), vacante desde o dia 19 de janeiro deste ano, quando faleceu o bispo Dom Célio de Oliveira Goulart, aos 73 anos.

Teófilo Otoni (MG), ficou vacante em 20 de setembro de 2017, quando Aloísio Jorge Pena Vitral foi nomeado bispo de Sete Lagoas (MG).

União da Vitória (PR), vacante desde 8 de fevereiro, quando Dom Agenor Girardi faleceu vítima de um quadro infeccioso grave que evoluiu para a falência múltipla de órgãos.

Viana (MA), vacante após a transferência de Dom Sebastião Lima Duarte para a diocese de Caxias do Maranhão, no mesmo estado, em 20 de dezembro de 2017.

Fonte: Canção Nova

“Defender autêntica natureza do matrimônio e da família no seio da sociedade”, exortou o Papa Francisco através de uma mensagem enviada pelo Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, aos Cavaleiros de Colombo.

A mensagem foi enviada por ocasião da Convenção Anual dos Cavaleiros de Colombo, realizada em Baltimore (Estados Unidos), de 7 a 9 de agosto. O texto foi dirigido ao Cavaleiro Supremo, Carl Anderson.

O Cardeal Parolin indicou que o Pontífice expressa sua gratidão aos Cavaleiros de Colombo “compromisso em proclamar o Evangelho da família, encorajando os homens em sua vocação de maridos e pais católicos e a defesa deles à autêntica natureza do matrimônio e da família no seio da sociedade”.

Do mesmo modo, o Papa confia em que a Ordem “continuará oferecendo ajuda e apoio, sobretudo aos jovens, que num mundo repleto de luzes contrárias ao Evangelho, buscam permanecer fiéis discípulos de Cristo e fiéis filhos da Igreja”.

A mensagem evoca o carisma e a importância histórica da Ordem e “o vínculo inseparável de fé e caridade” que levou os primeiro Cavaleiros a trabalhar por uma sociedade fraterna mediante a formação cristã e o apoio recíproco dos membros.

Uma realidade ainda atual, pois, “um nossos dias, o Santo Padre” pede a toda a Igreja uma renovada consciência de “nossa responsabilidade de ser custódios uns dos outros e de viver concretamente a fé que se expressa através do amor”.

Por isso, Francisco encoraja “os esforços perseverantes dos Cavaleiros de Colombo, em todos os níveis, para testemunhar o amor de Deus através do amor concreto e a solidariedade para com os pobres e os necessitados”.

Além disso, elogia “inúmeros atos de caridade praticados habitualmente de modo silencioso”, que “mostram a verdade das palavras de Madre Teresa de Calcutá: ‘Deus se abaixa e serve-Se de nós, de ti e de mim, para sermos o seu amor e a sua compaixão no mundo... Ele depende de nós para amar o mundo e demonstrar-lhe o muito que o ama’”.

Nesse sentido, o Pontífice expressa sua esperança de que o programa dos Cavaleiros “Fé na ação” e a iniciativa “Ajudar as mãos”, “tragam os frutos de uma caridade criativa sempre mais apta às novas formas de pobreza e de necessidade humana que emergem na sociedade atual”.

Finalmente, o Papa “renova sua gratidão pelas atividades caritativas dos Cavaleiros de Colombo para com nossos irmãos e irmãs, membros da mais ampla família cristã, que sofrem o preconceito e a perseguição”.

Além disso, pede “aos Cavaleiros e a suas famílias que continuem rezando pela paz no Oriente Médio, pela conversão dos corações, um compromisso sincero com o diálogo e a justa resolução dos conflitos”.

Fonte: ACI

Neste dia 13 de agosto é celebrado o dia da Bem-aventurada Dulce dos Pobres, a religiosa baiana que dedicou sua vida ao serviço aos pobres e doentes e ainda hoje é conhecida como Anjo Bom do Brasil.

O 13 de agosto foi escolhido como o dia oficial da festa litúrgica da Beata porque foi nesta mesma data, em 1933, na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em Sergipe, que Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, aos 19 anos de idade, recebia o hábito de freira e adotava, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce.

Segunda filha do dentista Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes, a pequena Maria Rita nasceu em 26 de maio de 1914, na capital baiana.  Perdeu sua mãe aos sete anos de idade.

Desde cedo, começou a manifestar seu interesse pela vida religiosa. Aos 13 anos, passou a acolher mendigos e doentes em sua casa, transformando a residência da família em um centro de atendimento. A casa ficou conhecida como ‘A Portaria de São Francisco’, devido ao grande número de carentes que se aglomeravam à sua porta. Nessa época, expressou pela primeira vez o desejo de se dedicar à vida religiosa.

Entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe, em fevereiro 1933, tendo recebido o hábito agosto do mesmo ano, quando passou a ser chamada Irmã Dulce.

Sempre com muita fé, amor e serviço, o Anjo Bom iniciou na década de 1930 um trabalho assistencial nas comunidades carentes, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que se consolidara na parte interna do bairro de Itapagipe, na capital baiana.

Em 1939, Irmã Dulce invadiu cinco casas na Ilha dos Ratos, para abrigar os doentes que recolhia nas ruas de Salvador. Expulsa do lugar, peregrinou durante uma década, levando os seus doentes por vários locais da cidade. Até que em 1949, ocupou um galinheiro ao lado do convento, após a autorização da sua superiora, com os primeiros 70 doentes.

Esta iniciativa deu início à criação das Obras Sociais Irmã Dulce, instituição considerada hoje um dos maiores complexos de saúde pública do país, com cerca de quatro milhões de atendimentos ambulatoriais por ano.

“Quando nenhum hospital quiser aceitar algum paciente, nós aceitaremos. Esta é a última porta e por isso eu não posso fechá-la”, disse Irmã Dulce.

Em 1988, foi indicada pelo então presidente da República, José Sarney, com o apoio da Rainha Sílvia, da Suécia, para o Prêmio Nobel da Paz.

A religiosa também teve dois grandes momentos de sua vida ao lado de São João Paulo II. Em 7 de julho de 1980, encontrou-se com o então Papa que visitava pela primeira vez o Brasil. Na ocasião, ouviu dele o incentivo para prosseguir com a sua obra.

Os dois voltaram a se encontrar em 20 de outubro de 1991, na segunda visita do Sumo Pontífice ao Brasil. João Paulo II fez questão de quebrar o rigor da sua agenda e foi ao Convento Santo Antônio visitar a religiosa baiana, cuja saúde já se encontrava bastante debilitada em função de problemas respiratórios.

Cinco meses depois, no dia 13 de março de 1992, o Anjo Bom da Bahia faleceu, aos 77 anos.

Em janeiro de 2000, teve início o processo de canonização de Irmã Dulce. Em 2010, a Congregação para a Causa dos Santos reconheceu a autenticidade de um milagre atribuído à religiosa. Trata-se do caso de Claudia Cristina dos Santos, ocorrido em Itabaiana, em Sergipe.

Após dar à luz seu filho, Gabriel, a mulher sofreu uma forte hemorragia, durante 18 horas, tendo sido submetida a três cirurgias. Diante da gravidade do quadro, os familiares chamaram Padre José Almí para ministrar a unção dos enfermos. O sacerdote decidiu fazer uma corrente de oração pedindo a intercessão de Irmã Dulce e deu a Cláudia uma pequena relíquia da Bem-Aventurada. A hemorragia cessou subitamente.

Irmã Dulce foi beatificada no dia 22 de maio de 2011. Para ser canonizada, é necessária a comprovação de mais um milagre atribuído à freira baiana, que tenha ocorrido após 11 de dezembro de 2010, data da promulgação do decreto papal sobre o primeiro milagre.

Fonte: ACI

Para ter acesso ao sinal e aos benefícios da TV digital, os telespectadores de Sobral, Forquilha, Massapê e Santana do Aracaú precisam adaptar seu aparelho de televisão antes do dia 28 de agosto

No dia 28 de agosto, daqui a menos de um mês, o sinal analógico de televisão será desligado na região de Sobral, como informa a Seja Digital, entidade não governamental e sem fins lucrativos, responsável pelo processo de migração do sinal de TV no Brasil. Após essa data, a programação dos canais abertos será transmitida apenas pelo sinal digital, com imagem e som de cinema. Para continuar assistindo à programação, todas as residências da região precisam ter uma antena digital e um aparelho de televisão preparado para receber o sinal digital.

Para saber se a sua casa já está preparada ou se será necessário providenciar mudanças para continuar assistindo os canais abertos de televisão, é preciso conferir:

1) Antena – Nem toda antena consegue captar o sinal digital de televisão. A antena deve ser digital e a recomendação da Seja Digital é que o modelo seja externo, instalado no telhado da casa.

2) Televisor – Se o aparelho for uma televisão de tubo, será necessário instalar um conversor de sinal. Se o televisor for de tela fina e não estiver preparado para receber o sinal digital, também precisará de um conversor de sinal. Para ter certeza se o televisor já tem o conversor, consulte o manual do fabricante.

3) TV paga ou parabólica – Se você utiliza algum desses serviços, não será necessário adaptar sua TV ou antena. Em todo caso, entre em contato com sua operadora ou com um antenista para garantir a continuidade do serviço em todos seus televisores.

Inclusão Digital

As famílias de Sobral e de outras 3 cidades da região devem verificar se têm direito a retirar um dos mais de 7 mil kits gratuitos, com antena digital e conversor com controle remoto, que ainda estão disponíveis. A população deve acessar o site sejadigital.com.br/kit ou ligar gratuitamente para o número 147 com o NIS (Número de Identificação Social) em mãos. Se o nome estiver na lista, é só escolher o dia, horário e local para retirar os equipamentos.

Por meio desses canais, a população também poderá tirar dúvidas sobre as mudanças trazidas pela TV digital e sobre como se preparar para receber o novo sinal.

Digitalização passou por grandes cidades

Mais de 600 cidades brasileiras já passaram por essa mudança, incluindo a regiões de Brasília, São Paulo, Goiânia, Recife, Salvador, Fortaleza, Vitória, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, São Luís, Aracaju, Belém, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal e Teresina. Durante o processo, a entidade realiza diversas ações com o objetivo orientar, informar e oferecer suporte didático a toda população por meio de campanhas de comunicação e mobilização social. Com o desligamento do sinal analógico, os moradores dessas cidades passaram a assistir os canais abertos de televisão apenas pelo sinal digital, que transmite a programação gratuitamente com imagem e som de cinema. A Seja Digital já distribuiu mais de 10 milhões de kits em todo o Brasil.

Sobre a Seja Digital

A Seja Digital (EAD – Entidade Administradora da Digitalização de Canais TV e RTV) é uma instituição não governamental e sem fins lucrativos, responsável por operacionalizar a migração do sinal analógico para o sinal digital da televisão no Brasil. Criada por determinação da Anatel, tem como missão garantir que a população tenha acesso à TV Digital, oferecendo suporte didático, desenvolvendo campanhas de comunicação e mobilização social e distribuindo kits para TV digital para as famílias cadastradas em programas sociais do Governo Federal. Também tem como objetivos aferir a adoção do sinal de TV digital, remanejar os canais nas frequências e garantir a convivência sem interferência dos sinais da TV e 4G após o desligamento do sinal analógico. Esse processo teve início em abril de 2015 e, de acordo com cronograma definido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, mais de 1300 municípios terão o sinal analógico desligado até 2018.

Fonte: Correio da Semana

Sexta, 10 Agosto 2018 13:34

Morre nos EUA Padre Robert DeGrandis

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Faleceu, na tarde desta segunda-feira, 6, por volta das 17h, aos 87 anos, Padre Robert DeGrandis, um dos maiores pregadores da RCC no mundo.

Padre DeGrandis morreu em decorrência da doença de Parkinson (diagnosticada em 2003), agravada por seguidos derrames e um câncer generalizado, conforme informado pelo Superior Geral da Ordem de São José nos EUA, Padre Michael Thompson e comunicado ao Jornalismo Canção Nova pela tradutora oficial do sacerdote no Brasil, Estela Camargo. 

O sacerdote faleceu na Casa de Repouso da Congregação nos EUA, onde morava desde 2004.

Quem foi Padre Robert DeGrandis

Padre Robert DeGrandis foi ordenado sacerdote em 1959, e pertencia à Ordem de São José (S.S.J.). Desde 1979 se dedicou unicamente à Renovação Carismática Católica (RCC), especialmente em encontros de Cura Interior.

Sua mensagem sobre o amor e o poder de Deus em curar chegou a mais de 60 países, onde esteve pessoalmente. Foi um dos responsáveis em formar os membros da RCC, através de seus livros e pregações, sobre os dons do Espírito Santo, os ministérios de cura e libertação, a Eucaristia. Ao todo, Padre DeGrandis escreveu mais de 40 livros, publicados em várias línguas.

Esteve no Brasil diversas vezes ao longo de 25 anos, sendo a última vez, em um Retiro de Carnaval na Canção Nova, em 2003.

Fonte: Canção Nova

“A Igreja Romana convida-nos hoje a celebrar o triunfo glorioso de São Lourenço, que, desprezando as ameaças e as seduções do mundo, venceu a perseguição do demônio”, disse certa vez o Bispo Santo Agostinho em um de seus sermões.

São Lourenço era um dos diáconos que ajudavam o Papa Sisto II, o qual foi assassinado pela polícia do imperador quando estava celebrando a Missa em um cemitério de Roma.

A antiga tradição conta que São Lourenço, ao ver que iam matar o Pontífice, disse-lhe: “Meu pai, vais sem levar o teu diácono?”. E o Santo Padre respondeu: “Meu filho, em poucos dias me seguirás”.

São Lourenço se alegrou muito de saber que iria logo para o céu e, vendo o perigo que se aproximava, recolheu todos os bens que a Igreja tinha em Roma, vendeu-os e distribuiu o dinheiro para os mais necessitados.

O prefeito, que era pagão e apegado ao dinheiro, chamou São Lourenço e mandou que o levasse aos tesouros da Igreja para custear uma guerra que o imperador ia começar. O santo pediu alguns dias de prazo para reuni-los.

O diácono, então, reuniu os pobres, deficientes, mendigos, órfãos, viúvas, idosos, cegos e leprosos que ele ajudava com esmolas. Mandou chamar o prefeito e lhe disse que eles eram o tesouro mais precioso da Igreja de Cristo.

O prefeito, cheio de raiva, mandou matá-lo lentamente. Colocaram o santo em um braseiro ardente. Os fiéis viram o rosto do mártir rodeado de um esplendor muito formoso e sentiram um agradável aroma, enquanto os pagãos não percebiam nada disso.

Depois de estar queimando na grelha por um tempo, o valente mártir disse ao juiz que o virassem do outro lado, para ficar completamente queimado. Quando já se se aproximava a sua hora e com uma tranquilidade impressionante, pediu a Deus pela propagação do cristianismo no mundo e partiu para a Casa do Pai em 10 de agosto de 258.

Conta-se que esse martírio significou o declínio da idolatria romana e que a Basílica de São Lourenço, em Roma, é considerada a quinta em importância.

A devoção a este grande santo se espalhou por todo o mundo e muitos povos e cidades levam o seu nome.

Até mesmo o nome da equipe de futebol favorita do Papa Francisco, o ‘Club Atlético San Lorenzo de Almagro’, é em honra do diácono mártir, como foi o desejo do salesiano Pe. Lorenzo Massa, na fundação da equipe.

Fonte: ACI

Neste ano, a Semana Nacional da Família, promovida pela Igreja no Brasil para a valorização das famílias, terá também o objetivo de preparar os fiéis para o Encontro Mundial que acontecerá na Irlanda com o Papa Francisco.

A Semana Nacional da Família terá início no próximo domingo, 12 de agosto, Dia dos Pais, e seguirá até o dia 18 de agosto, sendo celebrada em todo o país, promovida pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O tema deste ano será “O evangelho da Família, alegria para o mundo”, o mesmo do IX Encontro Mundial das Famílias com o Papa Francisco, que acontecerá em Dublin, Irlanda, entre os dias 22 e 26 de agosto.

“O ‘Evangelho da Família’ ressalta o lado positivo da família, a família como boa notícia, como um bem, um dom de Deus”, indicou o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e Bispo de Osasco (SP), Dom João Bosco Barbosa de Sousa.

“‘Alegria para o mundo’ acentua o fato de que ser família não é um aspecto da doutrina, um valor apenas para os cristãos ou para as pessoas religiosas. É uma riqueza para o mundo, para a humanidade toda”, assinalou.

Por sua vez, o assessor nacional da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Pe. Jorge Filho, explicou que, “motivados pelo tema do IX Encontro Mundial das Famílias, queremos, juntos com o Papa, nos empenhar para anunciarmos o Evangelho da Família que deve ser a alegria para o mundo”.

O Encontro Mundial das Famílias foi idealizado por São João Paulo II em 1992 e acontece a cada três anos, com objetivo de “celebrar o dom divino da família” e aprofundar a “compreensão da família cristã como Igreja doméstica e unidade básica de evangelização”.

Neste ano, além das famílias brasileiras que se inscreveram para o evento, o Brasil estará também representado pelo presidente da Comissão para a Vida e Família da CNBB, Dom João Bosco Barbosa de Sousa, pelo assessor nacional da comissão, Pe. Jorge Alves Filho, e pelo casal coordenador nacional da Pastoral Familiar, Luiz Zilfredo Stolf e Carmen Rodrigues Stolf.

“Esperamos que esse encontro reforce o trabalho de evangelização que vem sendo realizado pela Pastoral Familiar, esclareça questões, chame a atenção do mundo para a importância da família, construída segundo a vontade de Deus, pois só assim ela pode ser alegria para o mundo”, concluiu Dom Bosco.

Fonte: ACI

Terminou no começo da noite desta segunda-feira, 6, a audiência pública convocada pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), para elaborar relatório do julgamento da ação que visa a declarar inconstitucionais os artigos 124 e 126 do Código Penal, que criminalizam a prática do aborto.

A arguição de descumprimento de preceito fundamental (a ADPF 442), foi apresentada pelo PSOL e descriminaliza mulheres que façam a interrupção voluntária da gestação até a 12ª semana da gravidez. Caso o julgamento acolha a ação, a equipe médica envolvida no procedimento também não poderá ser punida.

Não há prazo para Rosa Weber apresentar o seu parecer. No encerramento da audiência, a ministra declarou que o “próximo tempo é de reflexão”. Ao concluir o voto, ela encaminhará relatório aos demais ministros do STF. Antes disso, Rosa Weber deverá pedir manifestação da Procuradoria-Geral da República e também decidir sobre as demandas de instituições que querem se manifestar como amicus curiae (amigo da corte) associado à causa, durante o julgamento no Plenário do Supremo.

Tanto nesta segunda-feira como na sexta-feira, participantes e expectadores da audiência avaliaram que foram ouvidas mais pessoas favoráveis à descriminalização do que contrárias. De acordo com o Supremo, foram recebidos mais de 180 pedidos para participar da audiência, foram acolhidos 52 pedidos.

 

“No oratório, rendemos a Deus a homenagem da adoração, nos hospital o encontramos pessoalmente”, costumava dizer São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho, cuja festa é celebrada neste dia 7 de agosto.

São Caetano nasceu em Vicenza (Itália) em 1480. Estudou na Universidade de Pádua, formando-se na teologia e doutorando-se em direito civil e canônico.

Sua inquietude o levou a Roma, onde em pouco tempo foi nomeado secretário do Papa Júlio II. Com a morte do Pontífice, quis se preparar para o sacerdócio e foi ordenado em 1516, aos 36 anos.

Fundou em Roma a “Confraria do Amor Divino”, associação de clérigos que promovia a glória de Deus. Depois, ingressou no Oratório de São Jerônimo, que seguia a mesma linha da obra que tinha fundado, mas incluía também leigos pobres.

Seus amigos não gostaram dessa decisão, pois consideravam que alguém de linhagem como ele não deveria estar ali. Mas, o santo seguiu adiante, atendendo até mesmo os pacientes com doenças que muitos desprezavam.

Estando em Veneza, implantou a bênção com o Santíssimo Sacramento e incentivou a comunhão frequente. Uma vez escreveu: “Não estarei satisfeito até que veja os cristãos se aproximarem do banquete celestial com simplicidade de crianças famintas e alegres, e não cheios de medo e falsa vergonha”.

Naquela época, a cristandade passava por um período de crise. São Caetano, contemporâneo de Lutero, incentivava uma verdadeira reforma de vida e costumes na Igreja, mas sem dividi-la.

Em Roma, junto com alguns companheiros, fundou a Ordem dos Clérigos Regulares Teatinos, que buscava a renovação do clero, a pregação da doutrina, o cuidado dos doentes e a restauração do uso frequente dos sacramentos.

São Caetano teve que sofrer incompreensões e rechaços pela missão renovadora que tinha empreendido. Mais tarde, com o Beato João Marinoni, o santo fundou os “Montes de Piedade” para libertar da miséria pobres e marginalizados.

Ao final de sua vida, abriu um asilo para idosos e hospitais. Quando ficou muito doente, os médicos sugeriram que colocasse um colchão sobre sua cama de tábuas, mas o santo respondeu: “Meu salvador morreu na cruz; deixe-me pois morrer também sobre um madeiro”. Partiu para a Casa do Pai em Nápoles, em 7 de agosto de 1547, aos 77 anos.

O Papa Francisco, desde que era Cardeal, tem um carinho especial por São Caetano, que também é muito querido na Argentina. São inúmeros os peregrinos que vão venerá-lo no templo em honra deste santo, no bairro portenho de Liniers (Buenos Aires).

Fonte: ACI