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O sacrário da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, na Vila Kosmos, na Zona Norte da cidade, foi roubado, nesta quarta-feira. De acordo com relatos, um ladrão teria agido tranquilamente na frente de outros fiéis, levando o objeto, que guardava âmbulas com hóstias consagradas da igreja.
 
"O assaltante agiu de forma normal dentro de nossa paróquia. Saiu fazendo o sinal da cruz, cumprimentou algumas pessoas que estavam rezando e levou nosso sacrário em um carrinho. Cobriu-o com um saco de lixo preto", Bryan Caetano, coroinha da igreja, escreveu na página do Facebook do templo.
 
Por causa do roubo, a paróquia suspendeu todas as missas até a celebração de um ato de desagravo, marcado para às 19h30 desta quinta. 
 
"Sabemos que o sacrário não é um cofre e tão pouco é de ouro. Porém, na sua fragilidade, guarda o que há de mais precioso em nossa fé: a eucaristia (...) Foi uma agressão horrível cometida ao Santíssimo Sacramento (sacrilégio), que para nós é a presença real de Jesus, o centro de nossa vida cristã. Esse sacrilégio constitui uma ofensa grave a Deus e um profundo desrespeito à nossa fé católica. Vale a pena lembrar que, quem joga fora as hóstias consagradas, as subtrai ou conserva para si está cometendo um pecado mortal", o coroinha continuou.
Essa foi, pelo menos, a terceira igreja católica assaltada em menos de dois meses no Rio. No último 11 de junho, bandidos roubaram dízimo e doações da Paróquia Divino Espírito Santo e São João Batista, em Vila Isabel. No crime, os assaltantes teriam sido agressivos com padres, inclusive os ameaçando de morte.
 
Já no dia 19 de junho, duas âmbulas e uma luneta banhada a ouro foram furtadas da Paróquia de Nossa Senhora do Sagrado Coração, na Praça Seca. Na ocasião, um homem teria forçado a porta de uma capela da igreja para levar os objetos.
 
Fonte: Icatólica

Os Bispos do estado do Rio de Janeiro publicaram uma mensagem “em face da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental 442/2017 (ADPF 442)”, na qual reafirmam a defesa da “vida desde a concepção até a morte natural” e propõem algumas ações às vésperas de audiência sobre esta medida.

“Conclamamos os católicos e todas as pessoas que desejam um país democrático, pacífico e protetor da vida a se posicionarem contrários ao que está sendo proposto através desta medida judicial. Por ela, agride-se a vida, permitindo o aborto até doze semanas de gestação”, expressam os Prelados do Regional Leste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A mensagem, que traz por título “Escolhe, pois, a vida (Dt 30,19)”, foi assinada por todos os Bispos do Regional e publicada nesta quinta-feira, 26 de julho, festa de São Joaquim e Sant’Ana, avós de Jesus.

No texto, os Prelados manifestam “explicitamente” o “irrenunciável compromisso com a vida desde a concepção até a morte natural, com especial atenção à vida mais fragilizada, que, no caso em questão, é a vida do nascituro”.

“Reiteramos que a defesa da vida, em todas as suas instâncias, além de ser um princípio de fé, é também condição indispensável para que a democracia seja consolidada. Uma nação que não sabe proteger a vida que ainda está por nascer revela a fragilidade de sua condição democrática, por mais que afirme o contrário”, ressaltam.

O texto foi publicado às vésperas da audiência pública sobre a ADPF 442 no Supremo Tribunal Federal, marcada para os dias 3 e 6 de agosto.

Esta ADPF foi proposta pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) a fim de permitir a realização do aborto no Sistema Único de Saúde (SUS) até 12 semanas de gestação, bastando apenas o consentimento da gestante.

Os Bispos do Rio de Janeiro explicam que, com essa medida judicial, o que se busca é “inserir no ordenamento jurídico brasileiro uma agressão direta ao artigo 5º de nossa Lei Maior”, o qual garante “a inviolabilidade do direito à vida”.

Para tal, recorreu-se ao Supremo Tribunal Federal por meio da ADPF 442. Diante disso, expressam os Prelados, “é preciso evitar que se ultrapassem os limites entre o guardião e o reformador da lei, numa confusão de funções que não é benéfica para a relação entre os poderes, a nação e seus cidadãos”.

“Uma efetiva democracia – sublinham – se consolida através da distribuição dos poderes com nítida distinção entre fazer leis e zelar por seu cumprimento”.

Além disso, recordam especificamente a audiência pública marcada para 3 e 6 de agosto, para a qual foram “convocadas pessoas e entidades para se manifestarem quanto à descriminalização do aborto”.

“Por certo – indicam –, uma democracia necessita encontrar caminhos para que as diversas formas de compreensão sejam equitativamente acolhidas, com iguais condições de expressão acerca do modo como compreendem a realidade sob consulta”.

Porém, afirmam que, “se, por receio de inviabilização da audiência, o número de pessoas e entidades a se manifestarem se torna limitado, insistimos que esta limitação não implique desequilíbrio entre as diversas tendências, de modo que, já no ouvir, uma ou outra tendência acabe por predominar”.

“Afirmamos claramente o direito de nos manifestar com base em nossa crença em Deus, uma vez que a fé nos compromete com a vida e com a cidadania”, expressam os Bispos, recordando que “o Estado é laico como condição para servir aos cidadãos, não para impor a todos um modo de compreender a realidade e com ela interagir”. Por isso, assinalaram que “a laicidade do Estado não pode ser utilizada para desrespeitar os cidadãos em suas convicções mais profundas”.

Ao afirmar o respeito à liberdade de consciência, os Prelados também defendem que não aceitaram “uma nação em que a liberdade de uns custe o preço da vida de outros, em especial de outros que não têm voz própria nem capacidade de manifestação direta de defesa, exatamente pela condição natural de nascituros”.

Na mensagem, também louvam a Deus “pelas mulheres que, abrindo-se à grandeza da maternidade, geram novas vidas”, ao mesmo tempo em que se unem “solidariamente às mulheres angustiadas pela exclusão social em suas variadas formas”.

“Perguntamo-nos, entretanto, se a solução para elas se encontra na interrupção da gravidez ou no empenho de todos por uma nação em que os direitos fundamentais sejam efetivamente reconhecidos e cumpridos”, acrescentam.

Por isso, conclamam “para que não se camuflem as verdadeiras angústias através da sensação de falsa autonomia e emancipação com acesso a sistemas de abortamento”.

Por fim, pedem aos cidadãos que reflitam sobre a questão, recordando que “estamos a três meses das eleições para cargos estaduais e federais, dentre eles, os cargos do Congresso Nacional”.

Especificamente, convocam ainda a se manifestarem dos seguintes modos: Lendo e conversando sobre esta mensagem; repicando os sinos de todas as igrejas do Estado do Rio de Janeiro, no dia 2 de agosto, Dia do Perdão de Assis, Festa da Porciúncula, às 15h, Hora da Misericórdia; participando, em cada diocese, de momentos públicos e pacíficos para expressar a toda a sociedade a importância da defesa e promoção da vida; e realizando, ao longo do mesmo dia 2, e em especial na parte da noite, hora santa em reparação”.

“Confiamos ao Deus da vida este momento de nosso país, tão repleto de desafios. Pedimos forças para proclamar e trabalhar para que a morte nunca seja a solução. Pedimos à Virgem Aparecida, Mãe e Rainha do Brasil, que obtenha junto de Seu Amado Filho a graça de se fortalecer em nosso país a cultura da vida, da paz e do respeito incondicional à pessoa humana, desde o ventre materno até a morte natural. Um país só cresce garantindo a vida para todos”, concluem.

Fonte: Acidigital

O mundo católico recorda hoje o segundo aniversário do brutal assassinato do padre Jacques Hamel, executado aos 86 anos de idade por dois jihadistas em 26 de julho de 2016, em plena igreja de Saint-Étienne-du-Rouvray, em Seine Maritime, na França. Os dois jovens terroristas que o mataram covardemente afirmavam pertencer ao Estado Islâmico.

Homem discreto e de grande força de vontade, o Padre Hamel exerceu fielmente o ministério sacerdotal a ponto de dar a vida durante a celebração da Santa Missa.

Dois anos depois da tragédia, a irmã do sacerdote, Roselyne Hamel, de 78 anos, conversou com Aleteia sobre o impacto que o assassinato do irmão exerceu na família e “em todos os cantos da França e do mundo”. Ela fala ainda do processo de beatificação aberto em 13 de abril de 2017, menos de um ano após o assassinato, e analisa os frutos que o martírio do irmão pode gerar.

A entrevista:
Dois anos atrás, a tragédia … O que vem à mente agora?

Roselyne Hamel: A notícia que me deram naquele 26 de julho de 2016, brutalmente, depois de duas horas de espera. Eu pensei que todas as pessoas presas na igreja sairiam ilesas. Eu realmente pensei, até o fim, que o Jacques retornaria. Mas, depois de duas horas de silêncio, eles me disseram que alguém tinha sido ferido, que outra pessoa tinha morrido… e que era o meu irmão. Esse momento me perturba, me atormenta. Estou ciente de que este tributo deve ser feito, não podemos deixar passar. A morte dele foi um choque para mim, para a nossa família, para os sobrinhos, para as sobrinhas, mas também foi para toda a França e para o mundo. Embora este momento seja particularmente doloroso, não podemos ignorar este acontecimento, é muito importante. Muito importante.

Você tem a impressão de que a sociedade, por assim dizer, “tirou” o seu irmão de você ou, pelo contrário, que todas essas pessoas acompanham você na sua dor, movidas e inspiradas pelo testemunho do Pe. Hamel?

Roselyne Hamel: A sensação de desapropriação foi muito forte no começo. Eu não entendia que o meu irmão aparecesse em toda a mídia da França e, muito rapidamente, na de vários países. Muitas pessoas me falaram do seu pesar e sofrimento ao ficarem sabendo desse ato terrorista. Emocionou tanta gente! Levamos alguns dias, até semanas, para nos acostumarmos com isso: o que é que está acontecendo? Ele é nosso irmão, nosso tio, é o nosso luto! Eles tiraram isso de nós e agora temos que compartilhá-lo? Durante um ano, eu não consegui viver o meu luto. Lembro do funeral, da catedral de Rouen cheia, e muitíssimas pessoas reunidas no átrio. Eu tinha aquele sentimento de desapropriação, mas, vendo todas aquelas pessoas, eu também soube que tinha acontecido algo extraordinário no coração e na mente de crentes e não crentes. E à medida que eu fui desenrolando essa reflexão, dia após dia, consegui ir vivendo o meu luto.

O Pe. Hamel é frequentemente descrito como um homem discreto. Você ficou surpresa com essa mobilização?

Roselyne Hamel: O Jacques era, sim, um homem de grande discrição, mas a sua morte foi um choque para milhares de pessoas, então a mobilização não me surpreendeu. Meu irmão ficava muito desconfortável quando o elogiavam, mas tenho que dizer que esse reconhecimento, de quem ele era e das circunstâncias da sua morte, me inspira. Acho que todos nos inspiramos com o testemunho dele.

O que você pensa do processo de beatificação do seu irmão?

Roselyne Hamel: É algo tão fora do comum em nossa vida, na vida do meu irmão antes desse acontecimento, que nos sentimos completamente deslocados. Este processo de beatificação me ultrapassa. E o que às vezes é difícil de lidar é que as pessoas têm uma visão diferente de nós, quando, na verdade, nós, a família, não mudamos! Somos pessoas simples. Por outro lado, é óbvio que é algo que me emociona; falar de orgulho seria inadequado, mas estou muito comovida. Quando me pedem para viajar a algum lugar para falar do meu irmão, isso sempre me surpreende: as pessoas parecem me dar muita importância! Mas eu não fiz nada, foi o Jacques. Eu só estou aqui para dar testemunho da vida dele. Muitas vezes me dizem: “Através de você eu tenho a impressão de tocar nele”. Mas eu me pergunto: sou digna disso?

Quando o Papa comenta que reza para que o pe. Hamel seja santo, o que isso inspira em você?

Roselyne Hamel: Essas são palavras de peso. Eu penso que a morte do meu irmão e este processo de beatificação são um chamado necessário para despertar a fé dos crentes, a esperança dos não crentes e convidar a todos a viver melhor. Ao abrir este processo de beatificação, eu creio que o Papa Francisco quis despertar a fé. Meu irmão muitas vezes terminou suas homilias dizendo: “Vamos tentar ser artesãos da paz. O mundo precisa de muita esperança”. É exatamente disso que se trata.

Com a morte dele e o impacto que ela causou, você tem a impressão de descobrir novas facetas do seu irmão?

Roselyne Hamel: Sim, é verdade, eu tenho. Para nós, o Jacques era um homem entre os homens, muito simples nas coisas da vida e exigente apenas em relação ao sacerdócio dele. Os meus filhos e eu mesma o conhecíamos principalmente no contexto da vida familiar. Ao ler os testemunhos e encontrar quem lidava com ele regularmente no contexto da missão, também descobrimos um lado muito apaixonado nele. Também me veio uma lembrança. Uma vez, o Jacques estava de férias na minha casa e eu sugeri que nós víssemos o filme A Paixão de Cristo, de Mel Gibson. Vimos e eu me senti culpada! Conforme o filme avançava, ele foi ficando muito pálido, como se estivesse sofrendo com Cristo. Para ele, não era só uma impressão, era real. Meu irmão era tão magro que eu conseguia notar que, toda vez que Cristo era agredido, parecia que ele também sentia aquele golpe na própria carne. Nos últimos dez anos da vida dele, quando eu participava da Missa que ele celebrava, ficava impressionada com o quanto ele estava imbuído dessa paixão de Cristo. Eu não o via todos os dias, mas, quando assistia às missas dele, eu o via transcendido.

Nesses dois anos, alguma coisa mudou no seu relacionamento com a fé, com Deus?

Roselyne Hamel: Embora nada tenha mudado em minha fé, eu pedi contas a Deus durante muito tempo. Respeitosamente, mas pedi. O sofrimento e a incompreensão foram tão grandes que a aceitação demorou a chegar. O Jacques era discreto e fez um grande bem! Agora, toda vez que eu vou dar testemunho pelo meu irmão, digo a Deus que confio n’Ele e que se o Jacques está agora lá perto d’Ele é porque Deus tem graças para oferecer por meio do Jacques. O Jacques também falava muito de Charles de Foucauld; era um modelo para ele. Sua saúde, infelizmente, não permitiu que ele fosse missionário. Meu irmão esteve em Biskra, na Argélia (onde Charles de Foucauld viveu parte da vida), durante os eventos [do início da Guerra de Independência da Argélia, ndr]. Quando atravessaram um oásis, todos da sua unidade morreram, menos ele. Ele não entendia porque tinha se salvado. Eu dizia a ele que, provavelmente, estava destinado a outra coisa, a outra missão. Hoje eu responderia que ele já tem a sua resposta para aquele “por que eu não?”. Essa missão é a missão de despertar a fé em todas aquelas pessoas que estavam presentes aos milhares no seu funeral ao redor da catedral. Como o Jacques dizia, o mundo precisa de muita esperança.

Fonte: Site notícias Católicas

 

Uma noite de fé, restauração e esperança marcou a vida de mais de três mil pessoas, no sábado, 21, em São João Batista. Era por volta das 21h quando Padre Fábio de Melo subiu ao palco, na estrutura montada no Estádio Cristóvão Reinert dos Santos.

O evento beneficente, promovido pela Comunidade Bethânia, tinha como principal objetivo evangelizar. Além disso, trazer o sacerdote novamente à terra escolhida por Padre Léo para dar início ao seu sonho de acolhimento.

Padre Fábio de Melo apresentou ao público a turnê “O amor me elegeu”. Com as músicas já consagradas, refletiu no público um misto de devoção e emoção. “Estava ansiosa por esse dia e fico muito feliz de poder participar desse show que nos anima e também aproxima de Jesus”, diz Ana Martins, de 69 anos, de Tijucas.

O padre, que iniciou a carreira musical em 2001, relatou a emoção de estar no local onde iniciou o sonho de Léo. “Essa noite é ligada ao coração de um homem que não está mais entre nós, mas que acreditou profundamente no que cantamos sobre o amor de Deus”.

Ele ainda ressaltou em vários momentos sua relação de amizade com o fundador da comunidade e experiência com o carisma de Bethânia. “Ele me ensinou que a melhor maneira de ser padre é olhando para o ser humano, pois é o olhar que conforta e muda os corações”.

O evento contou com a presença de um público de diversas cidades da região, como as do Vale do Rio Tijucas e Itajaí-Mirim, litoral catarinense, Florianópolis, Tubarão, Criciúma, Joinville, entre outras.

Todo valor arrecadado será revertido para a Comunidade Bethânia, fundada por Padre Léo em 1995. Atualmente possui oito recantos em todo país para acolhimento de dependentes químicos.

Visita em Bethânia
A manhã deste domingo também ficará para sempre gravada na história da Comunidade Bethânia. Antes de seguir viagem, Padre Fábio de Melo esteve no recanto São João Batista. Acompanhado pelos padres Lúcio e Vicente, o sacerdote foi ao memorial, onde guarda toda a história do Padre Léo.

Ao visitar a capela, onde ficam os restos mortais do Léo, Padre Fábio se emocionou e rezou para o amigo.

Esta foi a segunda vez que o sacerdote esteve na Comunidade Bethânia. A primeira foi durante a primeira missa, em 12 de outubro de 1995, para inauguração.

Para o moderador da Comunidade, Padre Vicente, a visita foi muito importante. “Depois de tanto tempo, Padre Fábio retorna até nós e, além de nos presentear com um show maravilhoso, pode estar em Bethânia e conhecer o legado do Padre Léo junto aos filhos e filhas”.

Ele acrescenta que foi muito bonito vê-lo emocionado junto aos restos mortais do Padre Léo. “Foi muito bonito perceber que ele sentiu a presença do Léo em todos os lugares. Só temos a agradecer pela vida do padre Fábio e que essa amizade perdure para saborearmos o bom de um relacionamento sincero”.

O vice-presidente de Bethânia, Padre Lúcio afirma que a visita do sacerdote veio coroar todo o evento realizado. Um evento que trouxe muitos benefícios para a Comunidade, pois tornou ainda mais conhecido o trabalho realizado, por meio do testemunho do Padre Fábio dos irmãos que passaram por Bethânia e hoje estão bem e retomando suas vidas.

“A visita coroou ainda todo elo entre Padre Léo e Fábio. Ele se emocionou muito estando no túmulo e por ver toda obra de Deus realizada neste chão”.

Após a visita, Padre Fábio ainda mandou uma mensagem para Padre Lúcio dizendo que ficou extasiado com tudo que está sendo realizado em Bethânia. “Ele se colocou totalmente à disposição para novos eventos que formos realizar e que quer estar conosco na Canção Nova. Isso nos alegra muito em saber que temos essa parceria é que o trabalho de Bethânia ecoa nos mais diversos momentos e lugares, prova disso é o testemunho do Padre Fábio”, completa.

Padre Lúcio ainda agradece todo apoio de todas as pessoas que estiveram presentes no show é que apoiaram o evento. “Espero que todos puderam fazer mais do que uma experiência de show, mas de Deus através de tudo que Padre Fábio fez. Para nós é um momento de alegria e de muita conquista. É uma vitória de Deus para a Comunidade Bethânia nesses 60 anos de São João Batista”.

Fonte: O Município

A população do país deverá crescer até 2047, quando chegará a 233,2 milhões de pessoas. Nos anos seguintes, ela cairá gradualmente, até os 228,3 milhões em 2060. Essas são algumas das informações da revisão 2018 da Projeção de População do IBGE, divulgada nesta quarta-feira, 25, que estima demograficamente os padrões de crescimento da população do país por sexo e idade, ano a ano, até 2060.

A projeção detalha a dinâmica de crescimento da população brasileira, acompanha suas principais variáveis (fecundidade, mortalidade e migrações) e projeta o número de habitantes do Brasil e das 27 unidades da federação, ano a ano, de 2010 a 2060. Esse estudo demográfico é realizado em parceria com órgãos de planejamento de quase todos os estados brasileiros e segue as recomendações da Divisão de População das Nações Unidas.

Em 2060, um quarto da população (25,5%) deverá ter mais de 65 anos, enquanto em 2018 essa proporção é de 9,2% (19,2 milhões). Já os jovens (0 a 14 anos) deverão representar 13,9% da população (33,6 milhões) em 2060, frente a 21,9% (44,5 milhões) em 2018. Em relação à migração internacional, a projeção considerou a emigração da Venezuela para Roraima entre 2015 e 2022. Nesse período, migrariam para o estado cerca de 79,0 mil venezuelanos.

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A taxa de fecundidade total para 2018 é de 1,77 filho por mulher. Em 2060, o número médio de filhos por mulher deverá reduzir para 1,66. Entre os estados, as maiores taxas de fecundidade serão em Roraima (1,95), seguido por Pará, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, todos com 1,80. As menores deverão ser no Distrito Federal (1,50) e em Goiás, Rio de Janeiro e Minas Gerais, todos com 1,55.

A revisão 2018 mostrou que o envelhecimento do padrão da fecundidade é determinado pelo aumento na quantidade de mulheres que engravidam entre 30 e 39 anos e pela redução da participação de mulheres entre 15 e 24 anos na fecundidade em todas as grandes regiões do país.

A pesquisa estendeu a Projeção da População para unidades da federação até 2060. Santa Catarina, que hoje tem a maior esperança de vida ao nascer para ambos os sexos (79,7 anos), deverá manter essa liderança até 2060, chegando aos 84,5 anos. No outro extremo, o Maranhão (71,1 anos) tem a menor esperança de vida ao nascer em 2018, condição que deverá ser ocupada pelo Piauí em 2060 (77,0 anos).

Taxa de fecundidade

O padrão etário de fecundidade por idade da mulher também mudará, conforme já observado nas últimas décadas, em direção a um envelhecimento da fecundidade no Brasil. A idade média em que as mulheres têm filhos, que está em 27,2 anos em 2018, deverá chegar a 28,8 anos em 2060.

Fonte: Canção Nova

Neste dia 25 de julho, a Igrejacelebra a festa de São Tiago Maior, um dos doze apóstolos escolhidos pelo Senhor e que é representado vestido como um peregrino ou como um soldado montado em um cavalo branco em atitude de luta. São Crisóstomo disse que ele foi o apóstolo mais ousado e corajoso.

O “filho do trovão”, como Jesus chamou a Tiago e a seu irmão São João Evangelista, é padroeiro da Espanha e de sua cavalaria, assim como dos peregrinos, veterinários, equitadores e de várias cidades do mundo. Algumas cidades inclusive levam o seu nome em países como Chile, República Dominicana, Cuba entre outros.

O nome de São Tiago vem das palavras Sant Iacob, do hebraico Jacob. Durante as batalhas, os espanhóis costumavam gritar “Sant Iacob, ajude-nos” e, ao dizê-lo rápido e repetitivamente, soava como São Tiago.

Foi testemunho com João e Pedro da transfiguração do Senhor no Monte Tabor, da pesca milagrosa e da oração de Jesus no Jardim do Getsêmani, entre as passagens mais representativas.

A tradição conta que chegou à Espanha para proclamar o Evangelho. A Catedral de Santiago de Compostela é considerada seu principal santuário, para onde milhares de pessoas peregrinam todos os anos, desejosos de percorrer o Caminho de Compostela.

Em 9 de novembro de 1982, quando São João Paulo II visitou esta catedral espanhola, fez um chamado à Europa para reavivar os “valores autênticos”, porque os outros continentes “olham para ti e esperam também de ti a mesma resposta que São Tiago deu a Cristo: ‘Eu posso’”.

“Eu, Sucessor de Pedro na Sé de Roma, uma Sé que Cristo quis colocar na Europa e que ama pelo seu esforço na difusão do Cristianismo no mundo; Eu, Bispo de Roma e Pastor da Igreja universal, de Santiago, te lanço, velha Europa, um grito cheio de amor: Volta a encontrar-te. Sê tu mesma. Descobre as tuas origens. Reaviva as tuas raízes”, expressou o santo polonês.

O apóstolo Tiago é conhecido também por ter preparado o caminho para que a Virgem Maria fosse reconhecida como um “Pilar” da Igreja.

O Papa Francisco, em fevereiro de 2014, ao refletir sobre os conflitos armados, assinalou que São Tiago nos dá um conselho simples: “Aproximem-se de Deus e Ele se aproximará de vocês”.

 

Fonte: (ACI).

Aconteceu em Franca, no interior de São Paulo. A Ministra da Eucaristia Maria Emília da Silveira Castaldi, de 76 anos, estava saindo de casa para ir à Missa e depois levar a Sagrada Comunhão a enfermos da paróquia a que ela pertence. Os objetos que ela utilizaria, como o terço, a teca vazia, e o livro de liturgia diária estavam sobre o banco do passageiro do carro dela. Segundo a Ministra, quando ela deu partida no veículo, uma fumaça começou a sair do capô. Rapidamente o fogo se espalhou.

O carro, um Gol, estava na garagem da casa e precisou ser empurrado para rua. Um vizinho e um rapaz que passavam pelo local ajudaram e acionaram o Corpo de Bombeiros.

Enquanto o fogo avançava, dona Emília disse que ficou em oração, pedindo que as chamas não chegassem ao tanque de combustível e provocassem uma explosão. Logo os bombeiros controlaram o fogo e autorizaram a proprietária a abrir o carro. Foi quando ela se surpreendeu: “Abri a porta e quando vi estavam os três objetos intactos. A oração ‘Oferecimento do Dia’, além de não queimar, também não molhou. Já o carro ficou preto, todos os plásticos derreteram; dos bancos ficaram somente os ferros”.

Ao presenciar aquela cena, a reação da Ministra foi chorar. “Foi muito emocionante. Para mim foi uma graça muito grande. Não tem explicação… Os materiais não têm marca de queimado nem cheiro…

“Tenho certeza que a graça de Deus estava junto comigo. Se não tivesse, teria acontecido o pior”, disse Dona Emília.

A palavra do bispo

Para o bispo diocesano de Franca, Dom Paulo Roberto Beloto, o ocorrido é um fato que impressiona. “Não podemos negar que Deus possa nos comunicar algo através dos fatos da vida. Mas são experiências particulares, que respeitamos”.

Dom Paulo ressaltou também que “não podemos medir a nossa fé, experiência de Deus e de Igreja por fatos assim”.

Ainda segundo o bispo, “o que Deus tem para nos comunicar de mais concreto sobre sua verdade e sua vontade está presente nas Sagradas Escrituras, na Revelação de Nosso Senhor Jesus Cristo e no Magistério da Igreja. Esta é a nossa segurança e o caminho que devemos seguir”.

Ao portal G1, o bispo disse que vai solicitar ao tribunal eclesiástico uma investigação sobre o caso. “Não havia hóstia, por isso não podemos dizer que foi um milagre eucarístico. Mas, é um fato impressionante”, finalizou Dom Paulo.

Fontes: Pascom Diocese de Franca e G1

Em um local improvável, arqueólogos encontraram os ícones mais antigos já descobertos com referência aos apóstolos Pedro e Paulo. A descoberta aconteceu em Roma, em um local próximo à Basílica de São Paulo Extramuros, uma das quatro da capital italiana, de propriedade do Vaticano.

Nas pequenas catacumbas de Santa Tecla, localizadas na Via Ostiense, em Roma, a 500 metros da Basílica de São Paulo Extramuros, os arqueólogos encontraram os ícones no mesmo local onde, 9 anos antes, a descoberta dos restos mortais de um homem também havia sido documentado.

De acordo com informações do portal Aleteia, os arqueólogos identificam esses restos como os do próprio apóstolo Paulo. Agora, a nova descoberta aconteceu em um pequeno cubículo de uma antiga tumba, a quatro metros de profundidade, em um edifício de uma companhia de seguros construído na década de 1950.

Os ícones localizados estão gerando a pergunta: seriam esses os rostos dos apóstolos Pedro e Paulo? Os arqueólogos já sabiam deste cubículo desde 1720, mas os ícones estavam completamente cobertos por uma espessa camada de cal, o que tornava impossível detectar que pudesse haver alguma pintura ali. A descoberta de agora só foi possível graças às novas técnicas arqueológicas baseadas no uso de lasers.

Apresentada em 22 de junho de 2010 pelo presidente da Pontifícia Comissão de Arqueologia Sacra e presidente do Pontifício Conselho da Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi, a descoberta é fruto de uma iniciativa que começou um ano antes, em 2009, quando parte da camada de cal foi removida, revelando um dos ícones referentes ao apóstolo Paulo.

Fabrizio Bisconti, professor de arqueologia cristã e medieval na Universidade de Roma, anunciou a descoberta, explicando que depois de várias tentativas de descobrir se havia imagens por trás da cal, o laser finalmente as revelou. “Quando removemos a camada de cal, descobrimos retratos de três outros apóstolos, além de São Paulo: Pedro, André e João”, revelou.

O jornalista Jesús Colina, da Aleteia, comentou o nível de detalhe dos retratos: “É realmente impressionante ver como os primeiros cristãos podiam diferenciar os rostos de cada um dos apóstolos com tanta precisão. Como pode ser visto nas imagens da galeria, a maneira pela qual os apóstolos são representados iconograficamente dificilmente muda ao longo da história”.

FonteGospel Mais 

A Igreja no Brasil celebra em agosto o mês vocacional. Neste ano, a temática é “Seguir Jesus à luz da fé” e o lema: “Sei em quem acreditei” (2Tm 2,12). A cada domingo do mês, celebra-se uma determinada vocação, sendo que cada um conta com sugestões de oração, elaboradas pela Pastoral Vocacional do Brasil em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 

“O objetivo principal é animar e reanimar as comunidades, paróquias e dioceses que rezem pelas vocações de forma especial incentivando as orações e promovendo as vocações em cada realidade e da sua maneira”, destaca o coordenador nacional da Pastoral Vocacional, padre Elias Aparecido da Silva.

No primeiro, celebra-se sacerdócio e os ministérios ordenados; no segundo, o matrimônio junto à semana da Família; no terceiro, a vida consagrada, e por fim, no quarto, a vocação dos Leigos. Cada oração tem comentário inicial, preces e oração final. O material e o cartaz já estão disponíveis.

Padre Elias convida os fiéis a celebrar esse mês vocacional na sensibilidade da oração, colocá-lo como intenção no seu terço, no grupo de oração. Segundo o padre, cada um pode rezar do seu modo de rezar e promover a vocação em suas comunidades.

Na abertura do mês vocacional, também será lançado o texto base do 4º Congresso Vocacional do Brasil que vai acontecer de 5 a 8 de setembro de 2019, em Aparecida (SP), cujo tema será: “Vocação e discernimento”.

O mês vocacional foi instituído em 1981, pela CNBB, em sua 19ª Assembleia Geral. O objetivo principal era o de conscientizar as comunidades da responsabilidade que compartilham no processo vocacional.

Programação conta com quatro conferências e cinco seminários promovendo a integração e partilha de experiências entre personalidades e estudiosos do setor de comunicação

O 6º Encontro Nacional de Comunicação, que teve início na quinta-feira, 19, e segue até o próximo domingo, 22, em Aparecida/SP, tem como tema “Comunicação e Igreja”. No primeiro dia do evento foi realizada Conferência com o tema “O Caminho da Comunicação na Igreja” com a assessoria de Irmã Joana Puntel. Organizado pela Comissão de Pastoral da Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o encontro mobiliza comunicadores católicos de todo o País. Alex Ferreira, coordenador de comunicação da CNBB Ceará, representa o Regional.

Na manhã da quinta-feira, 19, foram eleitos coordenador nacional e secretária da Pascom, durante a reunião privativa dos bispos referenciais, assessores e coordenadores dos regionais, realizada em Aparecida. Os escolhidos foram os agentes: Marcus Tulius (Regional Leste 2), como coordenador nacional e Patrícia Luz (Regional Nordeste 3) como secretária.

Participantes da reunião de bispos referenciais, assessores e coordenadores da Pascom dos regionais do Brasil estiveram reunidos em um momento de articulação e definição de estratégias para a atuação pastoral. Durante Encontro dos Bispos Referenciais e Coordenadores da Pascom foi realizado um balanço da comissão das atividades do quadriênio. Em um segundo momento, fizeram uma reflexão em torno do estudo 111. A palestra foi ministrada pelo professor Paulo Giraldi. O terceiro ponto: discutido foi a coordenação da Pascom Nacional.

Programação

O evento conta com quatro conferências e cinco seminários promovendo a integração e partilha de experiências entre personalidades e estudiosos do setor de comunicação, bispos, sacerdotes, religiosos e os leigos agentes da Pascom de todo o Brasil. Na programação acontecem também painéis, lançamentos de livros, noite cultural, celebrações eucarísticas e a cerimônia de entrega dos Prêmios de Comunicação da CNBB.

A programação do Encontro teve início na quinta-feira, 19, com a conferência “O caminho da comunicação na Igreja” proferida pela Ir. Joana Puntel. Na sexta-feira, 20, Ricardo Alvarenga trouxe a conferência “A vivência comunicacional na Igreja na América Latina”. O painel Leitura crítica da mídia em tempos de Fake News foi coordenado por Elson Faxina enquanto o tema “A Rádio como instrumento de evangelização e integração da comunidade” será conduzido por Jessé Barbosa. A programação do dia contará ainda com Celebração Eucarística, Momento dos Regionais, Seminários e Noite cultural com Cerimônia de Entrega dos Prêmios de Comunicação da CNBB.

Após celebração eucarística, a programação do sábado, 21, trará a conferência “Uma Pastoral para a Comunicação” com Dom Leomar Brustolin e o Painel Perspectivas sobre a comunicação católica no Brasil e Perspectivas para a Pastoral da Comunicação a partir do Diretório de Comunicação com Moisés Sbardelotto, além de Pe. Rafael Vieira abordando a Assessoria de Imprensa na Igreja. Haverá ainda plenária, momento dos Regionais, Seminários e Lançamento de Livros. No domingo, 22, a conferência “A Igreja e o período eleitoral: orientações pastorais” ficará a cargo do Pe. Paulo Renato. Haverá ainda Momento dos Regionais e Cerimônia de Encerramento. (Com informações da Pascom Brasil)