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Na quarta-feira, 12 de setembro, a Câmara dos Deputados aprovou por 95 votos a favor e 46 contra, o projeto de lei de identidade de gênero que permitirá a mudança de nome e sexo no registro civil a partir dos 14 anos.

A Câmara dos Deputados ratificou o documento emitido pelo Senado na semana passada, que estabelece o direito e os procedimentos para a mudança de nome e sexo no registro civil.

O projeto define a identidade de gênero como “a vivência individual e interna de ser homem ou mulher, tal como cada pessoa percebe a si mesma, a qual pode corresponder ou não com o sexo e nome verificados na certidão de nascimento”.

Este, "pode ou não envolver a modificação da aparência ou da função corporal através de tratamentos médicos, cirúrgicos ou outros análogos, desde que sejam escolhidos livremente".

Segundo o projeto, um menor entre 14 e 18 anos de idade deverá fazer o pedido em um tribunal de família e deverá ter a aprovação de pelo menos um dos seus representantes legais. Caso não conte com isso, deverá pedir a intervenção de um juiz para proceder na mudança de nome e sexo no registro civil.

Quando o menor fizer a mudança, não poderá se retratar até completar 18 anos, a maioridade no Chile.

No caso dos maiores de 18 anos, poderão fazer o trâmite, mas não poderão revogá-lo. Depois da votação, o deputado da Renovação Nacional, Eduardo Durán, apelou às pessoas, pastores e bispos a "sair do adormecimento", "reclamem" e "participem ativamente na política para reivindicar os nossos direitos em nosso país".

"Continuaremos trabalhando duro para contar com mais representantes da nossa crença, da nossa fé, com o nosso pensamento, a fim de salvar o Chile", assinalou.

Fonte: ACI

Sexta, 14 Setembro 2018 13:40

Hoje a Igreja celebra a Exaltação da Santa Cruz

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 “Algumas pessoas não cristãs podem se perguntar: por que ‘exaltar’ a cruz? Podemos responder que nós não exaltamos uma cruz qualquer ou todas as cruzes: exaltamos a Cruz de Jesus Cristo, porque é nela que foi revelado o máximo amor de Deus pela humanidade”. Assim o Papa Francisco explicou a festa que é celebrada neste dia 14 de setembro: a Exaltação da Santa Cruz.

Em sua reflexão antes do Ângelus Dominical, em 14 de setembro de 2014, Francisco assegurou que “a Cruz de Jesus é a nossa única e verdadeira esperança”.

O Santo Padre assinalou que “quando olhamos para a Cruz onde Jesus foi pregado, contemplamos o sinal do amor infinito de Deus para cada um de nós e a raiz da nossa salvação. ‘Daquela Cruz vem a misericórdia do Pai que abraça o mundo inteiro’”.

Segundo manifesta a história, foi em 14 de setembro de 320 que Santa Helena, imperatriz de Constantinopla, encontrou o madeiro em que morreu o Cristo Redentor. No entanto, em 614, a Cruz foi levada pelos persas como um troféu de guerra.

Mais tarde, o Imperador Heráclio a recuperou e voltou com a Cruz para a Cidade Sagrada no dia 14 de setembro de 628. Desde então, celebra-se liturgicamente esta festividade.

Quando a Santa Cruz chegou novamente a Jerusalém, o imperador se dispôs a acompanhá-la em solene procissão, mas vestido com todos os luxuosos ornamentos reais e logo se deu conta de que não era capaz de avançar.

Então, o Arcebispo de Jerusalém, Zacarias, lhe disse: “É que todo esse luxo que carrega está em desacordo com o aspecto humilde e doloroso de Cristo quando carregava a cruz por essas ruas”.

O imperador se despojou de seu manto de luxo e de sua coroa de ouro e, descalço, começou a percorrer as ruas e pôde seguir a piedosa procissão.

Para evitar novos roubos, o Santo Madeiro foi dividido em quatro pedaços e separados entre Roma e Constantinopla, enquanto o que ficou em Jerusalém foi deixado em um belo cofre de prata. Dos quatro fragmentos, foram feitos pequenos pedaços para serem distribuídos em várias Igrejas do mundo, os quais foram chamados de Vera Cruz.

Na vida dos santos narra-se que Santo Antônio Abade, ao ser atacado por terríveis tentações do demônio, fazia o sinal da cruz e o inimigo fugia. Desde esse tempo, afirmam, tornou-se costume fazer o sinal da cruz para se libertar dos males.

Outro fato poderoso e sagrado deste sinal foi mostrado pela Santíssima Virgem Maria que, ao aparecer pela primeira vez à Santa Bernardette e ao ver a menina quis se benzer, Nossa Senhora fez o sinal da cruz bem devagar para lhe ensinar que é necessário fazê-lo com calma e mais devoção.

Fonte: ACI

O Papa Francisco encontrará, no Vaticano, de 21 a 24 de fevereiro de 2019, todos os presidentes das Conferências Episcopais, “para falar sobre a prevenção de abusos contra menores e adultos vulneráveis”.

Foi o que disse a vice-diretora da Sala de Imprensa da Santa Sé, Paloma García Ovejero, no briefing realizado na conclusão da 26ª reunião do Conselho de Cardeais (C9), na quarta-feira (12/09).

Francisco tomou esta decisão depois de ser informado pelo cardeal Sean Patrick O’Malley sobre os trabalhos da Pontifícia Comissão para a Tutela de Menores.

Todos os cardeais manifestaram sua satisfação pelo bom êxito do 9º Encontro Mundial das Famílias realizado, em Dublin, na Irlanda, congratulando-se também com o cardeal Kevin J. Farrell e com o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida que organizaram o evento junto com o arcebispo dom Diarmuid Martin.

O C9 pediu ao Papa Francisco, na abertura dos trabalhos na última segunda-feira (10/09), “uma reflexão sobre o trabalho, a estrutura e a composição do Conselho, considerando a idade avançada de alguns membros”.

A maior parte dos trabalhos do Conselho de Cardeais, instituído em setembro de 2013, foi dedicada aos últimos ajustes no esboço da nova Constituição Apostólica da Cúria Romana, cujo titulo provisório é Praedicate evangelium. O C9 entregou ao Papa Francisco o texto provisório destinado a uma revisão de estilo e releitura canônica.

Seis cardeais participaram desta reunião do C9. Estiveram ausentes os cardeais Francisco Javier Errázuriz Ossa, arcebispo emérito de Santiago, Chile, Laurent Monsengwo Pasinya, arcebispo de Kinshasa, República Democrática do Congo, e George Pell, prefeito da Secretaria para a Economia.

Os cardeais reiteraram, nesta quarta-feira, sua plena solidariedade ao Papa Francisco pelo ocorrido nas últimas semanas.

O C9 colabora com o Papa Francisco no governo da Igreja e no projeto de reforma da Cúria Romana. A próxima reunião do C9 está marcada de 10 a 12 de dezembro próximo.

Fonte: Vatican News

Quarta, 12 Setembro 2018 13:51

Papa nomeia administrador apostólico para Formosa

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O Pontífice nomeou Administrador Apostólico sede vacante de Formosa Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo Metropolitano de Uberaba.

O Papa Francisco aceitou a renúncia ao governo pastoral da diocese de Formosa (GO), apresentada por Dom José Ronaldo Ribeiro e nomeou Administrador Apostólico sede vacante de Formosa Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo Metropolitano de Uberaba (MG).

Investigações do Ministério Público feitas a partir de denúncias de fiéis culminaram com a Operação Caifás, em 19 de março. Integrantes da Cúria são acusados de desviarem dinheiro para compras irregulares. O julgamento está em andamento.

Fonte: Vatican News

Santo Afonso Maria de Ligório relata em seu livro “As Glórias de Maria” (Cap. X) que, seguindo as referências de outros dois autores católicos, por volta do ano 1465 vivia em Güeldres (Holanda) uma jovem chamada Maria que foi levar alguns recados à Nimega (Países Baixos) e ali foi tratada grosseiramente pela sua tia.

No caminho de volta, a jovem desconsolada e com raiva invocou a ajuda do demônio e este apareceu em forma de homem e prometeu ajudá-la com algumas condições.

“‘Não lhe peço outra coisa – disse o inimigo – mas de agora em diante não faça novamente o sinal da cruz e que mude de nome’. ‘Quanto ao primeiro, não farei mais o sinal da cruz – respondeu-lhe –, mas meu nome de Maria, não mudarei. Gosto muito dele’. ‘Então eu não te ajudarei’, replicou o demônio”.

Finalmente, depois de muita discussão, eles concordaram que ela se chamaria a primeira letra do nome de Maria, ou seja, M. Depois de fazerem o pacto, ambos se foram à Amberes, onde a jovem viveu durante seis anos com essa companhia perversa e levando uma vida má.

Certo dia a jovem disse ao inimigo que desejava ir à sua terra, o demônio odiou essa ideia, mas finalmente consentiu. Ao chegar à cidade de Nimega, descobriram que estava sendo representada na Praça a vida de Santa Maria.

“Ao ver tal representação, a pobre M, por aquela pequena devoção à Mãe de Deus que havia conservado, começou a chorar. ‘O que fazemos aqui? – disse-lhe o companheiro – Você quer que representemos outra comedia?’ Agarrou o seu braço para tirá-la daquele lugar, mas ela resistia, então ao ver que a perdia, enfurecido a levantou e a lançou no meio do teatro”.

Em seguida, a jovem contou sua triste história, foi confessar-se com o pároco, que a remeteu ao Bispo e este ao Papa. O Pontífice, depois de ouvir sua confissão impôs como penitência levar sempre três argolas de ferro: uma no pescoço e uma em cada braço.

A jovem Maria obedeceu e foi para Maestricht (Países Baixos), onde viveu em um monastério para penitentes.

“Ali viveu quatorze anos fazendo grandes penitências. Uma manhã, ao levantar-se viu que as três argolas tinham quebrado. Dois anos depois, morreu com fama de santidade; e pediu ser enterrada com aquelas três argolas que, de escrava do inferno, tinham-na transformado em feliz escrava da sua libertadora”.

Fonte: ACI

Quarta, 12 Setembro 2018 13:45

Grito dos Excluídos debate vida em primeiro lugar

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A Igreja de Sobral celebrou no sábado, 8 de setembro, a vida em primeiro lugar no Grito dos Excluídos. A Santa Missa foi presidida pelo bispo diocesano Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos na Catedral de Nossa Senhora da Conceição (Sé). A programação de 2018 contou com show com Valdenísio, apresentações dos grupos da 5ª urgência da Diocese de Sobral, trazendo situações de morte e ações de vida em sua realidade. Houve ainda o Show da Banda Emanuel.

“A Igreja celebra a vida ontem, hoje e sempre. Hoje é a natividade de Nossa Senhora, mãe dos pobres e dos oprimidos. Com força, elevamos ao céu nosso grito, dando voz e vez a quem não tem. Nosso grito não é de desespero, mas um clamor, um grito profético. Quantas vezes somos mudos e nos calamos quando deveríamos falar. Pecamos por omissão quando nos encastelamos e nos esquecemos dos pobres, dos encarcerados e de todos os excluídos da nossa sociedade”, ressalta o bispo diocesano.

Dom Vasconcelos também saudou as pastorais sociais, organismos e movimentos presentes que representam a “caridade concreta traduzida em gestos e vida. Como é bom saber que esta vida existe na nossa Diocese.”

“O Grito dos Excluídos é um conjunto de manifestações populares no País inteiro na Semana da Pátria. Buscamos chamar a atenção da sociedade brasileira para a exclusão social com seus efeitos de desemprego, violência e miséria. Conferido através da CNBB e conduzido por várias forças, o Grito chama a atenção frente à situação caótica diante da perda de direitos adquiridos”, ressalta a coordenadora das pastorais sociais da Diocese de Sobral, Irmã Rozilda Cordeiro da Silva, do Instituto Josefino.

Fonte: Correio da Semana

Evento foi realizado nos dias 7 e 8 de setembro com o tema “Família, uma luz para a vida em sociedade”

“Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” foi o tema da palestra proferida pelo bispo diocesano de Sobral e bispo referencial para a juventude no Regional Nordeste I da CNBB, Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos durante o VI Congresso da Pastoral Familiar, realizado nos dias 7 e 8 de setembro. O evento, sediado no Centro Universitário 7 de setembro, em Fortaleza, teve como tema geral “Família, uma luz para a vida em sociedade” e o lema “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. A organização foi da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) do Regional Nordeste 1- Ceará.

A programação do Congresso teve início na sexta-feira, 7 de setembro, às 7h, com acolhida e credenciamento. A primeira palestra com o tema : “Família, uma Luz para a Vida em Sociedade” foi proferida pelo bispo Referencial Pastoral Familiar NEI e Bispo de Quixadá, Dom Ângelo Pignoli. O arcebispo de Fortaleza, Dom José Antônio abordou o tema  “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei”. (Jo 13,34). Dom André Vital – Bispo de Limoeiro do Norte baseou sua fala no tema “O Evangelho da Família, Alegria para o mundo”.

“A Fecundidade do Amor na Família” foi o tema da palestra do Casal Coordenador Nacional da Pastoral Familiar, Luiz e Kátia Stolf. O casal Socorro e Macedo do Setor Pré-matrimonial do Regional Nordeste I – Ceará testemunhou com o tema “Fecundidade na família, diante das Adversidades”.

A 6ª Palestra “A vocação da família à Santidade” foi proferida pelo Padre Natal Nunes, Assessor Eclesiástico Regional da Pastoral Familiar. Já os Coordenadores Regionais da Pastoral Familiar, Fábio e Márcia, trouxeram o tema “Família e os desafios atuais”, enquanto o Seminarista da Arquidiocese de Fortaleza, João Frota, testemunhou com o tema “A vocação religiosa na Família”.

Fonte: Correio da Semana

No próximo domingo, 23, a Santa Sé organiza a segunda meia-maratona pela paz “Rome Half Marathon VIA PACIS”, com o tema “Paz, integração, inclusão e solidariedade”. A primeira edição foi realizada em 2017.

Com o patrocínio do Pontifício Conselho para a Cultura, o percurso da meia-maratona passará por lugares emblemáticos de oração de Roma, como a Basílica de São Pedro, sinagoga, mesquita e igrejas protestantes e ortodoxas, com o propósito de inspirar o diálogo inter-religioso, o ecumenismo e a paz.

De acordo com um comunicado de imprensa do Pontifício Conselho para a Cultura, estão previstas duas corridas diferentes, organizadas pela Federação Italiana de Atletismo, abertas a atletas profissionais, além de pessoas de todas as idades, inclusive portadoras de deficiência. A competitiva meia-maratona, com um percurso de 21,097 km, e a “Run for peace”, não-competitiva, com um trajeto de 5km.

Os organizadores pretendem que a “Run for peace” se transforme num “dia de festa num espírito de amizade e de paz”, seja correndo ou caminhando, porque “o importante será lançar a própria mensagem de paz”.

Mais informações sobre as corridas no site: http://www.romahalfmarathon.org/

Fonte: Canção Nova

No dia 15 de setembro, às 14h20, no Santuário Basílica Nossa Senhora da Piedade, em Belo Horizonte (MG), será celebrada a  Sessão Solene da Abertura do Inquérito Diocesano sobre a Vida, as Virtudes e a Fama de Santidade do Servo de Deus Domingos Evangelista Pinheiro (Monsenhor Domingos). O evento contará com a presença do Postulador da Causa dos Santos da Santa Sé, Dr. Paolo Vilotta.

Às 15h, Dom Walmor, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte presidirá uma Missa na Basílica das Romarias e, às 16h30, os fiéis seguirão em procissão para o Recanto Monsenhor Domingos para benção do sarcófago e inauguração da visitação.

História

Nascido em Caeté, no dia 21 de julho de 1843, monsenhor Domingos Evangelista Pinheiro dedicou sua vida ao cuidado com os pobres e à evangelização. O seu legado permanece vivo, no trabalho missionário das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, Congregação que fundou. Monsenhor Domingos faleceu em 6 de março de 1924,

Sua vocação nasceu no Santuário da Padroeira de Minas, onde sentia-se tocado pelas canções marianas entoadas pelas mulheres negras, naquela época, ainda escravas. Depois de ordenado padre, no dia 17 de janeiro de 1869, monsenhor Domingos, que já se dedicava a cuidar dos mais pobres, intensificou ainda mais o seu trabalho missionário. Tornou-se guardião do Santuário Nossa Senhora da Piedade e instituiu, em 1876, a celebração do Jubileu, acolhendo grandes peregrinações.

Em 1878, junto ao Santuário, monsenhor Domingos criou o Asilo São Luís, para acolher meninas órfãs e filhas de escravas, libertas pela Lei do Ventre Livre (promulgada em 28 de setembro de 1871, a Lei determinava que crianças filhas de escravos, nascidas a partir daquela data, estariam livres). Para ajudá-lo nesse trabalho e também no cuidado com o Santuário, monsenhor Domingos instituiu a Irmandade de Nossa Senhora da Piedade, em 1875. E quase 20 anos depois, em 1892, criou a Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, que ainda hoje cuida das obras iniciadas por seu fundador.

A marcante trajetória do monsenhor Domingos Evangelista Pinheiro – sacerdote diocesano, do clero da Arquidiocese de Belo Horizonte —, com a sua dedicação ao Santuário da Padroeira de Minas Gerais e às pessoas mais sofridas, fez com que o povo, carinhosamente, passasse a chamá-lo de “O Evangelista da Piedade”. Esse reconhecimento também inspirou o Papa Pio X a destacar, oficialmente, a integridade, a tenacidade, o zelo religioso com o ministério, a atividade missionária e o trabalho dedicado aos pobres, do “Evangelista da Piedade”, conferindo-lhe o título de monsenhor – concedido pela Igreja aos padres que se destacam no exercício do ministério.

Confira como é o processo de canonização de um santo

O Conselho dos Cardeais, que aconselha o Papa Francisco na reforma da Cúria e outras questões, começou uma nova reunião no Vaticano e terminará na quarta-feira, 13 de setembro.

Segundo informações da Assessoria de Imprensa, o Papa Francisco participou do primeiro dia desta reunião.

Trata-se da 26ª reunião do também conhecido como C9 pelo número de pessoas que o integram. A primeira reunião do C9 realizou-se de 1 ao 3 de outubro de 2013, e a última de 11 o 13 de junho deste ano.

Embora o Vaticano não tenha sido informado acerca dos temas a serem tratados, esta é a primeira reunião do C-9 depois que em 25 de agosto, Dom Carlo Maria Viganò, ex-núncio nos Estados Unidos, publicou uma carta de 11 páginas assegurando  que vários sacerdotes, bispos, cardeais e inclusive o Papa Francisco sabiam dos abusos do ex-cardeal Theodore McCarrick e agiram com negligência ou o encobriram.

No caso do Papa Francisco, Dom Viganò disse que, no início do seu pontificado, em 2013, retirou as sanções de McCarrick impostas supostamente pelo seu predecessor, o atual Papa Emérito Bento XVI.

Em junho deste ano, o Secretário de Estado do Vaticano, o Cardeal Pietro Parolin, seguindo ordens do Papa Francisco, proibiu a McCarrick de exercer o ministério público, depois que uma investigação realizada pela Arquidiocese de Nova York descobriu que uma acusação de abuso sexual a um menor era "crível e comprovada".

As acusações do ex-núncio provocaram a resposta do episcopado americano que pediu uma investigação completa, realizada por leigos, para chegar à verdade das acusações.

Fonte: ACI