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Os peregrinos poloneses Jackub Wloch e Martyna Gergont deram o “sim” para a vida toda no sacramento do matrimônio, na quarta-feira, 16 de janeiro, em uma paróquia do Panamá, a cinco dias do início da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A Missa foi presidida pelo sacerdote polonês Marcin Michell Filar, às 9h (hora local), na Paróquia São Miguel Arcanjo de Monagrillo, na província panamenha de Herrera. Os idiomas utilizados durante a celebração foram o polonês e o espanhol. Participaram da celebração mais de 300 peregrinos poloneses que chegaram ao pais centro-americana para participar dos Dias nas Dioceses ou Pré-Jornada. Também participaram centenas de fiéis locais. Jackub, de 25 anos, e Martyna, de 20, explicaram ao site polonês STACJA7 que se conheceram há três anos durante a JMJ Cracóvia 2016, quando serviram como voluntários em um dos postos nos quais se distribuiria alimentos aos peregrinos. Em seguida, tornaram-se mais amigos quando apoiaram no Campus Misericordiae. “Depois desta semana incrível, começamos a nos ver mais frequentemente e, pouco depois, nos tornamos namorados”, disse Martyna. Os jovens contaram que contrair matrimônio longe de sua terra natal se inspirou na história de outras pessoas que se casaram durante a JMJ no Rio de Janeiro, em 2013. “Quando éramos namorados, esta história passava pela minha cabeça o tempo todo, finalmente decidi compartilhar com Martyna. Ela gostou muito da ideia e começamos os preparativos lentamente. A JMJ de Cracóvia nos uniu, mas no Panamá se tornou para sempre”, disse Jackub. Sobre os trâmites para se casar no Panamá, os recém-casados indicaram que muitos sacerdotes os ajudaram a superar todos os procedimentos necessários na Arquidiocese de Cracóvia. “Felizmente, tudo saiu bem e obtivemos os documentos literalmente um dia antes da partida”, acrescentou Jackub. O jovem casal assinala que, embora não tenha sido possível a presença dos pais no dia mais importante de suas vidas, eles aceitaram sua decisão e a ideia de um casamento no Panamá. Através de sua conta de Facebook, a Paróquia São Miguel Arcanjo de Monagrillo indicou que toda a comunidade se sente feliz “por presenciar este acontecimento tão belo” e que tenham escolhido seu templo “para este ato importante”. Em entrevista ao Grupo ACI, Pe. Jakub Szyrszeń, concelebrante do matrimônio e coordenador de um dos grupos de peregrinos provenientes de Cracóvia para a JMJ Panamá 2019, contou que o casal decidiu se casar em Monagrillo porque os jovens da delegação polonesa receberam alojamento gratuito e carinho da parte das famílias panamenhas. “Quando falei com Jackub e Martyna sobre a decisão de se casar aqui tão longe de seu lar, explicaram-me que consideram todo o grupo de peregrinos como se fosse sua verdadeira família”, acrescentou. Finalmente, Pe. Szyrszeń sublinhou que cerca de 700 peregrinos poloneses estão no Panamá atualmente e assegura que a Arquidiocese de Cracóvia é a que enviou mais jovens de toda a Europa. Fonte: ACI
O Livro de Ester é o tema do XXX Dia do Diálogo promovido pela Conferência dos Bispos Italianos no qual convida os católicos a aprofundar e desenvolver o diálogo com os judeus. É uma tradição que iniciou em 17 de janeiro de 1990, e antecede a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (18-25 de janeiro) Em 30 de outubro de 1989, a Comissão para o ecumenismo e o diálogo da Conferência dos Bispos Italianos proclamava o “Dia do diálogo judaico-católico”. Esta jornada foi lançada com o espírito de “aprofundar o diálogo através de um maior conhecimento recíproco, superar os preconceitos, redescobrir os comuns valores bíblicos e criar iniciativas comuns para a justiça, a paz e a salvaguarda da criação e, se possível, trocar visitas”. A data que antecede a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos não é casual, significa “a distinção que o diálogo com os judeus deve ter com relação ao ecumenismo, mas ao mesmo tempo a atenção aos valores comuns, principalmente fundados na Bíblia, que judeus e cristãos compartilham”. A comemoração desta Jornada é uma extraordinária ocasião de conhecimento recíproco e estima em sintonia com a grande mudança do Concílio Vaticano II e graças à contribuição dada pelo Papa Paulo VI e os Papas que o seguiram. João Paulo II ao entrar na Sinagoga de Roma em 1986 os definiu como “os nossos irmãos prediletos”. Na ocasião disse que “A religião judaica não é extrínseca, de certo modo é intrínseca à nossa religião”, conceito que foi reforçado em 2005 por Bento XVI na Sinagoga de Colônia quando afirmou que “Quem encontra Cristo encontra o Judaísmo”. Mais confiança e conhecimento recíproco O presidente da Comissão Episcopal para o ecumenismo e o diálogo da CEI, Ambrogio Spreafico fala ao Vatican News de “uma colaboração constante com a comunidade judaica”, de um progressivo “aumento de confiança e de conhecimento recíproco” e depois afirma: “Como já dizia Pio XI, a raiz é que nós somos espiritualmente semitas: Jesus é profundamente judeu, nasceu de uma mãe judia e morreu judeu. Fez-se homem no povo judaico. E para nós é fundamental: os apóstolos eram judeus, Paulo era um grande especialista da Bíblia judaica e portanto nós nascemos ali. Isso é inerente à nossa fé. Mais de três quartos da nossa Bíblia é compartilhada com a Bíblia judaica, portanto temos dentro da nossa fé esta origem que não só não podemos esquecer, mas que faz parte da riqueza daquilo que somos”. Sobre a escolha do Livro de Ester como texto base para compartilhar este Dia do Diálogo, Dom Spreafico explica o que há neste texto que nos faz compreender melhor as Escrituras e a atualidade: Ester, Deus e a fé que salva “Antes de tudo nos faz compreender como a presença de Deus, mesmo de maneira misteriosa e escondida – porque estranhamente no Livro de Ester não é mencionado – suscita correntes espirituais de mudança e até de revolução da história. E isso é uma mudança, porque Ester evita que Mardoqueu e o povo judaico – concebido no Livro como disperso no Império persa – seja exterminado. E também porque Ester é uma figura feminina. É uma mulher que, no final, na fé do seu povo, o salva e nessa salvação envolve também os não judeus. O próprio nome de Ester, que não era bíblico, mas originário do mundo no qual vivia, demonstra o quanto este povo viva nas culturas de outros povos, levando sempre consigo o testemunho do único Deus e a força liberatória deste Deus”. Um Livro que fala ao mundo de hoje “Em tempos que parece fácil marginalizar, excluir os outros, ou mesmo eliminar-lhes, “o comportamento que o Livro de Ester sugere – prossegue Dom Spreafico – é, ao contrário, “que na diversidade possamos viver juntos”. Na realidade o “povo judaico no grande império persa numericamente contava muito pouco, mesmo assim a fé em Deus ajudou-o a se salvar e a se tornar eles mesmo agentes da salvação para todos. É uma história fascinante: mesmo na diversidade de religiões e culturas podemos compartilhar a mesma vida porque somos homens e mulheres filhos de Deus”. Fonte: Vatican News
O encontro sobre “A proteção dos menores na Igreja” tem um objetivo concreto: que todos os bispos tenham absolutamente claro o que é preciso ser feito para prevenir e combater o drama mundial dos abusos. Essa foi a afirmação do diretor ad interim da Sala de Imprensa da Santa, Alessandro Gisotti, na quarta-feira, 16, à imprensa. A reunião será realizada de 21 a 24 de fevereiro no Vaticano. Trata-se de um encontro convocado pelo Papa Francisco e que reunirá os presidentes das conferências episcopais da Igreja Católica em todo o mundo. A sala de imprensa da Santa Sé divulgou hoje um comunicado com informações sobre o encontro. A comissão organizadora reuniu-se no último dia 10 de janeiro e, ao término dos trabalhos, foi recebida pelo Papa Francisco e atualizou o Santo Padre sobre os preparativos do encontro. Em declaração à imprensa, Gisotti afirmou que o Papa deixou claro o objetivo e as direções para o encontro. O Pontífice quer que seja uma reunião de pastores, e não um convênio de estudos; que seja um momento de oração e discernimento, catequético e operacional. Para o Santo Padre, é fundamental que os bispos, ao voltarem para seus países, estejam conscientes das regras que devem aplicar e que passos devem dar para prevenir os abusos e cuidar das vítimas, a fim de que nenhum caso seja escondido. A reunião terá sessões plenárias, grupos de trabalho, momentos de orações comuns, com escuta de testemunhos, uma liturgia penitencial e uma celebração eucarística final. Papa Francisco assegurou sua presença durante toda a duração do encontro. O moderador das sessões plenárias será o padre Federico Lombardi, tarefa que lhe foi confiada pelo próprio Papa Francisco. Padre Lombardi já foi diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé. Gisotti afirmou ainda que esse encontro é uma etapa deste caminho doloroso que a Igreja está percorrendo com decisão há mais de 15 anos. Fonte: Site Notícias Católica
Sacerdotes, freiras, guardas suíços e outros funcionários laicos do Vaticano literalmente correndo juntos para alcançar o céu. Esse é o espírito da primeira associação desportiva da Santa Sé, chamada Athletica Vaticano, uma equipe de atletismo formado por toda a variedade de trabalhadores da cúria romana, que deseja demonstrar que o esporte pode ser um instrumento de solidariedade. Não é o único grupo esportivo do Vaticano, que já conta com um time de futebol e outro de críquete, mas é o primeiro com projeção fora dos muros do Estado pontifício. Nasceu em setembro de 2017 pela união espontânea de um conjunto de funcionários, e nesta quinta-feira deu um salto e passou a ser uma associação oficial, filiada à Federação Italiana de Atletismo (FIDAL), onde além disso é o primeiro grupo estrangeiro a ser inscrito. A associação, que conta com 60 sócios, atletas de elite com hábito, batina e passaporte vaticano, assinou também um acordo de colaboração com o Comitê Olímpico Italiano (CONI). O objetivo, explicou em entrevista coletiva o espanhol Melchor Sánchez de Toca y Alameda, subsecretário do Conselho Pontifício para a Cultura e presidente da Athletica Vaticano, é "se divertir e correr". E também participar de eventos de todo tipo, inclusive internacionais. Graças ao convênio com o CONI, a associação poderá participar das competições da Itália e do resto da Europa. Sua estreia será em 20 de janeiro, numa corrida pelas ruas de Roma — uma prova que tem um significado simbólico: é conhecida como A Corrida do Miguel, e acontece há quase 20 anos na capital italiana em homenagem a Miguel Benancio Sánchez, um dos 30.000 desaparecidos da ditadura militar argentina. Esse corredor, jogador de futebol e poeta foi sequestrado em 9 de janeiro de 1978 por um comando paramilitar, provavelmente por sua militância nas Juventudes peronistas, e nunca mais se soube dele. Seu caso foi especialmente acompanhado na Itália. Correrão juntos sacerdotes, guardas suíços, freiras e diversos empregados da administração da Santa Sé, de carpinteiros a agricultores, passando por bombeiros, jornalistas, farmacêuticos e funcionários dos Museus Vaticanos, aos quais se somam dois atletas “honorários”: Buba Jallow, um jovem de 21 anos procedente da Gâmbia, e Amsou Cissé, um senegalês de 19. São solicitantes de asilo e vivem num centro de acolhida na periferia de Roma. Além disso, a associação assinou um memorando de entendimento com a Federação Italiana de Esportes Paralímpicos e Experimentais. Com esses gestos pretendem demonstrar que o esporte é capaz de promover a inclusão. Se esses primeiros passos funcionarem, a meta no horizonte, como confirmou o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, é ambiciosa: levar a bandeira branca e amarela do Vaticano aos Jogos Olímpicos. “O desejo é o de começar de forma gradual e passar de um estado de simples presença a um autêntico estado de competição”, disse Ravasi, que salientou a relação entre o esporte, a solidariedade e a fé. E acrescentou que isso poderia ocorrer num primeiro momento com a participação em eventos específicos como os Jogos do Mediterrâneo e os Jogos dos Pequenos Estados da Europa, para ir subindo progressivamente de nível. O presidente do CONI, Giovanni Malagò, já lhes deu asas: “Será preciso se filiar a outras federações, mas tenho certeza de que isto acontecerá, hoje [quinta-feira] lançamos uma start-up corajosa e vencedora”, disse na apresentação da associação. O flerte da Santa Sé com os Jogos Olímpicos já dura um bom tempo. A primeira grande aproximação ocorreu em fevereiro passado, quando uma delegação do Vaticano participou da abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang e também, na semana anterior, de reuniões em qualidade de observadora, convidada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) num gesto inédito, em nome da diplomacia do esporte. É comum escutar o papa Francisco defender os valores do esporte como antídoto para o individualismo e como ajuda para estender pontes e fomentar uma cultura do encontro. Fonte: Exame
A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) emitiu uma nota na segunda-feira, 14 de janeiro, na qual alerta sobre os riscos da legalização da maconha (canábis) para fins recreativos e faz um apelo “ao bom senso e à responsabilidade política”. Conforme assinala a associação, na próxima quinta-feira, 17 de janeiro, será debatido no Parlamento português projeto de lei do Bloco de Esquerda, que propõe a “legalização da canábis para fins recreativos”. Entretanto, os médicos católicos alertam que “qualquer iniciativa política no sentido de legalizar a canábis para fins recreativos, não será uma medida eficaz para reduzir o seu consumo; pelo contrário, irá seguramente levar a um aumento do número de pessoas que consumem esta droga”. “O Estado tem que manter uma linha de coerência política. A lei também tem uma função pedagógica, pelo que a legalização da canábis daria um sinal contraditório à sociedade, contribuindo para que muitos jovens e adolescentes desvalorizassem os riscos associados ao consumo desta droga, acabando por tornar o próprio Estado cúmplice em relação a esses danos e perigos”, sentenciam. Nesse sentido, a nota recorda que “vários os estudos, de diferentes áreas médicas” comprovam que o uso desta droga “encontra-se associado a alterações estruturais e funcionais no sistema nervoso central, com consequências nefastas para a saúde psíquica, e com riscos aumentados em casos de consumo prolongado ou desde idade precoce”. A Associação sublinha ainda que “não há drogas boas, já que todas elas têm riscos para a saúde, contrariando a ideia errada, principalmente junto dos mais jovens, de que o seu consumo não causa dano”. Por isso, acrescenta, “não se justifica que venha a ser aprovada legislação, no sentido do uso de qualquer droga para fins recreativos, pois o mais importante para a saúde pública é que esse consumo seja evitado”. Os médicos católicos também afirmam acreditar “que os responsáveis políticos não estão interessados em ficarem associados a uma resolução que daria um sinal de fragilidade e de resignação, como se devêssemos deixar de lutar por uma sociedade livre de drogas”. Para a AMPC, “cabe às instituições públicas implementar políticas, com base em conhecimentos científicos, e não em inspiradas em ideologias, que defendam e promovam a saúde, o bem-estar físico e mental dos seus cidadãos”. “Enquanto associação católica, a AMCP entende ainda que, para além das óbvias questões médicas, é importante reiterar mais do que nunca o alerta do Papa Francisco, de que ‘a droga é um mal e ante o mal não se pode ceder nem ter compromissos’”, conclui a nota. Fonte: ACI
Terça, 15 Janeiro 2019 13:22

Posse Padre Fábio Soares

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No dia 11 de janeiro de 2019, o Reverendíssimo Bispo de Sobral Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos sob instância nomeou como Pároco o Revmo. Padre Fábio Soares Duarte. Aconteceu na Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Meruoca, a Missa de Posse do novo Pároco, Padre Fábio Soares. A Solenidade foi presidida pelo Bispo Diocesano. Na ocasião se fizeram presentes Padres que já foram párocos em Meruoca e alguns Padres que fazem partes de outras regiões episcopais da Diocese de Sobral, além das comunidades da Paróquia de Meruoca e caravanas que vieram de outras cidades acompanhar de perto o momento da Posse. No Final da Santa Missa foram apresentados as pastorais e movimentos, além de homenagem de boas vindas e de agradecimentos. Fonte: Diocese de Sobral
Cerca de 200 jovens poloneses estão a poucos dias de completar uma missão entusiasmante e desafiadora que já leva 11 meses: atravessar o Atlântico de veleiro para chegar à Jornada Mundial da Juventude do Panamá (JMJ). A bordo do Dar Mlodziezy (“Presente da Juventude”, em português), a tripulação pretende compartilhar sua cultura polonesa em cada país que visita, por ocasião da celebração dos 100 anos de independência da Polônia. O barco deixou o porto de Gdynia (Polônia) em maio de 2018, para fazer um périplo que inclui 22 portos ao redor do mundo e cerca de mil pessoas na tripulação, sendo que alguns participaram apenas das primeiras etapas da viagem, outros embarcaram no meio do caminho. Cerca de 600 são estudantes da marinha das cidades polonesas de Gdynia e Szczecin. O restante da tripulação é de vencedores do concurso de conhecimento sobre a História da Polônia e da Marinha. Em 9 de janeiro, o chamado "Cruzeiro da Independência" partiu de Los Angeles (Estados Unidos) para Acapulco (México), onde permaneceu até o dia 11, quando partiram para o Panamá. Lá, cerca de 170 tripulantes participarão da JMJ, de 22 a 27 de janeiro, juntamente com a comunidade polonesa, somando assim cerca de 3.500 jovens reunidos no encontro. Eles também terão uma série de atividades culturais dentro da Diocese de Penonomé e na costa do Caribe. Pe. Michał Siennicki, membro da tripulação e missionário Palotino, explicou a Vatican News que a cada dois meses houve uma mudança de jovens e de capelão. "No barco há pessoas de fé, mas também outros jovens que só foram batizados e não são praticantes. Meu primeiro desafio é ser um sacerdote disponível para todos (...). Muitas pessoas pediram o sacramento da confissão e muitas participaram da Missa todos os dias", assinalou. Em relação à JMJ, Pe. Siennicki disse que "todos estão em efervescência para encontrar o Papa. Os jovens poloneses se lembram da mensagem do Santo Padre em Cracóvia (2016), então esperam a sua nova mensagem no Panamá para se sentirem motivados novamente como pessoas que estão em busca de Cristo". O jovem Lukasz Chrabanski, membro da tripulação, explicou em que consiste um dia no barco. "Temos deveres como marinheiros normais e trabalhamos no sistema de três guardas, cada um durante 8 horas por dia." "Nós afrouxamos os cabos, amainamos as velas e as enrolamos. Ajudamos os cozinheiros a preparar comida para mais de 170 pessoas. Que grande desafio. (...) Mantemos nossas cabines a bordo, todo o barco limpo e ajudamos a tripulação nas tarefas diárias. Navegamos e observamos o mar, para ver se nada atrapalha o nosso caminho (...)", contou. Chrabanski também participou da JMJ em Cracóvia e afirmou que este evento é "a presença da alegria. Espero que o Panamá seja ainda melhor com o clima latino-americano". Após a JMJ, o veleiro vai navegar para Cartagena (Colômbia) e depois para Miami (Estados Unidos), para atravessar novamente o Atlântico rumo a Londres (Inglaterra) e finalmente para o porto de Gdynia (Polônia) em 20 de março. Os jovens marinheiros poloneses do veleiro Dar Młodzieży se juntam ao grupo de 17 franceses que também atravessam o oceano em três barcos com destino à JMJ Panamá, acompanhados por quatro marinheiros profissionais e um capelão. Fonte: ACI
Após concluir na Capela Sistina, a celebração da Santa Missa da Festa do Batismo do Senhor, ocasião em que o Papa batizou algumas crianças, o Santo Padre foi até a janela do seu estúdio no Palácio Apostólico, e rezou o Ângelus com fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro aproveitando o encontro para refletir sobre a importância do batismo como a ocasião que recebemos o amor do Pai como uma chama de fogo que deve ser alimentada com a oração e a caridade. “Hoje, no encerramento do tempo litúrgico do Natal, celebramos a festa do Batismo do Senhor. A liturgia nos chama a conhecer Jesus, de quem há pouco celebramos o nascimento, ainda mais plenamente e por esta razão que o Evangelho de hoje ilustra dois elementos importantes: a relação de Jesus com o povo e a relação de Jesus com o Pai”, disse o Papa. “No relato do batismo, conferido por João Batista a Jesus nas águas do Jordão, vemos primeiro o papel do povo. Jesus está no meio do povo. Isto não é apenas um elemento acessório da narração, mas é um componente essencial do evento. Antes de mergulhar na água, Jesus "mergulha" na multidão, junta-se a ela e assume plenamente a condição humana, compartilhando tudo, exceto o pecado. Em sua santidade divina, cheio de graça e misericórdia, o Filho de Deus se fez carne precisamente para tomar sobre si e tirar o pecado do mundo: tomar as nossas misérias, a nossa condição humana. Portanto, o dia de hoje também é uma epifania, porque ao ser batizado por João, entre o povo penitente de seu povo, Jesus manifesta a lógica e o significado de sua missão”, assinalou. O Santo Padre explicou aos presentes que “ao unir-se às pessoas que pedem a João o Batismo da conversão, Jesus também compartilha o profundo desejo de renovação interior”. “E o Espírito Santo que desce sobre Ele "em forma de uma pomba" (v.22) é o sinal de que com Jesus começa um novo mundo, uma "nova criação" que inclui todos aqueles que recebem a Cristo em sua vida. Embora cada um de nós, que estamos renasce com Cristo no batismo, viraram as palavras do Pai: "Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo"”, acrescentou. “Esse amor do Pai, todos nós no recebemos no dia do nosso Batismo, é uma chama que foi acesa em nossos corações, e requer a ser alimentada pela oração e a caridade”, ensinou o Papa Franciscou. “O segundo elemento enfatizado pelo evangelista Lucas é que após a imersão no povo e nas águas do Jordão, Jesus "mergulha" em oração, isto é, em comunhão com o Pai. O batismo é o começo da vida pública de Jesus, da sua missão no mundo como enviado do Pai para manifestar a sua bondade e o seu amor pelos homens”, acrescentou. Finalizando sua reflexão o Papa Francisco disse: “Queridos irmãos e irmãs, a festa do Batismo do Senhor é uma boa oportunidade para renovar com gratidão e convicção as promessas do nosso Batismo, comprometendo-nos a viver diariamente em harmonia com ele. Também é muito importante, como eu já disse várias vezes, conhecermos a data do nosso batismo. Eu poderia perguntar: "Quem entre vocês sabe a data do seu batismo?" O Papa instou os fiéis a perguntar aos pais e avós: "Em que data fui batizada, fui batizado?". E então não se esqueça: esta é uma data a ser mantida no coração para celebrá-la todos os anos. “Jesus, que nos salvou não por nossos méritos, mas por realizar a imensa bondade do Pai, nos torne todos misericordiosos. Que a Virgem Maria, Mãe da Misericórdia, seja nosso guia e nosso modelo”, concluiu o Pontífice. Fonte: ACI
A Cáritas Brasileira, organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com um conjunto de organizações, lançou na última quinta-feira, 10 de janeiro, a Campanha #EuMigrante baseada na ideia de que migrar é um direito humano. “Migrar diz respeito à mobilidade espacial das pessoas, ou seja, trocar de casa, de cidade, de região, de estado ou de país. Esse processo ocorre desde o início da história da humanidade. Todos nós temos, em nossas famílias, realidades migratórias, deslocamentos. Uns migram por escolha, outros são forçados a isso”, diz o texto de divulgação do projeto. A campanha #EuMigrante tem como objetivo mostrar a realidade e o drama vivido pelos migrantes, em especial os venezuelanos, que chegam ao Brasil e será executada até o dia 30 de junho deste ano. As ações buscarão sinalizar caminhos para ajudá-los no processo de integração, como pede o papa Francisco: “acolher, proteger, promover e integrar os migrantes e os refugiados”. A campanha faz parte do Programa Pana, que é uma iniciativa desenvolvida pela Igreja do Brasil, por meio Cáritas Brasileira, com apoio da Cáritas Suíça e do Departamento de Estado dos Estados Unidos. O objetivo de sensibilizar e mobilizar pessoas e recursos para a questão migratória no Brasil, com foco para a crise humanitária vivenciada na fronteira Brasil; Venezuela. Fases e momentos: A campanha #EuMigrante estrutura-se em três momentos: 1) Sensibilização; 2) Mobilização; e 3) Integração. A proposta é que ao longo do primeiro semestre de 2019, diversas ações sejam dinamizadas pelo país, buscando visibilizar a realidade migratória no Brasil a partir da ação do Projeto Pana que ao longo de um ano, visa favorecer mais de 3.500 pessoas, sendo, pelo menos, 1.224 delas migrantes venezuelanos, a partir da integração em sete capitais do Brasil: Boa Vista (RR); Brasília (DF); Curitiba (PR); Florianópolis (SC); Porto Velho (RO); Recife (PE) e São Paulo (SP). Nesse processo, 612 pessoas já estão sendo integrada nessas capitais. As iniciativas têm como referência as Casas de Direitos, espaços onde são desdobradas as ações do Programa Pana, que estão situadas nas sete capitais. As Casas são ambientes para acolhida e garantia de direitos aos migrantes. Nesse sentido, uma equipe multidisciplinar, formada por assistentes sociais, advogados, educadores e psicólogos, atende e acompanha os migrantes. No site da campanha eumigrante.org é possível verificar as diversas maneiras de ajudar, seja com quantias em dinheiro ou doações de móveis, eletrodomésticos, roupas e calçados em bom estado de uso, bem como produtos de limpeza e de higiene pessoal. A Campanha #EuMigrante nasce da parceria entre a Cáritas Brasileira, que é uma instituição com mais de 62 anos de história no país, que atua como uma rede solidária, com cerca de 15 mil agentes espalhados por todo o território nacional, com a Signis Brasil Jovem que tem pouco mais de um ano de existência, um novo setor da Associação Católica de Comunicação – Signis Brasil, fundada há 10 anos. Mais informações: Osnilda Lima – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. WhatsApp (61) 98366-1235 Ricardo Alvarenga – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. WhatsApp (98) 98275-7760 Franklin Machado – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. WhatsApp (48) 99696-4144 Fonte: Site Notícias Católicas
A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Panamá 2019 tem um total de oito santos considerados patronos do evento. Entre eles, está São João Bosco, considerado o santo da juventude. Diante da proximidade do evento, que acontecerá entre os dias 22 e 27 de janeiro, o padre salesiano Ilmario de Souza, recorda o amor de Dom Bosco pela juventude. “O desejo de cuidar dos jovens surgiu desde sempre e se equipara à sua vontade de ser padre. Quis ser padre para cuidar dos jovens”, revelou o sacerdote. Em uma retrospectiva da vida do santo, o padre salesiano afirmou que a existência de São João Bosco foi consumada pelo especial trabalho que realizou com a juventude. Padre Ilmario recordou as profundas e complexas transformações sociais vividas pelo santo e afirmou que Dom Bosco soube apontar os valores cristãos como caminho privilegiado para a formação integral da pessoa humana. Sobre o legado de São João Bosco, o sacerdote afirma: “Podemos recordar o que o Papa Francisco, ex-aluno salesiano, e por isso educado a partir do carisma de Dom Bosco, sintetizou a respeito do santo da juventude: ‘confiança na providência divina, vocação para ser sacerdote dos jovens, especialmente dos mais pobres, e serviço leal e dirigente à Igreja e ao sucessor de Pedro”. Confira o primeiro episódio da série “Santos Patronos da JMJ 2019”, que tem como tema São João Bosco: Fonte: Site Notícias Católicas