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A programação da Jornada Mundial da Juventude 2019 segue a todo vapor no Panamá. Nesta sexta-feira, 25, os jovens participam do ciclo de catequeses e se preparam para um novo encontro com o Papa Francisco na tradicional via-sacra, um momento de reflexão e oração presidido pelo Santo Padre. Antes desse encontro, Francisco segue com os compromissos da agenda de sua viagem ao Panamá. Ele preside uma liturgia penitencial em um centro de menores infratores. Confira os detalhes, direto do Panamá, com Ronaldo da Silva no vídeo.
Sexta, 25 Janeiro 2019 13:39

Hoje a Igreja celebra a Conversão de São Paulo

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Neste dia 25 de janeiro, a Igreja Católica celebra o dia em que São Paulo – então chamado Saulo – alcançou a conversão, a caminho de Damasco, para onde se dirigia para perseguir os cristãos. Como se recorda, quando ia para Damasco, Saulo foi derrubado do cavalo pelo próprio Jesus por meio de uma luz do céu que brilhou sobre ele e seus companheiros, cegando-o por três dias. Durante esse tempo, Saulo permaneceu na casa de um judeu chamado Judas, sem comer nem beber. O cristão Ananias, a pedido de Cristo, foi ao encontro de Saulo, que recuperou a vista e se converteu, recebendo o batismo e passando a pregar nas sinagogas sobre o Filho de Deus, com grande espanto de seus ouvintes. Assim, o antigo perseguidor se converteu em apóstolo e foi eleito por Deus como um de seus principais instrumentos para a conversão do mundo. São Paulo nasceu no Tarso, Cilícia (atual Turquia), e seu pai era cidadão romano. Cresceu no seio de uma família em que a piedade era hereditária e muito ligada às tradições e observâncias dos fariseus. Colocaram-lhe o nome Saulo e, como também era cidadão romano, levava o nome latino de Pablo (Paulo). Para os judeus daquele tempo era bastante comum ter dois nomes, um hebreu e outro latino ou grego. Paulo será, pois, o nome que utilizará o apóstolo para evangelizar os gentios. O período que vai do ano 45 ao 57 foi o mais ativo e frutífero de sua vida. Compreende três grandes expedições apostólicas das quais Antioquia foi sempre o ponto de partida e que, invariavelmente, terminaram por uma visita à Jerusalém. Os restos do santo descansam na Basílica de São Paulo Extramuros, em Roma. Este templo é o maior, depois da Basílica de São Pedro. Fonte: ACI
O Papa Francisco proferiu o primeiro discurso oficial na quinta-feira (24/01) para cerca de 700 pessoas no Palácio Bolívar, na Cidade do Panamá, entre autoridades políticas e religiosas, representantes da sociedade civil e corpo diplomático. O encontro aconteceu no final da manhã, depois do Pontífice ter visitado o Palácio Presidencial (ou Palácio das Garças), com cerimônia de boas-vindas oferecida pelo presidente Juan Carlos Varela Rodríguez. O sonho e a inspiração de Pátria Grande O Palácio Bolívar, um ex-convento de capuchinhos, tesouro arquitetônico construído em 1673 e declarado patrimônio histórico da humanidade pela Unesco, abriga o Ministério das Relações Exteriores e o Museu Bolívar. Tanto que o Papa Francisco começou o seu discurso citando o libertador Simón Bolívar, que “convocou os líderes do seu tempo a fim de forjar o sonho da unificação da Pátria Grande”. O Papa Francisco, então, conduziu o discurso inspirado na história do líder venezuelano que lutou por vários territórios do continente americano para se tornarem independentes: “na esteira dessa inspiração, podemos contemplar o Panamá como uma terra de convocação e de sonho”, disse ele. Terra de convocação e encontros A Jornada Mundial da Juventude está sendo realizada num “ponto estratégico” para o mundo, “ponte entre os oceanos e terra natural de encontros”, descreveu o Papa. Junto com “a capacidade de criar vínculos e alianças”, também é necessária a participação ativa do povo com “empenho e trabalho diário”, “contra qualquer tipo de tutela que pretenda limitar a liberdade e subjugue ou transcure a dignidade dos cidadãos, especialmente dos mais pobres.” O Papa Francisco então saudou e rendeu a sua homenagem aos povos nativos do Panamá (Bribri, Buglé, Emberá, Kuna, Nasoteribe, Ngäbe e Waunana): “Ser terra de convocação requer celebrar, reconhecer e escutar o que é específico de cada um destes povos e de todos os homens e mulheres que compõem a fisionomia panamense e saber tecer um futuro aberto à esperança, porque só se é capaz de defender o bem comum acima dos interesses de poucos ou ao serviço de poucos, quando existe a firme decisão de partilhar com justiça os próprios bens.” O Pontífice, assim, convidou “todos aqueles que detêm um papel de liderança na vida pública” para dar o exemplo aos milhares de jovens, através da cultura de maior transparência entre os governos, setor privado e população. “É um convite a viver com austeridade e transparência, na responsabilidade concreta pelos outros e pelo mundo; uma conduta que demonstre que o serviço público é sinônimo de honestidade e justiça contrapondo-se a qualquer forma de corrupção.” Panamá: a terra dos sonhos Francisco reforçou a imagem do Panamá para o mundo nestes dias de Jornada Mundial da Juventude, como “um novo modo de construir a história”: será uma “confluência de esperança”, de milhares de jovens dos cinco continentes e cheios de sonhos que desafiam “visões míopes de curto alcance que, seduzidas pela resignação, a ganância ou prisioneiras do paradigma tecnocrático”, creem que o único caminho possível é o da competitividade, especulação e lei do mais forte. “Sabemos que é possível outro mundo; e os jovens convidam-nos a envolver-nos na sua construção, para que os sonhos não permaneçam algo de efêmero ou etêreo, para que deem impulso a um pacto social no qual todos possam ter a oportunidade de sonhar um amanhã: o direito ao futuro também é um direito humano.” Fonte: Site Notícias Católica
Sexta, 25 Janeiro 2019 13:32

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA Pelo presente Edital de Convocação, a Cáritas Diocesana de Sobral representada pelo seu presidente e na forma do Estatuto, Capítulo III, Artigo No. 08, convoca os Membros da Diretoria e Conselho Fiscal, além das paróquias, entidades filiadas e Comunidade/grupo Acompanhado a se fazerem presentes à XXVIII ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA, a ser realizada no período de 01 e 02 de fevereiro de 2019, no Hotel Reserva da Serra na Meruoca - Ce., em primeira convocação, com maioria legal, ou em segunda e última convocação com qualquer número no mesmo dia as 8:30h, no mesmo local para tomarem conhecimento e deliberarem a respeito da seguinte ORDEM DO DIA: 1.Prestação de Contas dos Recursos Financeiros e atividades de 2018. . 2.Avaliação com os grupos acompanhados e parceiro no ano de 2018; 3.Eleição da nova diretoria para o biênio de 2019 a 2021. Sobral, 15 de janeiro de 2019. Atenciosamente, Padre Frei Benedito Braga Souza Filho Diretor Presidente da Cáritas Fonte: Diocese de Sobral
O Papa Francisco pediu em diversas ocasiões que os jovens rezem pela paz no mundo. Seguindo este pedido, o kit do peregrino que os jovens que participam da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) receberão terá um terço muito especial. Trata-se de um terço feito por cristãos da Terra Santa. No total, 800 pessoas, entre elas refugiados e desempregados de Belém, trabalharam na produção de 1,5 milhão de terços feitos com madeira de oliveira. Segundo informa Christian Media Center, é um projeto iniciado por Dom Peter Bürcher, Bispo Emérito de Reykjavik (Islândia). A responsabilidade pela produção de um milhão e meio de terços para os peregrinos da JMJ foi assumida pela Cáritas de Jerusalém e, segundo um declarou um dos responsáveis, Jarout Bedrossian, o trabalho é distribuído por tarefas, “alguns se especializam na produção de contas do terço, outros em realizar as cruzes ou outros no laser”. Jovens que trabalharam nas diferentes tarefas asseguram ao Christian Media Center que aprender a trabalhar com a madeira “é um ofício essencial em Belém e que estava desaparecendo”. Dom Bürcher também declarou à Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre que, “para que este terço seja um verdadeiro instrumento de paz, foi produzido na Terra Santa com madeira de oliveira e por pessoas desta região, marcada por tensões violentas, mas também portadora de esperança e de paz. Terços podem ser adquiridos mais baratos na China, mas se encarregamos sua produção aos moradores de Belém, na Terra Santa, representa um sinal de solidariedade com eles”. O Arcebispo do Panamá, Dom José Domingo Ulloa Mendieta, também assegurou em uma carta dirigida à Ajuda à Igreja que Sofre que se trata de uma iniciativa que “promove a oração e, por outro lado, contribui com o cuidado de nossos irmãos da Terra Santa”. A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre contribuiu no financiamento deste projeto com 100 mil euros e também com a distribuição de 30 mil cópias do DOCAT, sobre a Doutrina Social da Igreja. Fonte: Site Notícias Católicas
O Papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, 23 de janeiro, como novo Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo Pe. José Benedito Cardoso, até então vigário geral da Diocese de Itapetininga (SP). Nascido em 12 de setembro de 1961, em Angatuba (SP), Pe. José Benedito estudou Filosofia no Seminário São Carlos Borromeu, em Sorocaba e Teologia no Instituto Teológico de São Paulo (ITESP), em São Paulo. Possui bacharelado em Direito Civil e Licenciado em Direito Canônico pela Faculdade de Direito Canônico de São Paulo. Foi ordenado sacerdote em 23 de novembro de 1986, para a Arquidiocese de Sorocaba, onde foi pároco de Bom Jesus, em Alambari. Em 1998, houve a criação da Diocese de Itapetininga, desmembrada da Diocese de Sorocaba. Com isso, Pe. Cardoso foi incardinado na nova circunscrição, na qual serviu como Chanceler Diocesano e de Reitor do Seminário Diocesano. Durante vários anos foi Juiz do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Sorocaba. Atualmente é Vigário Geral; Pároco de São Roque, em Itapetininga; membro do Conselho Presbiteral e do Conselho de Consultores; presidente do Tribunal Diocesano de Itapetininga. Fonte: ACI
Na terça-feira, 22 de janeiro, começou a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2019, com uma Missa presidida pelo Arcebispo do Panamá, Dom José Domingo Ulloa, no Campo Santa Maria la Antigua que contou com a participação de 75 mil pessoas de várias partes do país e do exterior. Desde cedo os jovens, com bandeiras de vários países, foram enchendo o campo que fica na região da Cinta Costera, onde as autoridades estabeleceram várias medidas de segurança. Tendo como fundo a imagem de Santa Maria la Antigua, padroeira do Panamá, Dom Ulloa deu as boas-vindas aos jovens na primeira diocese de terra firme, onde "se irradiou o evangelho ao resto do continente americano, sempre sob o amparo da Virgem Maria, a Mãe". Nesse sentido, recordou o tema da JMJ 2019 "Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo sua palavra", tirado da resposta que Maria deu ao Arcanjo Gabriel na Anunciação. O Arcebispo também agradeceu ao Papa Francisco por conceder ao Panamá a oportunidade de "fazer uma Jornada para a juventude das periferias existenciais e geográficas". "Desejamos que seja um bálsamo para a difícil situação com a que convivem sem esperanças muitos deles, especialmente a juventude indígena e afrodescendente, a juventude que migra devido à resposta quase nula de seus países de origem, que os lançam a semear suas esperanças em outros países, expondo-os ao narcotráfico, o tráfico de seres humanos, a delinquência e tantos outros males sociais", expressou. Junto com Dom Ulloa estavam também o Arcebispo de Manágua (Nicarágua), Cardeal Leopoldo Brenes, o Arcebispo de David (Panamá), Cardeal José Lacunza, o Arcebispo de Tegucigalpa (Honduras), Cardeal Óscar Rodríguez Maradiaga, o Administrador Apostólico de Caracas (Venezuela), Cardeal Baltazar Porras, entre outros. Após recordar os "Dias nas Dioceses" que os jovens viveram no Panamá e na Costa Rica, Dom Ulloa assinalou que a Jornada Mundial da Juventude é uma oportunidade para um encontro pessoal com Cristo. "Este encontro de vocês jovens com Jesus Cristo deve levá-los a confrontação consigo mesmos e com a doutrinação do sistema de antivalores que impera sustentado na busca de uma falsa felicidade, que é tão fugaz que os leva a experimentar desesperadamente muitas coisas que prejudicam a mente e o espírito e que ao final não chegam a preencher o vazio existencial", assinalou. Em sua homilia, o Arcebispo do Panamá recordou aos peregrinos que são o futuro da Igreja e da sociedade e encorajou-os a serem santos, que "não é ter o rosto das imagens que se compra por aí", mas ir contracorrente, “faz sair da corrupção espiritual e material, de tudo aquilo que nos faz mal e ofende Deus”. "Um santo defende os indefesos: o não-nascido, mas também o nascido na miséria; defende os migrantes, busca a justiça; reza, vive e ama a comunidade; é alegre e tem senso de humor; luta sempre, sai da mediocridade, vive a misericórdia de Deus e a compartilha com o próximo. Ser santo não é um mito, é uma realidade evidente", disse. Neste sentido, mencionou os santos e beatos padroeiros da JMJ Panamá 2019: São Martinho de Lima, Santa Rosa de Lima, São Juan Diego, São José Sánchez del Río, São João Bosco, Beata Irmã Maria Romero Meneses, São Óscar Romero, São João Paulo II. "Não tenhamos medo queridos jovens, tenham a coragem de ser santos no mundo de hoje, com isto não estarão renunciando à sua juventude ou à sua alegria; muito pelo contrário, mostrarão ao mundo que é possível ser felizes com muito pouco, porque Jesus Cristo, a razão de nossa felicidade, já nos deu a vida eterna, com sua Ressurreição", afirmou. Segundo o Comitê Organizador Local (COL), ontem 75.000 pessoas, incluindo jovens, padres e bispos, participaram da celebração de abertura da JMJ. O COL também informou que até ontem mais de 100 mil peregrinos de 156 países se registraram. Também foram registrados 480 bispos, dos quais 48% chegaram ao Panamá. Segundo os números, são 20 mil voluntários nacionais e 2.445 voluntários internacionais. Os países com os mais representantes do voluntariado internacional são Colômbia, Brasil, Costa Rica, México e Polônia. Além disso, na tarde desta quarta-feira, o avião com o Papa Francisco chegará ao Aeroporto Internacional de Tocumen, que visitará o Panamá por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, a qual terminará no domingo, 27. Fonte: ACI
O crime de racismo continua presente entre nós, e eu vivenciei isso de forma assustadora elebramos o Dia de Martin Luther King Jr. a 21 de janeiro e rezamos para que seu “sonho” se torne realidade entre nós. Eu costumo ser otimista por natureza. Quando se trata de racismo na América, eu gosto de pensar em termos do quanto avançamos, e não apenas no quanto ainda precisamos melhorar. Gosto de focar no fato de termos tido um presidente negro cujos filhos brincavam no gramado da Casa Branca. Também gosto de pensar em Martin Luther King Jr. e Rosa Parks e nos inúmeros ativistas dos direitos civis, que muitas vezes não têm nome, que trabalharam e ainda trabalham para que todas as pessoas sejam tratadas com a mesma dignidade e respeito. Mas uma experiência pessoal pode mudar nossa perspectiva. E isso aconteceu comigo há não muito tempo. Eu acharia difícil de acreditar se não tivesse acontecido justamente comigo. Era um dia comum, e eu havia estacionado em um posto de gasolina na minha pequena cidade. Imediatamente, vi duas crianças brancas no carro estacionado à minha frente. Elas estavam com o dedo médio em riste e gritavam com um negro que abastecia o carro dele na bomba ao lado. “Ni ** er!” Elas gritaram de novo e de novo. “Matem o ni ** er !!!” Elas fizeram movimentos como se estivessem sufocando o próprio pescoço, “Mate-o!” Eu fiquei horrorizada. Saí do meu carro e fui interceder, quando o homem que elas estavam ofendendo fez um sinal para mim. Seus olhos estavam arregalados, e ele balançou a cabeça claramente de um lado para o outro. Percebi imediatamente que ele estava me pedindo para não intervir. No mesmo momento, um homem e uma mulher – presumivelmente os pais das crianças – saíram do minimercado. Ambos eram musculosos com as cabeças raspadas (incluindo a mãe). Eles ouviram seus filhos gritando ameaças e, ao invés de corrigi-los, eles olharam para o homem bombeando gasolina e riram junto. Todo o tempo, eu fiquei ali chocada, tremendo e em silêncio, uma reação profundamente atípica para mim. “Por que você não disse nada a eles?”, questionou meu marido quando contei o que tinha acontecido. Demorei alguns segundos para responder. Minha cabeça estava doendo, e eu lutava para tentar processar aquela experiência sozinha. “Eu estava sozinha”, eu disse, e me lembrei do olhar de orgulho do pai quando seus filhos gritaram insultos raciais. “Você deveria tê-los visto”, gaguejei, envergonhada por minha inação, mas ao mesmo tempo defensiva, diante das circunstâncias. “Foi como se eles quisessem uma briga.” “Ainda assim”, continuou meu marido, “você deveria”…, e uma ladainha se seguiu. Eu estava no balcão da minha cozinha, acenando com a cabeça, concordando com tudo o que ele dizia enquanto nossos filhos ficavam por perto, fazendo perguntas sobre racismo, perguntas que eram difíceis de responder. Lembro-me de ter caído no sofá depois daquela conversa, chateada e exausta. Claro, as sugestões do meu marido faziam sentido, mas lá no posto de gasolina, no calor do momento, quando confrontada com o horror do racismo, nenhuma verdade sobre a igualdade e a justiça vieram à minha mente. Porque eu estava apavorada. Eu só queria chegar em casa em segurança e cuidar dos meus filhos. Eu pensei muito sobre o homem vítima das ofensas daquelas crianças e dos pais delas. Ele disfarçou um sorriso quando passou por mim. “Simplesmente ignore-os”, ele disse de modo gentil, demonstrando preocupação comigo. “Esse é o melhor caminho.” Talvez essa alma generosa tenha ficado tão assustada quanto eu, mas ele lidou com a situação muito melhor, provavelmente porque tenha passado por incidentes semelhantes antes. Eu nunca havia vivenciado aquele tipo de risco por simplesmente pensar em interceder pelo que é certo. Eu só posso imaginar o quão mais assustadora foi essa experiência para a vítima real, o homem que foi alvo daquele crime de ódio. Dei um suspiro de alívio quando o homem foi embora sem mais incidentes. Ele era gentil e calmo. Eu imaginei que ele quis evitar qualquer briga. Mas, provavelmente, ele tenha aprendido que reagir em situações assim poderia implicar graves riscos pessoais. Mas a sua capacidade de lidar com a situação e ainda assim me proteger foi notável. Ele não se sentiu ameaçado. Sem dúvida, ele sentiu o gosto amargo do racismo, que ainda persiste mesmo depois de mais de 50 anos do famoso discurso de Martin Luther King. Uma Oração pela Eliminação do Racismo pelas Irmãs da Misericórdia Deus bom e cheio de Graça, Tu nos convida a reconhecer e reverenciar sua imagem e semelhança divina em nosso próximo. Permita-nos ver a realidade do racismo e liberte-nos para desafiá-lo e eliminá-lo de nossa sociedade, do nosso mundo e de nós mesmos. Amém. Fonte: Aleteia
Francisco convidou os jovens a baixarem o aplicativo oficial da Rede Mundial de Oração do Papa, e a continuarem rezando com ele o terço pela paz Após a oração do Angelus, neste domingo, 20, Papa Francisco manifestou publicamente a sua dor pelos naufrágios no Mar Mediterrâneo e solidariedade ao povo colombiano, abalado pelo atentado contra a Academia-Geral de Polícia Francisco de Paula Santander, em Bogotá, afirmando que reza pelas vítimas e suas famílias, e pelo êxito do processo de paz na Colômbia. Na sacada de seu escritório, aos fiéis, turistas e romanos presentes na Praça São Pedro, o Pontífice lembrou ainda que partirá para o Panamá, onde de 22 a 27 será realizada a JMJ. “Evento belo e importante no caminho da Igreja”, disse. Na sequência, o Pontífice anunciou iminente publicação da Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, que proporá uma reflexão sobre as comunidades da rede e a comunidade humana. Para Francisco, a internet e as redes sociais são um recurso atual; uma ocasião de estar em contato com os outros, compartilhar valores e projetos, expressar o desejo de ‘fazer comunidade’. “A rede pode nos ajudar a rezar juntos. Por isso, gostaria de apresentar o aplicativo oficial da Rede Mundial de Oração do Papa: ‘Click To Pray’”, disse Francisco, apresentando também o P. Frédéric Fornos, S.J, seu diretor internacional. O Pontífice convidou os jovens a baixarem o app Click To Pray e a continuarem rezando com ele o terço pela paz, especialmente durante a Jornada Mundial da Juventude no Panamá. A plataforma dispõe de uma página web e de app móvel, em Android, e em iOS, e está disponível em seis idiomas (espanhol, inglês, italiano, francês, português e alemão). A cada mês, serão publicadas as intenções e pedidos do Papa pela missão da Igreja. A plataforma tem três seções principais: “Reza com o Papa”, com as intenções de oração mensal do Papa pelos desafios que a humanidade e a missão da Igreja enfrentam; “Reza cada dia”, com um ritmo de oração que propõe três momentos diários; e “Reza em rede”, que é um espaço onde os usuários (entre eles o Papa Francisco) podem partilhar as suas orações com os outros. Fonte: Canção Nova
O Santuário de Fátima anunciou nesta segunda-feira, 21 de janeiro, que os jovens participantes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Panamá poderão obter indulgência plenária ao rezar diante da imagem peregrina número 1 da Virgem de Fátima, que seguiu no domingo para o país centro-americano. A Arquidiocese do Panamá recebeu em 8 de janeiro a autorização da Penitenciaria Apostólica para que fosse concedida a indulgência plenária aos peregrinos, desde que cumpram as condições habituais nestas circunstâncias: celebração do sacramento da Reconciliação, participação na Eucaristia ou oração diante da Imagem da Virgem Peregrina pelas intenções do Santo Padre. Para o reitor do Santuário de Fátima, Pe. Carlos Cabecinhas, “é muito interessante que o pedido da indulgência plenária tenha partido dos organizadores que também, desde a primeira hora, nos solicitaram a presença da imagem da Virgem Peregrina”. Nesse sentido, sublinhou, “o significado fundamental é este de perceber a Mensagem de Fátima como uma mensagem de conversão”. Para os organizadores da JMJ, trata-se de “uma oportunidade histórica” que produzirá “grandes frutos espirituais” não só para os jovens do Panamá, mas para os jovens de todo o mundo, já que são esperados cerca de 200 mil jovens oriundos de 155 países. A JMJ Panamá 2019 tem início na terça-feira, 22 de janeiro, e segue até domingo, 27. O evento contará com a presença do Papa Francisco entre 23 e 27 de janeiro. Por sua vez, a imagem peregrina de Fátima, que saiu de Portugal no domingo rumo ao Panamá, ficará neste país até o dia 29 de janeiro e, além da programação oficial da JMJ, também fará visitas a um estabelecimento prisional e a um hospital. “A expetativa local é grande e a nossa também já que é a primeira vez que uma escultura oficial está presente e o fato de levarmos a número 1 também é significativo”, assinalou Pe. Cabecinhas. O reitor do santuário mariano ressaltou ainda que “a Mensagem de Fátima tem capacidade de se encarnar em culturas diversas, isto é, no Panamá nós vemos uma florescente devoção a Nossa Senhora de Fátima e um desejo de conhecer a Mensagem”. Coroação da imagem peregrina antes da viagem No último domingo, durante a Missa presidida por Pe. Carlos Cabecinhas no Santuário de Fátima, a imagem peregrina de Fátima foi coroada antes de sua viagem para o Panamá. Após a homilia, ocorreu o rito de bênção da nova coroa e coroação da primeira Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, tendo o Santuário encomendado uma nova coroa para uso nesta e nas restantes 12 imagens oficiais da Virgem Peregrina de Fátima. “A criação foi solicitada à Casa Leitão & Irmão, Joalheiros, responsável pela coroa da Imagem de Nossa Senhora de Fátima que é venerada na Capelinha das Aparições – coroa criada em 1942 e colocada na escultura em 1946”, afirma nota informativa do Museu do Santuário de Fátima. Conforme explica o santuário, atendendo à conotação das viagens da Virgem Peregrina com o tema da paz, na base da coroa aparece a seguinte legenda, inscrita em capitais: Regina Pacis. Regina Rosarii Fatimae. Regina Mundi (Rainha da Paz. Rainha do Rosário de Fátima. Rainha do Mundo), formulação que irá constar na coroa das 13 imagens oficiais.